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terça-feira, 30 de junho de 2015

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terça-feira, 3 de abril de 2012

"Fui abusado pelo meu próprio tio"

Veja o depoimento de um homem que resgatou a dignidade na IURD, através da fé, após ter sido violentado sexualmente na infância

É muito difícil para uma pessoa abrir seu coração e trazer à tona lembranças de um passado não muito feliz; trágico, na verdade. Vítimas de pedofilia são pessoas que carregam um fardo pesado e levam marcas da violência praticada por gente que muitos preferem nem chamar de ser humano. A seguir, o relato do advogado José Luiz Santos (*), de 33 anos, que teve a infância marcada pelo trauma de ter sido violado até pelo tio, mas que recuperou a autoestima através da fé em Deus.

Como e com que idade você foi abusado sexualmente?

Por volta dos meus 6 anos. Fui violentado sexualmente por um homem muito próximo da minha família, que não despertava nenhum tipo de suspeita. Hoje, situações desse tipo são comuns de serem denunciadas, e até vão parar nos jornais e noticiários. Porém, quando aconteceu comigo, isso não fazia parte das preocupações dos pais e mães daquela época, o que tornava as pessoas que praticavam barbaridades desse tipo ainda mais invisíveis.

Como foi a abordagem do pedófilo?

As imagens que tenho na minha memória são desse homem me levando para “brincar” em sua casa, com o consentimento de minha mãe, que não fazia ideia do que aquilo representava. Lá, lembro-me que ele se despia, e a mim também, e praticava coisas comigo que fugiam completamente do meu entendimento do que era certo ou errado até então. Não lembro nem mesmo o nome desse homem. Recordo que, de uma hora para outra, ele foi embora, mudou de cidade. Mesmo depois de adulto, nunca perguntei dele para a minha mãe.

Infelizmente, você foi vítima de abuso sexual, novamente. Sendo que desta vez o homem em questão era seu tio, não é?

Por volta dos meus 8 anos, uma situação semelhante voltou a se repetir comigo. Dessa vez, o meu algoz estava bem perto. Ele era o meu tio. Obviamente, a proximidade entre nós era algo natural, já que ele frequentava a minha casa, e eu a dele, como qualquer parente faz. Éramos vizinhos.

No começo, ele fazia certas brincadeiras que sempre terminavam com abraços ou que, de alguma forma, permitiam um contato físico entre nós. Algum tempo depois, ele disse que queria me mostrar algo em sua casa. Sem desconfiar de nada, fui até lá e acabei sendo impedido por ele de sair do local. Inicialmente, meu tio procurou estabelecer uma relação de cumplicidade, dizendo que aquele seria “o nosso segredo”, e que não poderíamos contar nada do que iria acontecer para ninguém, caso contrário, meus pais iram brigar comigo.

Quantas vezes esses encontros aconteceram?

Lembro que essa situação se repetiu algumas vezes. Não me recordo exatamente quantas. Ele encontrava formas de ficar a sós comigo e, assim, me usar como um objeto sexual. Isso aconteceu durante 1 ano, provavelmente. Talvez por medo de ser descoberto, meu tio deixou de me procurar. A violência física cessou. No entanto, as feridas deixadas por essas duas experiências que eu vivi já tinham me marcado profundamente.

Que sequelas psicológicas foram deixadas por conta dos abusos?

Não sei precisar o quanto tudo isso foi prejudicial para mim. Quando me lembro da minha infância e adolescência, vejo o quanto fui retraído, reprimido e até sentia certa culpa pelo que aconteceu. Tinha dificuldades de me relacionar com outras crianças, ou mesmo com alguns adultos, e questionava o porquê de essas coisas terem acontecido comigo. Minha relação com o meu pai não era nada boa, pois para mim era como se ele soubesse do que tinha ocorrido comigo e me rejeitasse.

Depois de tudo o que aconteceu, eu criei certa ojeriza com relação à figura masculina. Fiquei com a sensação de que qualquer homem poderia me abordar com a intenção de me molestar. Esse trauma fez com que eu me tornasse um jovem emocionalmente instável. Além disso, era constantemente criticado e rejeitado pela minha família e pelas pessoas mais próximas, pelo meu comportamento reservado. Essa insegurança e desconfiança a respeito dos homens levaram-me a fazer de minha mãe uma espécie de porto seguro. Desenvolvi uma relação de total dependência, pois tinha muito medo de perdê-la.

