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sábado, 21 de maio de 2016

PEDOFILIA OFICIAL: CASAMENTO COLETIVO DE 450 HOMENS COM MENININHAS COM MAIS DE 4 ANOS EM GAZA


Recebi essa matéria por email e conferi a fonte. Infelizmente é verdade. Estou chocado com tamanha atrocidade. Que mundo é esse meu Deus? E pensar que pela ocupação demográfica em breve serão maioria no mundo. É assustador.


A História Oculta do Mundo: A Pedofilia do Hamas

Enquanto a imprensa exalta os “lutadores da liberdade do Hamas”, os “rebeldes”, o mundo desconhece uma das histórias mais SÓRDIDAS de abuso infantil, torturas e sodomização do planeta, vinda do fundo dos esgotos de Gaza: os casamentos pedófilos do Hamas, que envolvem até crianças de 4 anos. Tudo com a devida autorização da lei do islamismo radical.

Infância perdida, abuso certo: ficaremos calados?

A denúncia é do Phd Paul L. Williams e está publicada no blog thelastcrusade.orge é traduzida com exclusividade no Brasil pelo De Olho Na Mídia (ninguém mais na imprensa nacional pareceu se interessar pelo assunto).

Um evento de gala ocorreu em Gaza. O Hamasfoi o patrocinador de um casamento em massa para 450 casais. A maioria dos noivos estava na casa dos 25 aos 30 anos; a maioria das noivas tinham menos de dez anos.

Grandes dignatários muçulmanos, incluindo Mahmud Zahar, um líder do Hamasforam pessoalmente cumprimentar os casais que fizeram parte desta cerimônia tão cuidadosamente planejada.

“Nós estamos felizes em dizer à América que ela não pode nos negar alegria e felicidade”, Zahar falou aos noivos, todos eles vestidos em ternos pretos idênticos e pertencentes ao vizinho campo de refugiados de Jabalia.

Cada noivo recebeu 500 dólares de presente do Hamas.

As garotas na pré-puberdade (pré-puberdade?????), que estavam vestidas de branco e adornadas com maquiagem excessiva, receberam bouquetsde noiva.

“Nós estamos oferecendo este casamento como um presente para o nosso povo que segue firme diante do cerco e da guerra“, discursou o homem forte do Hamas no local, Ibrahim Salaf.

As fotos do casamento relatam o resto desta história repugnante.

Noivas de 4 a 10 anos e presentes de $500


O Centro Internacional Para Pesquisas Sobre Mulheres estima agora que existam 51 milhões de noivas infantis vivendo no planeta e quase todas em países muçulmanos.

Quase 30% destas pequenas noivas apanham regularmente e são molestadas por seus maridos no Egito; mais de 26% sofrem abuso similar na Jordânia.

Todo ano, três milhões de garotas muçulmanas são submetidas a mutilações genitais, de acordo com a UNICEF. A prática ainda não foi proibida em muitos lugares da América.
Nesta hora até a miséria desaparece de Gaza: carros de luxo para meninas reduzidas a lixo.
A prática da pedofilia teria base e apoio do islã. O livro Sahih Bukhari em seu quinto capítulo traz que Aisha, uma das esposas de Maomé teria seis anos quando se casou com ele e as primeiras relações íntimas ocorreram aos nove. O período de espera não teria sido por conta da pouca idade da menina, mas de uma doença que ela tinha na época. Em compensação, Maomé teria sido generoso com a menina: permitiu que ela levasse todos os seus brinquedos e bonecas para sua tenda…

Mais ainda: talvez o mais conhecido de todos os clérigos muçulmanos deste século, o Aiatóla Komeini, defendeu em discursos horripilantes a prática da pedofilia:

“-Um homem pode obter prazer sexual de uma criança tão jovem quanto um bebê. Entretanto, ele não pode penetrar; sodomizar a criança não tem problema. Se um homem penetrar e machucar a criança, então ele será responsável pelo seu sustento o resto da vida. A garota entretanto, não fica sendo contada entre suas quatro esposas permanentes. O homem não poderá também se casar com a irmã da garota… É melhor para uma garota casar neste período, quando ela vai começar a menstruar, para que isso ocorra na casa do seu marido e não na casa do seu pai. Todo pai que casar sua filha tão jovem terá assegurado um lugar permanente no céu”.

