Mostrar mensagens com a etiqueta abuso de crianca. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta abuso de crianca. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 2 de março de 2016

Bispos católicos são acusados de encobrir centenas de casos de abuso sexual infantil

Os crimes aconteceram ao longo de 40 anos, na Pensilvânia, Estados Unidos

Dois bispos católicos, que lideravam uma pequena igreja no estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos, ajudaram a encobrir centenas de casos de abuso sexual infantil, cometidos ao longo de 40 anos por mais de 50 padres e líderes religiosos, de acordo com um relatório de 147 páginas, emitido nesta terça-feira (1º) pelo júri responsável pela investigação.

Segundo o portal norte-americano Fox News, o inquérito foi baseado em dados encontrados em um arquivo pessoal da diocese Altoona Johnstown, lar de mais de 100 mil católicos, após um mandado de busca iniciado em agosto do ano passado.
Em pronunciamento, a procuradora-geral da Pensilvânia, Kathleen Kane (foto abaixo), disse que os dois bispos “priorizaram o desejo de evitar um escândalo público ao bem-estar das crianças”. O mais difícil do processo agora é aplicar penas criminais, já que muitos desses padres, responsáveis pelos abusos, já morreram; em outros casos, o tempo de julgamento já expirou ou as vítimas estão muito traumatizadas para depor. “As almas dessas crianças foram mortas. Elas não estão jogando baseball, elas estão tentando evitar padres”, disse Kane sobre as vítimas dos abusos.
Religiosos infratores

O relatório envolve especialmente os bispos James Hogan – que liderou a diocese de 1966 a 1986 e morreu em 2005 – e Joseph Adamec, que o sucedeu e se aposentou em 2011, mas ainda está vivo. No entanto, o ex-sacerdote se recusou a testemunhar perante o júri em novembro último, o que indicaria uma autoincriminação. Seu advogado disse que as acusações contra Adamec são infundadas, já que, na época, ele enviou alguns padres acusados para avaliação psiquiátrica e a maioria deles foi afastada do clero.
Segundo o documento, os abusos foram cometidos em lugares como parques, confessionários, além de um orfanato da catedral católica. Um dos bispos que ocultou os crimes é acusado de ter transferido padres infratores, incluindo um que foi enviado para uma escola de meninos.

Série de escândalos

Os casos de escândalo de pedofilia entre padres entraram em ascensão nos Estados Unidos em 2002, a partir de denúncias. A Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos estima que as dioceses norte-americanas já pagaram quase 4 bilhões de dólares desde 1950 para resolver as reivindicações com vítimas.

Em algumas dioceses, os bispos criaram uma “tabela de valores” sobre quanto as vítimas deveriam receber de indenização da Igreja Católica.

“Centenas de crianças provavelmente poderiam ter sido salvas de uma vida miserável se algo tivesse sido feito lá atrás e, o mais importante, muitos desses abusadores poderiam ter sido processados criminalmente”, lamentou o advogado Richard Serbin, que tem lutado contra a diocese durante décadas.

Cura interior

Para essas vítimas, a dor maior não é a da impunidade, mas a ferida causada na alma, a qual punição alguma poderá curar. Os traumas foram levados para a vida e consequentemente para outras relações. Somente por meio da cura interior será possível reconquistar a alegria de viver. É com esse objetivo que o projeto Raabe, da Universal, tem ajudado milhares de mulheres vítimas de todo tipo de abuso, desde a violência doméstica à sexual. Se você é vítima, não se cale, peça ajuda hoje mesmo. Para conversar com uma das voluntárias do projeto, ligue para (11) 3573-3505 ou (11) 95349-0505.
Qual a sua opinião sobre a atitude dos bispos católicos ao encobrirem os abusos contra as crianças?  

Deixe um comentário.
Curta o Amigos da Universal no Facebook! Obrigado.Volte sempre!