Você atribui a quê a virada que deu em sua vida?

Foi justamente no momento mais difícil da minha vida que eu recebi a ajuda da maior fonte de poder que existe: Deus. E Ele usou uma amiga como canal para que eu pudesse ser reconduzido ao meu caminho. Ela, sem saber dos meus problemas e complexos, chamou-me para uma reunião na Igreja Universal do Reino de Deus.

Antes de falar da minha experiência na IURD, é importante revelar que fiz primeira comunhão e fui coroinha na Igreja Católica. Quando cheguei à Universal, não imaginava que um culto religioso pudesse ser algo mais profundo, mais intenso, onde a ajuda vinha de uma maneira mais humana, urgente. Na Católica, era tudo meio engessado e formal. Não me sentia nem um pouco à vontade para relatar meus problemas ao padre, pois tinha receio de ser repreendido, de ele achar que eu estava inventando uma história.

Você procurou alguém especificamente? Como você foi ajudado na IURD?

Lembro-me como se fosse hoje. À vontade na IURD e confiante de que seria ajudado, procurei uma obreira para falar sobre meu problema. A pessoa em questão era “tia” da Escola Bíblica Infanto Juvenil (EBI). Foi uma surpresa saber que o sobrinho dela havia passado pelo mesmo problema. Por sua experiência, ela me ajudou de forma incondicional, até por ser uma situação que vivenciou em casa.

Mais integrado e cada vez mais próximo de Deus, passei a fazer parte de correntes de da Força Jovem Brasil, onde encontrei adolescentes que já tinham passado por dramas semelhantes, alguns muito piores do que o meu. Um pastor também foi fundamental para a retomada da minha autoestima. Ele me ajudou muito com propósitos de oração.

Ter dado um testemunho de libertação ajudou de que forma na sua recuperação?

O momento que marcou a minha libertação foi quando eu dei um testemunho através de uma transmissão radiofônica. Devia ter uns 13 anos, na época. Lembro-me que estava passando um feriado na casa de uns amigos, pois era aniversário de um deles. A gente acordou cedo pra ligar para um programa de rádio da IURD com o intuito de enviar uma mensagem de parabéns para ele, ao vivo. Daí eu liguei e consegui desejar os votos de felicidade. O pastor que estava comandando a atração falou que queria a opinião dos ouvintes sobre uma carta que ele havia recebido de uma pessoa que dizia ter sido abusada sexualmente. Não sei o que deu em mim, mas acabei falando que tinha vivenciado a mesma situação, e que tinha conseguido superar o problema. Nem todos na casa sabiam da minha história. Apesar do choque de alguns, todos elogiaram a minha coragem. Falei em rede estadual de rádio. Até hoje não sei se a minha mãe ou algum parente ouviu.

Como está a sua vida hoje?

Posso dizer, de todo o coração, que sou livre do fardo pesado que carregava comigo, e que é possível ser feliz e construir uma nova história. Sou casado, tenho uma família abençoada e sou eternamente grato pelo que Deus fez em minha vida. Sem Ele, não consigo imaginar o que seria de mim hoje em dia. Espero que o meu relato sirva de alerta para os pais, familiares e para toda a sociedade, sobre o perigo que uma criança corre de ter roubada de sua infância algo muito precioso: sua inocência.
redacao@arcauniversal.com
(*) O autor do depoimento pediu para ter o nome preservado, por isso foi usado um pseudônimo

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Estudo Bíblico: A ação do Espírito de Deus

Bispo Macedo
A lição mais importante na libertação do povo de Israel do Egito (Êxodo 12.31­36) é que não há outro caminho a tomar para o livramento das pessoas presas ao "Egito" espiritual senão a manifestação do poder de Deus.