Esta é a história que a mídia não conta, que o mundo se cala e não quer ver, ou que não querem que você saiba.


Mas agora você está ciente, não tem mais jeito! Vai ficar calado? Cobre os veículos de mídia, aja! Se você não fizer nada, ninguém poderá salvar estas vítimas inocentes do inferno do Hamas e similares.



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quarta-feira, 2 de março de 2016

Bispos católicos são acusados de encobrir centenas de casos de abuso sexual infantil

Os crimes aconteceram ao longo de 40 anos, na Pensilvânia, Estados Unidos

Dois bispos católicos, que lideravam uma pequena igreja no estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos, ajudaram a encobrir centenas de casos de abuso sexual infantil, cometidos ao longo de 40 anos por mais de 50 padres e líderes religiosos, de acordo com um relatório de 147 páginas, emitido nesta terça-feira (1º) pelo júri responsável pela investigação.

Segundo o portal norte-americano Fox News, o inquérito foi baseado em dados encontrados em um arquivo pessoal da diocese Altoona Johnstown, lar de mais de 100 mil católicos, após um mandado de busca iniciado em agosto do ano passado.
Em pronunciamento, a procuradora-geral da Pensilvânia, Kathleen Kane (foto abaixo), disse que os dois bispos “priorizaram o desejo de evitar um escândalo público ao bem-estar das crianças”. O mais difícil do processo agora é aplicar penas criminais, já que muitos desses padres, responsáveis pelos abusos, já morreram; em outros casos, o tempo de julgamento já expirou ou as vítimas estão muito traumatizadas para depor. “As almas dessas crianças foram mortas. Elas não estão jogando baseball, elas estão tentando evitar padres”, disse Kane sobre as vítimas dos abusos.
Religiosos infratores

O relatório envolve especialmente os bispos James Hogan – que liderou a diocese de 1966 a 1986 e morreu em 2005 – e Joseph Adamec, que o sucedeu e se aposentou em 2011, mas ainda está vivo. No entanto, o ex-sacerdote se recusou a testemunhar perante o júri em novembro último, o que indicaria uma autoincriminação. Seu advogado disse que as acusações contra Adamec são infundadas, já que, na época, ele enviou alguns padres acusados para avaliação psiquiátrica e a maioria deles foi afastada do clero.
Segundo o documento, os abusos foram cometidos em lugares como parques, confessionários, além de um orfanato da catedral católica. Um dos bispos que ocultou os crimes é acusado de ter transferido padres infratores, incluindo um que foi enviado para uma escola de meninos.

Série de escândalos

Os casos de escândalo de pedofilia entre padres entraram em ascensão nos Estados Unidos em 2002, a partir de denúncias. A Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos estima que as dioceses norte-americanas já pagaram quase 4 bilhões de dólares desde 1950 para resolver as reivindicações com vítimas.

Em algumas dioceses, os bispos criaram uma “tabela de valores” sobre quanto as vítimas deveriam receber de indenização da Igreja Católica.

“Centenas de crianças provavelmente poderiam ter sido salvas de uma vida miserável se algo tivesse sido feito lá atrás e, o mais importante, muitos desses abusadores poderiam ter sido processados criminalmente”, lamentou o advogado Richard Serbin, que tem lutado contra a diocese durante décadas.