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Vídeo mostra criança bebendo e fumando na Espanha

Na gravação, ela é incentivada por adultos. Assista

Um vídeo publicado recentemente no Facebook provocou a indignação dos internautas ao mostrar uma criança, de aproximadamente 3 anos de idade, bebendo e fumando. O garotinho aparece no colo de um homem romeno, em uma cafeteria na Espanha, ao lado de outro homem. Na conversa, um deles oferece cerveja ao pequeno e, em seguida, coloca o cigarro na boca dele e acende. “Isso é o que é ser um homem de verdade. Aprende”, incentiva o homem.
De acordo com o tabloide britânico Daily Mail, o vídeo foi postado por outro romeno na rede social, pedindo ajuda para identificar os homens. Embora ainda não se saiba o grau de parentesco das pessoas que acompanhavam a criança, a suspeita é de que um deles seja o pai.



Assista ao vídeo e veja o momento em que o menino é incentivado pelos adultos:
Crianças também estão sujeitas a engatar em algum vício, da mesma forma que uma pessoa adulta.
Um exemplo disso foi o do garotinho indonésio Ardi Rizal, que aparecia fumando, quando tinha apenas 2 anos de idade, em fotos que correram o mundo.  Ardi era um viciado e tinha todos os sintomas de quem sofre de abstinência quando tentavam tirar o cigarro dele.

Incentivo dos pais

Talvez, como pais, de acordo com os seus princípios, vocês não estejam incentivando os seus filhos a experimentarem algum tipo de droga nessa mesma idade. Porém, existem outros incentivos, que, sutilmente, estão sendo inseridos no cotidiano deles, até mesmo na maneira como se vestem, despertando algum tipo de vulgaridade ou sensualidade, desproporcional para a idade. Pode ser ainda no tipo de música que eles escutam ou dançam, por exemplo. Você costuma prestar atenção em todas as letras de músicas que eles ouvem? E quanto às mentiras e às brigas na escola?

Será que as suas crianças podem refletir o mesmo comportamento que você tem? Ou o que elas têm presenciado são constantes brigas, cheias de palavrões e maus exemplos por partes dos pais?

Muitos pais dizem que imaginam os filhos no futuro com a fé solidificada, fortalecidos ao frequentar alguma igreja. No entanto, será que eles têm visto os pais fazendo o mesmo? Conseguem ver esse exemplo de temor, fé e determinação dentro de casa também? Ou será que eles apenas os veem dando desculpas e faltando aos cultos? E o pior, sem praticar nada do que se aprende na Igreja.
A Palavra de Deus é clara: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele.” Provérbios 22.6

Faça a sua parte, plante o que há de melhor no coração dos seus filhos e os frutos virão, em questão de tempo.

E você, tem influenciado positivamente ou negativamente as suas crianças? Compartilhe as suas experiências conosco nos comentários.
Curta o Amigos da Universal no Facebook! Obrigado. Volte sempre!

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Propaganda Mexicana que chocou o mundo, crianças fazendo coisas de adultos!

Nas últimas semanas, algumas redes de canais de televisões mexicanas divulgaram um vídeo que chamou bastante atenção dos telespectadores.
O vídeo relata o dia a dia dos adultos mas o pior de tudo é que o vídeo foi gravado por crianças que substituíram os adultos nas filmagens.
As crianças que vivem situações do dia a dia dos adultos. Este vídeo repercutiu por todo o mundo e gerou uma grande polêmica. No fim do vídeo uma das crianças fecha com um lindo trecho, onde aparece a seguinte frase “Se este é o futuro que me espera, não, não quero!”
Para dar resultado, tem que ser impactante !

Veja o vídeo:
 Curta nossa Fan Page e acompanhe nossas postagens pelo Facebook.
 
Blog Amigos da Universal!

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Vídeo chocante mostra bebê deitado em meio a quatro cobras mortais; Veja o vídeo

Um vídeo de arrepiar que mostra quatro cobras mortais “protegendo” um bebê chocou os usuários do YouTube em todo o mundo. A criança aparece deitada em um cobertor, enquanto as cobras a cercam para evitar ameaças externas.

Muitos internautas ficaram horrorizados com o vídeo, e questionam como um pai pode deixar que seu bebê fique envolto por cobras. Outros dizem que esse é um truque comum na Índia – no caso, os dentes das cobras são retirados, deixando-as completamente inofensivas.