De fato, o Faraó já tinha visto muitos sinais do poder de Deus, incluindo a transformação do cajado de Moisés em serpente, e mais dez sinais de autoridade suprema de Deus, quando da retirada das pragas, também incluindo a destruição das serpentes dos mágicos egípcios pela serpente de Moisés. Mesmo assim, o seu coração não se manteve inalterado. Na última praga não houve volta ou recuperação dos primogênitos mortos, e foi justamente aí que Faraó não resistiu a pressão do povo de Deus e, contrariando o seu próprio coração, teve que permitir a saída dos hebreus.
Temos a mesmíssima situação nos dias atuais: há pessoas que querem largar definitivamente a vida de escravidão em que vivem, mas existem" faraós" que não querem permitir-lhes que saiam, e é aí que as pragas se fazem necessárias sobre os "faraós" deste mundo.
Os filhos de Deus têm de encontrar favor da Sua parte para despojarem os filhos do diabo, para que todos saibam que o Senhor nosso Deus não é semelhante aos deuses deste mundo. Ele mesmo disse: "Então, vereis outra vez a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não serve." (Malaquias 3.18).
Ora, por que esperarmos a "outra vez"? É certo que Deus quer manifestar a Sua grande glória e poder neste mundo imediatamente; Ele, porém, depende de pessoas que não tenham medo de errar, arriscar, agir, lutar e conquistar!
Quando manifestamos a certeza e cobramos o que Deus tem prometido é Ele corresponde à nossa oração! Deus é Espírito, e a palavra "espírito", no original, dá idéia de vento, sopro, fôlego. A definição tanto de vento quando de sopro ou fôlego é "ar em movimento". Se nós, cristãos, temos o Espírito de Deus, se isso é realmente uma verdade assumida e crida de todo o coração, se realmente acreditamos nisso com todas as nossas forças e de todo o nosso entendimento, significa que nós temos o Ar de Deus em movimento dentro de nós!
O sopro, o fôlego e o vento de Deus é o Seu Espírito em ação por intermédio de Seus filhos, e este vento dentro de nós não pode ser abafado, seguro ou amarrado! Como alguém pode segurar o vento? É isso possível? É claro que não!
Deus colocou o Seu vento dentro de nós da mesma maneira pela qual formou o homem do pó da terra e soprou nas suas narinas o fôlego da vida (Gênesis 2.7). No vale de ossos secos, também o sopro de Deus fez tornar à existência uma multidão de cadáveres que, antes, eram apenas ossos secos (Ezequiel 37.9). Quando o Senhor Jesus apareceu aos discípulos, que até eram covardes e estavam reunidos a portas fechadas, com medo dos judeus, logo mudou aquela situação, soprando o Seu Espírito sobre eles. A partir daí, o medo sumiu e eles passaram a testemunhar da ressurreição do Senhor Jesus para todo o povo, sem receio de serem aprisionados ou mortos.
Deus tem estado dentro do verdadeiro cristão como se fosse um vento, levando-o quer para um lado quer para outro, mas sempre em movimento! Como pode alguém com Deus dentro de si ficar parado? É impossível!
O Senhor Jesus mesmo disse: "O vento sopra onde quer, ouves a sua voz, mas não sabes donde vem, nem para onde vai; assim é todo o que é nascido do Espírito Santo." (João 3.8). Quando o cristão é verdadeiro, o Espírito o carrega para onde quer. Então ele se movimenta, age e se agita dentro de si mesmo, produzindo algo grande para a glória de Deus, porque é nascido de Deus e tem as características d'Ele em si mesmo.
Obrigado pela seu Comentario!

terça-feira, 1 de março de 2011

Um acto destinado à realeza

Domingo, dia 20 de Fevereiro, foi a data marcada no calendário para a realização do “Dia da Coroação” em todos os Centros de Ajuda Espiritual (CdAE) em Portugal. Nesse mesmo dia, no Centro de Ajuda Espiritual da Malveira, contámos com a presença não só de pessoas que já frequentam o local, como também com a de pessoas convidadas para o evento, que afirmaram terem saído da mesma bastante satisfeitas com o que escutaram.