Cura interior

Para essas vítimas, a dor maior não é a da impunidade, mas a ferida causada na alma, a qual punição alguma poderá curar. Os traumas foram levados para a vida e consequentemente para outras relações. Somente por meio da cura interior será possível reconquistar a alegria de viver. É com esse objetivo que o projeto Raabe, da Universal, tem ajudado milhares de mulheres vítimas de todo tipo de abuso, desde a violência doméstica à sexual. Se você é vítima, não se cale, peça ajuda hoje mesmo. Para conversar com uma das voluntárias do projeto, ligue para (11) 3573-3505 ou (11) 95349-0505.
Qual a sua opinião sobre a atitude dos bispos católicos ao encobrirem os abusos contra as crianças?  

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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Vaticano indicia cinco pessoas por documentos vazados

Do que a Cúria Romana tem medo? Instituição não aceita denúncias comprovadas e pune os “inimigos”

Segredos, mistérios, medo e suspense. Em 2012, uma série de escândalos veio à tona após o vazamento de documentos secretos envolvendo o Vaticano. 

O caso repercute até os dias atuais e, no final de novembro deste ano, a Justiça do próprio Vaticano indiciou cinco pessoas: os jornalistas italianos Gianluigi Nuzzi e Emiliano Fittipaldi, o padre espanhol Lucio Ángel Vallejo Balda, a consultora italiana Francesca Immacolata Chaouqui e Nicola Maio, um colaborador de Vallejo. Todos podem pegar até oito anos de prisão. De acordo com a lei do Vaticano, a divulgação de arquivos confidenciais é considerada crime.

Nos arquivos, há cartas confidenciais do ex-papa Bento XVI, relatos de escândalos sexuais e crimes, como pedofilia e desvios de dinheiro, entre outros.

O caso recebeu o nome de “Vatileaks” pela imprensa e todas as notas, mensagens e telegramas divulgados mostram outro lado do Vaticano, rodeado por mentiras, conspirações e disputas de poder. Esses textos foram divulgados em livro pelo jornalista investigativo Gianluigi Nuzzi. O nome dele despertou um grande desconforto em toda Cúria Romana, que, imediatamente, iniciou uma investigação para descobrir o responsável pelo vazamento das informações.

Os cinco acusados de “formação de quadrilha” – por terem divulgado notícias que afetam os interesses da cúpula católica – são símbolos que representam a verdadeira face da Igreja Católica: uma instituição com muitos segredos e que, agora, revela ter medo da verdade.

No período da Inquisição, na Idade Média, no século XII, os tribunais condenavam todos aqueles que eram considerados uma ameaça à doutrina católica. Hoje em dia não há mais Inquisição, mas os julgamentos atuais mostram que a Igreja ainda esconde muitas coisas atrás de suas doutrinas. Será que existe o receio de que as verdades sejam reveladas? Quem não deve, não teme.

Não seria mais coerente assumir o erro e seguir em frente? Ao que parece, a Igreja não quer que a realidade seja apresentada.

Os escândalos de corrupção e pedofilia são exemplos de que há algo de errado com a Igreja Católica. Eles estão contribuindo para que a instituição perca credibilidade e, principalmente, fiéis no Brasil e ao redor do mundo.

De acordo com o último censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2010, a Igreja Católica perdeu cerca de 1,7 milhão de seguidores na última década. Diante de tantas polêmicas e de tantos crimes abafados em Roma, não é difícil compreender os verdadeiros motivos.

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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

ONU pressiona Vaticano a entregar pedófilos

Igreja Católica é colocada contra a parede pela Organização das Nações Unidas e precisa pôr um fim nos casos de abuso sexual

Foi com base em declarações como “as mesmas mãos que abusavam de mim me davam a comunhão”, de uma das vítimas de pedofilia, a irlandesa Marie Collins – que sofreu abuso aos 13 anos –, que a Organização das Nações Unidas (ONU) foi a fundo nas denúncias envolvendo padres da Igreja Católica e pediu os nomes de todos os envolvidos com o crime de pedofilia.
Essa apuração das diversas acusações que a Igreja Católica vem recebendo teve origem no papado de Bento XVI (2005-2013), quando diversos escândalos vieram à tona, entre eles um relatório de 2009 que detalhava décadas de violência sexual contra crianças em orfanatos, reformatórios e escolas de propriedade ou dirigidas por membros da Igreja Católica na Irlanda.

