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sábado, 8 de dezembro de 2018

Economista comprova impacto positivo da religião sobre o fim da pobreza

Experimento científico recente envolveu 6.000 famílias

Expressão “Deus seja louvado” em nota de R$ 20.
(Foto: Fábio Tito/G1)
“Freakonomics” é um popular programa de rádio e podcast sobre economia. Seu apresentador, Stephen J. Dubner, entrevistou esta semana três homens que conduziram um experimento científico nas Filipinas: James Choi, professor de finanças da Universidade de Yale; o economista Dean Karlan, presidente e fundador da Ação Inovadora contra a Pobreza (IPA); e o pastor David Sutherland, presidente do Ministério Internacional de Cuidado (ICM).
Choi e Karlan trabalham juntos na IPA. Eles relatam que decidiram estudar o impacto real de um ministério cristão para descobrir se a religião resulta em sucesso na vida das pessoas ou se é apenas uma coincidência.
Mas tiveram dificuldade em encontrar um ministério que aceitasse fazer parte do experimento porque uma das exigências era que não poderiam pregar suas crenças ao público-alvo, chamado de “grupo de controle”.
Contudo, o ICM decidiu aceitar porque viu uma oportunidade de descobrir o quanto o que eles faziam realmente dava certo. Se a experiência indicasse o contrário, Sutherland iria mudar seu programa para melhor atender às pessoas em situação de pobreza.
Por uma questão de transparência, Karlan deixou claro que não é cristão e que o experimento seria “estritamente científico”.
O grupo estudado foi de habitantes das Filipinas, que participariam de um programa chamado Transform, ministrado por pastores locais e por obreiros treinados da ICM. Normalmente, os participantes do programa reúnem-se semanalmente e recebem aulas semanais de meia hora sobre religião/valores, economia e treinamento em saúde.
O desafio era tentar descobrir se a religião era capaz de “melhorar a condição econômica”. Eles acompanharam o experimento por amostragens durante seis meses. E a comprovação veio, mostrando que havia uma correlação de causa e efeito.
O Experimento
A ICM enviou 160 pastores filipinos locais para duas aldeias onde eles não haviam ministrado antes. Cada pastor escolheu 30 famílias em cada uma das aldeias, identificadas como sendo entre os mais pobres.
Aleatoriamente, os moradores tiveram aulas de um dos quatro níveis diferentes do programa Transform. O primeiro grupo recebeu o “pacote completo”. O segundo grupo teve apenas o treinamento de religião/valores do pastor local.
O terceiro grupo ouviu somente o treinamento em economia e saúde – sem falar sobre religião. Esse grupo nem se encontrava em uma igreja como acontecia com os outros grupos. O quarto grupo – o grupo de controle – não recebeu treinamento algum. Eles falavam apenas sobre suas vidas e seus problemas.
“Queríamos que o estudo fosse sobre o efeito da religiosidade nos resultados econômicos”, assegura Choi. “Acabamos trabalhando com 6.000 residências”, complementou Karlan.
Seis meses depois, os três pesquisadores voltaram para ver o que havia mudado para as famílias e aldeias envolvidas.

Treinamento religioso aumentou a renda

A primeira questão a ser respondida é se o programa que ensinava religião os tornava mais religiosos. Eles leram a Bíblia e foram mais à igreja? A resposta foi um sonoro “sim”.
A segunda pergunta avaliada é como o aumento da religião na vida de alguém afeta sua pobreza. “Apenas ser exposto ao currículo religioso aumentou a renda em 9%, em relação ao grupo de controle”, apontou Choi, destacando que “Isso é realmente muito perceptível, pois significava comida na mesa”.
Freakonomics é um programa de rádio secular, mas não ignorou como o estudo comprovou que a fé em Deus gerou mais esperança e otimismo, além de elevar o padrão da ética do trabalho.
Karland, que se declara agnóstico, disse que não entendia sobre o motivo por trás das mudanças visíveis, mas admitiu: “Estou muito interessado em entender melhor sobre essa esperança oferecida a eles”.

