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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Google é condenado a pagar honorários à IURD devido à exibição de vídeos no You Tube

A empresa Google Brasil Internet deve pagar honorários advocatícios à Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) no valor de R$ 2.500. A decisão é do ministro Luis Felipe Salomão, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que deu provimento a um recurso da igreja.

A IURD ajuizou ação de obrigação de fazer em razão da veiculação de vídeos ofensivos no site You Tube. Os vídeos foram retirados do ar e foi fornecida a identificação dos usuários responsáveis pela publicação. Como o objetivo da ação foi atingido, a disputa entre as partes permaneceu apenas quanto ao pagamento dos honorários advocatícios.

Em primeiro grau, o Google foi condenado a pagamento a verba honorária. Ao julgar a apelação, o Tribunal de Justiça de São Paulo afastou a condenação por entender que a IURD deu causa à propositura da ação.

A igreja ajuizou agravo de instrumento no STJ para que fosse admitido o recuso especial contra a decisão do tribunal paulista. Primeiramente, o agravo não foi conhecido pela Presidência do STJ porque faltava procuração de advogados.

Ao analisar agravo regimental da IURD, o ministro Luis Felipe Salomão reconsiderou a decisão. Isto porque a Quarta Turma firmou o entendimento de que a juntada de qualquer procuração outorgada ao advogado do agravado satisfaz a exigência do artigo 544, parágrafo 1º, do Código de Processo Civil.

Ao analisar o mérito do pedido, o ministro Salomão ressaltou que o princípio da causalidade determina que os honorários advocatícios sejam suportados por quem deu causa a ação. Ele considerou que o litígio teve origem com a exibição das imagens, de forma que quem deu causa à ação foi o Google, ao exibir os vídeos. Portanto, é a parte ré quem deve pagar os honorários.

Segundo o ministro Salomão, "a retirada dos vídeos pela própria ré e o fato de ela estar compelida a resguardar o sigilo de seus usuários não modifica o motivo que originou a demanda, embora tais fatos influenciem no arbitramento do valor da verba honorária". Ele considerou que a quantia fixada na sentença era razoável e não deveria ser alterada pelo STJ.

Com essas considerações, o ministro Salomão conheceu do agravo de instrumento para dar provimento ao recurso especial, restabelecendo a condenação em honorários advocatícios imposta na sentença.


Fonte: Coordenadoria de Editoria e Imprensa - STJ 

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sábado, 19 de dezembro de 2009

Redes sociais atraem interesse de empresas

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Saiu hoje uma reportagem no valor econômico sobre um estudo desenvolvido pela In Press Porter Novelli e pela empresa de análise de mídia E.Life que constatou que há espaço em todas as redes sociais para desenvolver estratégias de marketing. Mas as relações com os consumidores precisam ser estabelecidas de maneiras diferenciadas em cada uma delas. A pesquisa foi feita com 1.277 internautas que escrevem com frequência nas redes, estão entre os ‘blogueiros’ e ‘twitteiros’ de maior audiência na internet brasileira e, em 2008, comentaram sobre produtos e serviços nesses sites.
Diferentes motivações levam um internauta a adotar uma rede social para interagir. De acordo com o levantamento, 69,4% dos usuários acessam o Twitter para ler notícias e 64,6%, para divulgar conteúdo. No Orkut, manter o contato com amigos e familiares é a principal motivação para 86% dos internautas; a busca por informações nessa rede é prioridade para 20% dos entrevistados. O YouTube é fonte de entretenimento para 89,6% dos internautas. E os blogs são utilizados sobretudo para a divulgação de conteúdos, de acordo do 86,1% dos usuários; 42% do total também veem nos blogs uma fonte de informação.
Entre os entrevistados, 47% gastam mais de 40 horas por semana navegando em redes sociais. Usuários de 19 a 25 anos de idade representam 37,4% do total e aqueles com 26 a 35 anos, 36,3% da amostra. A renda média de 42,7% dos internautas supera R$ 4.151 por mês e 51% possuem curso superior completo ou pós-graduação.
As redes mais acessadas por essas pessoas são o Twitter (68%), Orkut (63,1%), YouTube (28,7%), Blogger e Blogspot (25,9%). Ainda conforme o estudo, 90,1% dos usuários entrevistados usam a internet para pesquisar sobre produtos e serviços antes da compra; 79,3% fazem compras em sites e 42,9% recomendam o produtos e serviços nas redes sociais. As críticas são inseridas em todos as redes. No Twitter, 27,8% dos internautas criticaram marcas; o percentual de consumidores reclamantes foi menor nos blogs (15,1%), no Orkut (15%) e no YouTube (6,9%). “O estudo mostrou que 29,3% dos internautas usam as redes para pesquisar produtos. Elas não são só um canal de reclamação, são também um meio para prospectar clientes, para saber o que um concorrente faz, para reverter uma imagem arranhada”, afirma o presidente da E.Life, Alessandro Barbosa Lima.
Para interagir, as empresas precisam adaptar a linguagem ao perfil de cada rede social, observa Lima. O diretor da In Press, Hugo Godinho, afirma que o interesse em ’seduzir’ os consumidores nesses sites tem levado empresas a contratar um novo tipo de profissional: o relações públicas online, profissional que tem como tarefa acessar as redes, relacionar-se com os internautas e elaborar estratégias de comunicação para esse público. “As companhias mantêm a preocupação com o pós-venda, mas também passam a dar mais importância para o marketing pré-venda”, diz.
Ele observa ainda que, além das relações com os consumidores, as companhias também procuram blogueiros para veicular peças publicitárias ou inserir links patrocinados. Conforme a pesquisa, 17,1% dos usuários de blogs foram procurados para inserção de publicidade e 86% desse total aceitou a inserção de anúncios pagos. Entre aqueles que não foram procurados, 80,9% afirmaram que aceitariam esse tipo de intervenção em seus blogs. O estudo revelou ainda que os usuários não deixaram de utilizar meios de comunicação tradicionais. Pela pesquisa, pelo menos uma vez por semana, 85,6% dos internautas assistem a TV aberta; 77,3% leem revistas, 74,2% leem jornais, 72,2% ouvem rádio e 70,2% veem TV a cabo.
Fonte: Valor Econômico – 2009
Toda Informação está AQUI!

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

O que o Google sabe sobre você?

Já parou para pensar na quantidade de informação sobre sua vida, você já publicou na internet?
É amigo(a), se você tem Orkut, Myspace, Facebook, Twitter ou qualquer outra rede social que o google tem acesso, saiba que ele sabe quase tudo da sua vida (aproveita e me add lá :]).

O bom, é que você pode saber o que ele sabe também, e isso é simples, só acessar esse link e descobrir.



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