No caso de reformatórios, o mais comentado é o das lavanderias das Irmãs de Maria Madalena, que ficou sob a administração da Santa Sé até 1996, nas quais prostitutas e mães solteiras eram obrigadas a fazer trabalho escravo e abusadas sexual, fisica e psicologicamente.
Em julho de 2013, assim que deu início ao seu pontificado, o papa Francisco endureceu as penas para os casos relacionados a abusos de menores.

Não se sabe ao certo se foi para eliminar o problema ou para escondê-lo que o papa e oito cardeais que o assessoram na reforma da Cúria anunciaram a criação de uma comissão, em dezembro do ano passado, para lutar contra a pedofilia.
No dia 16 de janeiro, o porta-voz do Vaticano na ONU compareceu diante de um painel de especialistas da organização, mas evitou falar a respeito do assunto.

Agora, o Comitê da ONU sobre os Direitos da Criança acusou o Vaticano de nunca ter reconhecido a relevância dos crimes de abusos sexuais contra menores cometidos por sacerdotes e de não ter tomado as devidas providências para proteger as crianças, o que teria provocado a continuidade dos abusos e a impunidade dos agressores.

O alto escalão da ONU exigiu no início de fevereiro que o Vaticano demitisse os culpados por abuso sexual dos cargos e que eles fossem entregues à polícia.
A Cúria Romana se defendeu das críticas da ONU sobre a falta de proteção das crianças contra os abusos do clero acusando o organismo de interferir no ensino católico e no exercício da liberdade religiosa.
O porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, que esteve em Madri, também defendeu a igreja, o que já era de se esperar, mas admite que a igreja tem de explicar sua posição e os seus erros. Agora, o que se pergunta é por que, mesmo tendo conhecimento dos casos há tantos anos, a Igreja Católica não tomou a atitude de expulsar e punir os padres pedófilos.

O certo é que a mesma igreja que condenou o filósofo italiano Galileu Galilei por sustentar que a Terra não estava parada, mas que se movia, é a que hoje, além de ter de aceitar que a Terra se move, talvez tenha que admitir que milhares de crianças no mundo foram vítimas de padres pedófilos.
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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

EXCLUSIVO: O BANCO DO VATICANO É O PRINCIPAL ACIONISTA DA MAIOR INDÚSTRIA DE ARMAS DO MUNDO.

Talvez poucas pessoas saibam que Pietro Beretta fábrica Ltd. (e a maior indústria de armas do mundo) e é controlada pela Holding SpA Beretta e o acionista controlador da Beretta Holding SpA Ugo Beretta após Gussalli é o IOR (Instituto para as Obras de Religião [vulgarmente conhecido como Banco do Vaticano]) instituição privada fundada em 1942 pelo Papa Pio XII, com sede na Cidade do Vaticano. A história por trás disso é a seguinte:

Roma não foi construída em um dia, nem o Vaticano, menos o seu patrimônio presente. Eles tem suas raízes no século IV da era cristã, quando o imperador Constantino se converteu ao cristianismo e disponibilizou para o Papa Silvestre I uma colossal fortuna, na verdade se transformou no primeiro Papa rico na história.





