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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Mundo vai acabar nesta quinta feira, diz cientista - Amigos da Universal

Segundo uma matéria publicada no tabloide inglês Daily Mail, na quinta, dia 26 de janeiro, o autoproclamado astrônomo russo Dyomin Damir Zakharovich afirma que o asteroide 2016WF9, descoberto pela Agência Espacial Norte-Americana (Nasa) em 2016, vai se chocar contra a Terra em fevereiro deste ano, causando o "fim do mundo".
A grande rocha espacial, que tem cerca de 1 km de diâmetro, deve passar a 51 milhões de km de distância do nosso planeta, conforme 
divulgação feita, na época, pelos cientistas da Nasa. Porém, como mostra o Daily Mail, teóricos da conspiração e o "astrônomo" russo acreditam que essa informação é mentirosa e que o asteroide está em rota de colisão com a Terra. O suposto choque deve ocorrer no dia 16 de fevereiro, causando um gigantesco tsunami, que levaria à extinção da vida.
"O objeto que chamam de WF9 deixou o 'sistema Nibiru' em outubro, quando Nibiru começou a circular o Sol no sentido horário. Desde então, a Nasa sabe que ele irá se chocar contra a Terra. Mas, não estão contando para ninguém", diz Dyomin Damir Zakharovich em entrevista ao tabloide inglês.
Apesar dos "discursos" contrários, a Nasa insiste que o asteroide, que é escuro e reflete pouca luz em sua superfície, não oferece perigo para nosso planeta. "A trajetória do 2016WF9 é bem conhecida e o objeto não será uma ameaça à Terra pelos próximos milhares de anos", informa a agência em nota à imprensa.
Como se o asteroide não fosse suficiente, os teóricos da conspiração ainda acreditam que o planeta imaginário Nibiru também está em rota de colisão com a Terra. Segundo eles pregam, o suposto astro (que também é chamado de Planeta X) teria sido direcionado para a órbita terrestre por uma força gravitacional e "deverá" nos acertar em outubro deste ano.
Vale lembrar que não existe qualquer comprovação científica da existência de um sistema solar intitulado Nibiru, ou mesmo de um planeta que leva esse nome.
Fonte: Correio Braziliense e R7

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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Catástrofes


Por que é que determinadas pessoas escapam da morte em acidentes aéreos, tsunâmis, terramotos, furações ou ataques terroristas? Frieza e realismo são qualidades de quem escapou de catástrofes.

Seis pessoas foram resgatadas com vida em Port au Prince, cinco dias após o terramoto de magnitude 7.0 que destruiu grande parte da capital haitiana, no dia 12 de Janeiro. Um dos resgatados foi o funcionário dinamarquês da missão de paz da ONU, Jens Christensen. Outras cinco pessoas foram retiradas com vida dos escombros de um supermercado na capital, entre elas um menino de sete anos. Mas, como é que estas pessoas se agarraram à vida contra todas as circunstâncias?

O norte-americano Laurence Gonzalez, premiado jornalista da revista National Geographic, autor do livro “Deep Survival, Who Lives, Who Dies, and Why” (“Sobrevivência Profunda – Quem vive, Quem morre e Porquê”), passou 15 anos a estudar os motivos que levam alguns à vitória e outros ao fracasso e à morte, quando confrontados com situações extremas. E, para sua surpresa, encontrou um padrão uniforme de comportamento entre os sobreviventes de catástrofes, sejam elas uma queda de avião no meio da selva, uma batalha contra o cancro, um divórcio, uma crise empresarial ou mesmo o atentado ao World Trade Center, em Nova Iorque.

As lições de quem sobreviveu

O primeiro comportamento dos sobreviventes é que todos percebem a realidade exatamente tal como ela é. “Muitas das vítimas do 11 de Setembro morreram por achar que tudo ficaria bem, negando a realidade. Os sobreviventes disseram para si mesmos: ‘Ok, o horror está a acontecer, e eu tenho que sair daqui’”, observa Gonzalez.

Em segundo lugar, todos se mantêm calmos, resignando-se à dor. A frieza é essencial para elaborar um plano de ação, como foi o caso do velejador Steve Callahan que, ao ver-se náufrago, no meio do Atlântico, em 1982, passou 76 dias num bote, com água racionada. Para não ceder aos apelos emocionais e beber de uma vez toda a água, Callahan criou na sua mente um capitão, que dava as ordens severas à tripulação (ele).

Outra caraterística é a de, ante o desafio imposto, dividir a imensa tarefa da sobrevivência em tarefas menores, mais administráveis, caso da executiva Lauren Elder, sobrevivente de um acidente aéreo na Serra Nevada, na Califórnia (EUA), que, para não se desesperar com a gigantesca montanha que teria de descer, estabelecia como objetivo imediato apenas a próxima rocha à sua frente.

Celebrar as pequenas vitórias pelo caminho, mesmo que as chances do êxito final pareçam exíguas, é outro comportamento do vencedor/sobrevivente. Já nos piores momentos, muitos estabelecem pequenos rituais para evitar a insanidade. O ciclista Lance Armstrong, vítima de cancro linfático, fazia a contagem diária do seu exame sanguíneo. Os números tornavam-se um refrão mental que o estimulava. Outros recorriam à recitação de poesia ou à elaboração de problemas matemáticos para o alívio do stress.

Não sou uma vítima, mas um vencedor

Um traço paradoxal encontrado por Laurence Gonzalez é que o sobrevivente nunca se vê a si mesmo como vítima, mas como prestador de socorro. Os sobreviventes pensam mais nos seus dependentes (família, funcionários, etc.) do que em si mesmos. Ainda que, esses dependentes sejam imaginários, como no caso do jovem montanhista israelita Yossi Ghinsberg que, perdido no meio da selva boliviana, teve uma alucinação, acreditava que estava na companhia de uma bela mulher. Tudo o que fez para sobreviver foi no intuito de salvá-la. Por fim, outro traço comum dos bem-sucedidos é a crença unânime de que a vitória virá (o que parece óbvio), mas, ao mesmo tempo, mesclando-a com a resignação ante a dor e a morte. É uma resignação sem desistência, tal como Dougal Robertson, sobrevivente por 38 dias em alto-mar. “O acidente deu-me a certeza da morte… algum dia eu morreria, mas não naquele dia. Enquanto o resgate não vinha, tudo o que eu tinha a fazer era continuar o jogo da sobrevivência”, disse.

Vencedores, enfim, também fazem tudo que é possível para alcançar a vitória.

Fonte: fp
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