Subir à árvore…
A mensagem transmitida pelo orador foi sobre o preço da Salvação, relacionando-a com a história da Zaqueu. Pois, assim como o cobrador de impostos não olhou a meios para ver a Cristo, nós também devemos esforçar-nos para contemplar a Presença de Deus na nossa vida. Na oportunidade, as pessoas foram coroadas para receberem o gozo e a alegria eterna, sendo que ainda houve o momento da possibilidade de exprimirem o que realmente sentiam e o que desejavam receber de Deus.
CdAE Malveira:
Av. José Baptista Antunes 6B, Contacto: 219 863 581 Malveira - Portugal
Fonte: iurd.pt
Obrigado pela sua VISITA!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Conceitos Erróneos

jornalTem existido alguns conceitos erróneos sobre o Centro de Ajuda, suas actividades e o que significa.

Infelizmente, a Igreja tem precisado agir contra algumas organizações de media que publicaram informações imprecisas sobre o Centro de Ajuda. Nós preferiríamos que se as organizações de media tivessem qualquer pergunta sobre nosso trabalho, que viessem a nós primeiro para saber dos factos.
Nossa resposta a alguns conceitos erróneos está listada abaixo, assim como artigos sobre organizações que tiveram que corrigir suas inexactidões sobre o Centro de Ajuda.
Mito: O Centro de Ajuda está envolvido com fraude e tráfico de drogas.
A Verdade: O Centro de Ajuda não está envolvido com fraude e drogas. Como um centro de ajuda Cristão, nós respeitamos os Dez Mandamentos e ensinamentos bíblicos, isso significa ter uma postura honesta e operar segundo a lei civil. Nós também estamos engajados na luta contra as drogas, como visto nas reuniões, nós ensinamos as pessoas como desenvolver a força interior que possuem para combater o vício. Investigações feitas no Centro de Ajuda no passado, causadas por notas de imprensa difamatórias, sempre nos exoneraram.
Mito: O Centro de Ajuda é uma seita.
Verdade: Uma seita geralmente é conhecida por ser um sistema informal e transitório de crença religiosa ou quase religiosa considerado por outros como desencaminhado ou heterodoxo. Portanto, por definição o Centro de Ajuda não pode ser e nunca será uma seita. O Centro de Ajuda é parte do movimento Pentecostal que é uma organização cristã autêntica.
Mito: O líder do Centro de Ajuda foi preso por fraude.
Verdade: O bispo Edir Macedo foi arbitrariamente preso por 11 dias em 1992. Nenhuma acusação contra ele foi jamais provada; e se sente dentro da igreja que esta acção foi politicamente motivada. Para pôr isto em contexto, perseguição injustificada de cristãos inocentes por razões políticas foi uma característica frequente nos últimos 2000 anos de história.
Mito: O Centro de Ajuda alega curar pessoas.
Verdade: O Centro de Ajuda não alega curar pessoas mas acreditamos que Deus pode curar pelo poder da fé e isto está de acordo com o crescente interesse nos efeitos de cura da oração (para problemas como a saúde) que existe em toda a comunidade cristã.
Organizamos reuniões todas as terças-feiras que são especialmente feitas para conectar com o poder da fé para beneficiar os participantes que podem estar sofrendo com doenças.
Em relação ao Centro de Ajuda, no entanto, nós não temos especialistas de perícia médica, então as pessoas que comparecem ao Centro de Ajuda com uma doença sempre são aconselhadas a ir ao seu médico para um diagnóstico adequado. Semelhantemente, qualquer um que diga ter sido curado, enquanto assistia a uma de nossas reuniões é sempre encaminhado a seu médico, porque nós não reconhecemos uma cura a menos que for confirmada por um médico qualificado. (Por favor note que: estamos felizes em publicar evidência médica com nossos testemunhos).
Mito: O Centro de Ajuda é ganancioso pois pede dízimos e ofertas.
Verdade: A IURD não é gananciosa. O dízimo é parte da doação financeira de muitas igrejas cristãs para apoiar o trabalho do ministério e pagar para a manutenção dos edifícios. As pessoas são livres para escolher se querem dar ou não. É uma contribuição voluntária feita em consonância com a maioria das outras igrejas evangélicas. Nós não somos diferentes nisso. A igreja é inteiramente financiada em dízimos e ofertas. Ninguém é forçado ou obrigado a dar quantias de dinheiro. Todas as ofertas dadas na IURD são ofertas voluntárias, como em qualquer outra igreja.
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