A Igreja Católica é a única organização religiosa no mundo que tem como uma sede independente do estado: Cidade do Vaticano, com 2 km2 de superfície o Vaticano é muito menor do que muitos campos de golfe do mundo, e para segui-lo lentamente não vai precisar de muito mais precisará de mais que um dia, para contar suas riquezas.
A riqueza moderna Vaticano confia na generosidade de Benito Mussolini , que, graças à assinatura do Tratado de Latrão entre o seu governo e o Vaticano, obteve a concessão para a Igreja Católica a uma série de salvaguardas e medidas de proteção. A "Santa Sé" teve que ser reconhecida como um Estado soberano, o benefício da isenção fiscal de sua propriedade para o benefício dos seus cidadãos, que tinham de pagar direitos assim importando do exterior. Foi-lhe concedido imunidade diplomática e diplomatas começaram a desfrutar de pós-privilégios da profissão, bem como diplomatas estrangeiros acreditados junto da Santa Sé. Mussolini prometeu introduzir o ensino da religião católica em todas as escolas do país e deixar que a instituição do casamento sob o patrocínio do direito canônico, que não admitia o divórcio. Os benefícios eram enormes dado o Vaticano, incluindo benefícios fiscais, que eram dominantes.




Em 1933, o Vaticano, mais uma vez demonstrou a sua capacidade de se envolver em negócio lucrativo com os governos fascistas. No 1929 concordata assinado com Mussolini, foi seguido por um outro entre a Santa Sé e o 3 º Reich de Hitler. O gerente de Francesco Pacelli foi uma das figuras-chave do pacto com Mussolini, seu irmão Cardeal Eugenio Pacelli, futuro Papa Pio XII, foi encarregado de negociar como Secretário de Estado do Vaticano, o tratado com a Alemanha de Hitler. 
Pio XII sabia Alemanha também. Foi núncio em Berlim, durante a Segunda Guerra Mundial e, em seguida, como Secretário de Estado de Pio XI, havia inúmeras aparições antes do curso que estava tomando a política alemã. Nessa qualidade, ele interveio decisivamente na encíclica de Pio XI, conhecido como "Mit brennender Sorge" (que se traduz "como ardente preocupação"). 
A iniciativa da esquerda encíclica, ao contrário da crença popular, dos bispos alemães, fez com que o primeiro rascunho fosse escrito em Roma pelo Cardeal Faulhaber. O então cardeal Pacelli, que dominou o alemão deu forma final, apresentado a Pio XI, foi assinado e publicado. Apesar da pressão constante e grande mundo, o Papa Pio XII sempre se recusou a excomungar Hitler e Mussolini, a sua pontificado foi marcada pela adoção de uma falsa postura de neutralidade. Quando os nazistas invadiram a Polônia, Pio XII recusou-se a condenar a invasão, uma das maiores vantagens que o Vaticano iria ficar em um negócio muito lucrativo que teve com Hitler foi a confirmação Kirchensteuer, ou imposto de igreja, é um imposto estadual que ainda hoje deve pagar os crentes alemães, e só pode escapar se renunciar à sua religião. Na prática, são muito poucos os que renunciam a ela. Este imposto só representa entre 8 e 10% do total do imposto arrecadado pelo governo alemão.


Um estado que se denomina ''cristão'' e que é contra a guerra ser acionista da maior empresa de armas do mundo, podemos chamar isso e concluir em uma tremenda hipocrisia.
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terça-feira, 3 de abril de 2012

"Fui abusado pelo meu próprio tio"

Veja o depoimento de um homem que resgatou a dignidade na IURD, através da fé, após ter sido violentado sexualmente na infância

É muito difícil para uma pessoa abrir seu coração e trazer à tona lembranças de um passado não muito feliz; trágico, na verdade. Vítimas de pedofilia são pessoas que carregam um fardo pesado e levam marcas da violência praticada por gente que muitos preferem nem chamar de ser humano. A seguir, o relato do advogado José Luiz Santos (*), de 33 anos, que teve a infância marcada pelo trauma de ter sido violado até pelo tio, mas que recuperou a autoestima através da fé em Deus.

Como e com que idade você foi abusado sexualmente?

Por volta dos meus 6 anos. Fui violentado sexualmente por um homem muito próximo da minha família, que não despertava nenhum tipo de suspeita. Hoje, situações desse tipo são comuns de serem denunciadas, e até vão parar nos jornais e noticiários. Porém, quando aconteceu comigo, isso não fazia parte das preocupações dos pais e mães daquela época, o que tornava as pessoas que praticavam barbaridades desse tipo ainda mais invisíveis.