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terça-feira, 16 de agosto de 2011

Cause boa impressão, entrevistas de emprego


Se está à procura de uma vaga de trabalho, então, deve estar preparado/a para as entrevistas de emprego. E, na hora da conversa, vários detalhes são observados pelo/a avaliador/a, o qual analisará se está apto/a ou não para assumir qualquer função dentro daquela empresa. Sendo assim, é bom ficar atento/a às dicas, para não passar vergonha na hora de ser entrevistado/a.
Aja naturalmente
De acordo com a consultora de imagem Ciça Gut, deverá agir com naturalidade, descobrindo qual é o seu perfil. Por isso, ter cuidado e zelo consigo mesmo/a é fundamental, pois nem sempre terá uma nova oportunidade para causar uma boa impressão.
Preserve a imagem pessoal
A consultora explica que, antes mesmo de dizer “Bom dia!”, a sua imagem já está a transmitir para a outra pessoa diversas mensagens sobre si. “Transmitir tranquilidade, naturalidade e não mentir em hipótese alguma é o início para que tudo dê certo”, ressalta.
Tenha estilo
Valorize e aprimore o seu estilo através do seu vestuário, pois, a escolha correta de roupas e acessórios é muito importante quando for fazer a entrevista. Dê preferência ao vestuário que combine com a sua personalidade. De acordo com a especialista, o visual de uma pessoa, incluindo roupas, acessórios, cabelo e maquilhagem, é tão importante, que é responsável por 55% do sucesso da entrevista. Sendo a postura e as expressões faciais e corporais, o tom de voz e os gestos responsáveis por 38% e o discurso por 7%.
Não tropece no português
Ciça afirma que roupas discretas, cabelos limpos e unhas cortadas são essenciais, mas, aliados à fala correta do português, com objetividade e coerência, poderão garantir uma boa impressão logo à primeira.
Tenha segurança
Porém, nada do citado acima adiantará se estiver inseguro/a. Por isso, deverá ter um aperto de mão firme e olhar nos olhos do/a entrevistador/a. Nada de ficar com medo! Com isso, já estará a dar um grande passo para obter uma ótima impressão para assumir uma vaga no mercado.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

5 países com economias em crescimento

Brasil

É um país em pleno crescimento económico, é atualmente a oitava maior economia do mundo, e prevê-se uma expansão de 4% para 2011 e 2012. Existe uma grande procura de mão de obra, qualificada, em áreas como engenharias, investigação cientifica e turismo. O Governo tem, inclusive tentado atrair profissionais através de bolsas. A língua portuguesa é uma vantagem, mas o importante é ir já com uma oportunidade definida, porque sem emprego não se consegue visto e sem visto não se consegue emprego. O ideal é assegurar o emprego previamente através de contacto direto com empresas. A segurança costuma ser o maior problema levantado neste destino.
Alemanha
É um dos países europeus com melhor crescimento atual, e supõe-se que se mantenha em crescimento na ordem dos 2%, pelo menos durante os próximos dois anos. As exportações até ao fim de 2010 devem crescer 15% e as importações 14% este ano e 7’7% em 2011. Está em décimo lugar no ranking dos países com melhor nível de vida, tem um custo de vida muito superior ao português, mas tem igualmente ordenados e apoios sociais maiores. No entanto, é imprescindível saber alemão, tendo um estrangeiro sempre mais oportunidades de trabalho, em multinacionais do que propriamente nas tradicionais pequenas médias empresas nacionais, não é necessário visto de trabalho.
China
É a terceira maior economia do mundo e irá disponibilizar as maiores oportunidades de emprego e negócio, nos próximos dois anos. O Fundo Monetário Internacional (FMI) fala de um crescimento de 10% em 2011 e 2012. Contudo, para ser aceite pelas multinacionais, tem que ter experiencia e/ou uma rede de contactos no país. É considerado um país com muito para explorar, com óptimas oportunidades de criar negócios. Durante este ano, a produção industrial chinesa aumentou 19,6% e as vendas a retalho (principal indicador de consumo interno) 17,9%. O lado mau deste destino, é a poluição, corrupção e liberdade de expressão limitada.
Qatar
É uma economia liderada por gás, petróleo e construção e procuram constantemente profissionais nas áreas da gestão, mercados financeiros e engenharias. O FMI calcula um crescimento na ordem dos 18% nos próximos 2 anos, o maior e mais rápido do mundo. Tal como no Brasil o contacto prévio é fulcral, normalmente só são aceites pessoas de fora com o chamado fator “C” (cunha), que neste caso poderá ser a empresa empregadora. Este emirado do Oriente Médio, ocupa o 41º lugar no ranking, de lugares com melhor nível de vida, da “The Economist”, mas choca muitas vezes pelas diferenças culturais.
Austrália
Se procura qualidade de vida, este é o destino, encontra-se entre os dez primeiros países com melhor clima, segurança e ambiente multicultural. A sua economia está em constante crescimento, prevendo-se uma taxa de 3,5% para 2011 e 2012. É considerado um país com muitas restrições quanto à entrada de estrangeiros, no entanto, neste momento está predisposto a receber imigrantes. É país com uma grande indústria mineira, atualmente procuram profissionais qualificados nas áreas de, engenharias, tecnologias de informação ou medicina, mas só vale a pena tentar se falar inglês.
Obrigado pela sua VISITA!
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