Como foi a abordagem do pedófilo?

As imagens que tenho na minha memória são desse homem me levando para “brincar” em sua casa, com o consentimento de minha mãe, que não fazia ideia do que aquilo representava. Lá, lembro-me que ele se despia, e a mim também, e praticava coisas comigo que fugiam completamente do meu entendimento do que era certo ou errado até então. Não lembro nem mesmo o nome desse homem. Recordo que, de uma hora para outra, ele foi embora, mudou de cidade. Mesmo depois de adulto, nunca perguntei dele para a minha mãe.

Infelizmente, você foi vítima de abuso sexual, novamente. Sendo que desta vez o homem em questão era seu tio, não é?

Por volta dos meus 8 anos, uma situação semelhante voltou a se repetir comigo. Dessa vez, o meu algoz estava bem perto. Ele era o meu tio. Obviamente, a proximidade entre nós era algo natural, já que ele frequentava a minha casa, e eu a dele, como qualquer parente faz. Éramos vizinhos.

No começo, ele fazia certas brincadeiras que sempre terminavam com abraços ou que, de alguma forma, permitiam um contato físico entre nós. Algum tempo depois, ele disse que queria me mostrar algo em sua casa. Sem desconfiar de nada, fui até lá e acabei sendo impedido por ele de sair do local. Inicialmente, meu tio procurou estabelecer uma relação de cumplicidade, dizendo que aquele seria “o nosso segredo”, e que não poderíamos contar nada do que iria acontecer para ninguém, caso contrário, meus pais iram brigar comigo.

Quantas vezes esses encontros aconteceram?

Lembro que essa situação se repetiu algumas vezes. Não me recordo exatamente quantas. Ele encontrava formas de ficar a sós comigo e, assim, me usar como um objeto sexual. Isso aconteceu durante 1 ano, provavelmente. Talvez por medo de ser descoberto, meu tio deixou de me procurar. A violência física cessou. No entanto, as feridas deixadas por essas duas experiências que eu vivi já tinham me marcado profundamente.

Que sequelas psicológicas foram deixadas por conta dos abusos?

Não sei precisar o quanto tudo isso foi prejudicial para mim. Quando me lembro da minha infância e adolescência, vejo o quanto fui retraído, reprimido e até sentia certa culpa pelo que aconteceu. Tinha dificuldades de me relacionar com outras crianças, ou mesmo com alguns adultos, e questionava o porquê de essas coisas terem acontecido comigo. Minha relação com o meu pai não era nada boa, pois para mim era como se ele soubesse do que tinha ocorrido comigo e me rejeitasse.

Depois de tudo o que aconteceu, eu criei certa ojeriza com relação à figura masculina. Fiquei com a sensação de que qualquer homem poderia me abordar com a intenção de me molestar. Esse trauma fez com que eu me tornasse um jovem emocionalmente instável. Além disso, era constantemente criticado e rejeitado pela minha família e pelas pessoas mais próximas, pelo meu comportamento reservado. Essa insegurança e desconfiança a respeito dos homens levaram-me a fazer de minha mãe uma espécie de porto seguro. Desenvolvi uma relação de total dependência, pois tinha muito medo de perdê-la.

Você atribui a quê a virada que deu em sua vida?

Foi justamente no momento mais difícil da minha vida que eu recebi a ajuda da maior fonte de poder que existe: Deus. E Ele usou uma amiga como canal para que eu pudesse ser reconduzido ao meu caminho. Ela, sem saber dos meus problemas e complexos, chamou-me para uma reunião na Igreja Universal do Reino de Deus.

Antes de falar da minha experiência na IURD, é importante revelar que fiz primeira comunhão e fui coroinha na Igreja Católica. Quando cheguei à Universal, não imaginava que um culto religioso pudesse ser algo mais profundo, mais intenso, onde a ajuda vinha de uma maneira mais humana, urgente. Na Católica, era tudo meio engessado e formal. Não me sentia nem um pouco à vontade para relatar meus problemas ao padre, pois tinha receio de ser repreendido, de ele achar que eu estava inventando uma história.

Você procurou alguém especificamente? Como você foi ajudado na IURD?

Lembro-me como se fosse hoje. À vontade na IURD e confiante de que seria ajudado, procurei uma obreira para falar sobre meu problema. A pessoa em questão era “tia” da Escola Bíblica Infanto Juvenil (EBI). Foi uma surpresa saber que o sobrinho dela havia passado pelo mesmo problema. Por sua experiência, ela me ajudou de forma incondicional, até por ser uma situação que vivenciou em casa.

Mais integrado e cada vez mais próximo de Deus, passei a fazer parte de correntes de da Força Jovem Brasil, onde encontrei adolescentes que já tinham passado por dramas semelhantes, alguns muito piores do que o meu. Um pastor também foi fundamental para a retomada da minha autoestima. Ele me ajudou muito com propósitos de oração.

Ter dado um testemunho de libertação ajudou de que forma na sua recuperação?

O momento que marcou a minha libertação foi quando eu dei um testemunho através de uma transmissão radiofônica. Devia ter uns 13 anos, na época. Lembro-me que estava passando um feriado na casa de uns amigos, pois era aniversário de um deles. A gente acordou cedo pra ligar para um programa de rádio da IURD com o intuito de enviar uma mensagem de parabéns para ele, ao vivo. Daí eu liguei e consegui desejar os votos de felicidade. O pastor que estava comandando a atração falou que queria a opinião dos ouvintes sobre uma carta que ele havia recebido de uma pessoa que dizia ter sido abusada sexualmente. Não sei o que deu em mim, mas acabei falando que tinha vivenciado a mesma situação, e que tinha conseguido superar o problema. Nem todos na casa sabiam da minha história. Apesar do choque de alguns, todos elogiaram a minha coragem. Falei em rede estadual de rádio. Até hoje não sei se a minha mãe ou algum parente ouviu.

Como está a sua vida hoje?

Posso dizer, de todo o coração, que sou livre do fardo pesado que carregava comigo, e que é possível ser feliz e construir uma nova história. Sou casado, tenho uma família abençoada e sou eternamente grato pelo que Deus fez em minha vida. Sem Ele, não consigo imaginar o que seria de mim hoje em dia. Espero que o meu relato sirva de alerta para os pais, familiares e para toda a sociedade, sobre o perigo que uma criança corre de ter roubada de sua infância algo muito precioso: sua inocência.
redacao@arcauniversal.com
(*) O autor do depoimento pediu para ter o nome preservado, por isso foi usado um pseudônimo

sábado, 22 de maio de 2010

Predadores Sexuais-Proteja os seus filhos

O fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) calcula que existem mais de quatro milhões de sites de Internet que contêm fotografias de menores, inclusive crianças com menos de dois anos.
Segundo a ONU,diariamente são colocadas cerca de 200 novas imagens em circulação na Internet. Estima-se que o mercado de produção e distribuição de imagens pedo-pornográficas rende, anualmente, entre 3 e 20 mil milhões de dólares (entre 2,04 e 13,62 mil milhões de euros).
 

“Para além do número crescente, as imagens de crianças exploradas sexualmente são cada vez mais chocantes”, alerta M’jid Maala, representante especial da ONU para este problema. Estima-se que haja entre 10 mil e 100 mil menores vítimas de redes de pornografia.
Actualmente, nas escolas já decorrem algumas campanhas de alerta sobre este assunto. O objectivo é alertar sobre os riscos que as crianças podem correr e como agir em situações de perigo. Qual a melhor forma de proteger as crianças deste tipo de abusos?
A sua opinião é importante, participe e diga o que pensa sobre este assunto!


Toda Informação DP!
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