Veja o vídeo e deixe o seu comentário com a sua opinião:
Blog Amigos da Universal!

terça-feira, 3 de abril de 2012

"Fui abusado pelo meu próprio tio"

Veja o depoimento de um homem que resgatou a dignidade na IURD, através da fé, após ter sido violentado sexualmente na infância

É muito difícil para uma pessoa abrir seu coração e trazer à tona lembranças de um passado não muito feliz; trágico, na verdade. Vítimas de pedofilia são pessoas que carregam um fardo pesado e levam marcas da violência praticada por gente que muitos preferem nem chamar de ser humano. A seguir, o relato do advogado José Luiz Santos (*), de 33 anos, que teve a infância marcada pelo trauma de ter sido violado até pelo tio, mas que recuperou a autoestima através da fé em Deus.

Como e com que idade você foi abusado sexualmente?

Por volta dos meus 6 anos. Fui violentado sexualmente por um homem muito próximo da minha família, que não despertava nenhum tipo de suspeita. Hoje, situações desse tipo são comuns de serem denunciadas, e até vão parar nos jornais e noticiários. Porém, quando aconteceu comigo, isso não fazia parte das preocupações dos pais e mães daquela época, o que tornava as pessoas que praticavam barbaridades desse tipo ainda mais invisíveis.

Como foi a abordagem do pedófilo?

As imagens que tenho na minha memória são desse homem me levando para “brincar” em sua casa, com o consentimento de minha mãe, que não fazia ideia do que aquilo representava. Lá, lembro-me que ele se despia, e a mim também, e praticava coisas comigo que fugiam completamente do meu entendimento do que era certo ou errado até então. Não lembro nem mesmo o nome desse homem. Recordo que, de uma hora para outra, ele foi embora, mudou de cidade. Mesmo depois de adulto, nunca perguntei dele para a minha mãe.

Infelizmente, você foi vítima de abuso sexual, novamente. Sendo que desta vez o homem em questão era seu tio, não é?

Por volta dos meus 8 anos, uma situação semelhante voltou a se repetir comigo. Dessa vez, o meu algoz estava bem perto. Ele era o meu tio. Obviamente, a proximidade entre nós era algo natural, já que ele frequentava a minha casa, e eu a dele, como qualquer parente faz. Éramos vizinhos.

No começo, ele fazia certas brincadeiras que sempre terminavam com abraços ou que, de alguma forma, permitiam um contato físico entre nós. Algum tempo depois, ele disse que queria me mostrar algo em sua casa. Sem desconfiar de nada, fui até lá e acabei sendo impedido por ele de sair do local. Inicialmente, meu tio procurou estabelecer uma relação de cumplicidade, dizendo que aquele seria “o nosso segredo”, e que não poderíamos contar nada do que iria acontecer para ninguém, caso contrário, meus pais iram brigar comigo.

Quantas vezes esses encontros aconteceram?

Lembro que essa situação se repetiu algumas vezes. Não me recordo exatamente quantas. Ele encontrava formas de ficar a sós comigo e, assim, me usar como um objeto sexual. Isso aconteceu durante 1 ano, provavelmente. Talvez por medo de ser descoberto, meu tio deixou de me procurar. A violência física cessou. No entanto, as feridas deixadas por essas duas experiências que eu vivi já tinham me marcado profundamente.

Que sequelas psicológicas foram deixadas por conta dos abusos?

Não sei precisar o quanto tudo isso foi prejudicial para mim. Quando me lembro da minha infância e adolescência, vejo o quanto fui retraído, reprimido e até sentia certa culpa pelo que aconteceu. Tinha dificuldades de me relacionar com outras crianças, ou mesmo com alguns adultos, e questionava o porquê de essas coisas terem acontecido comigo. Minha relação com o meu pai não era nada boa, pois para mim era como se ele soubesse do que tinha ocorrido comigo e me rejeitasse.

Depois de tudo o que aconteceu, eu criei certa ojeriza com relação à figura masculina. Fiquei com a sensação de que qualquer homem poderia me abordar com a intenção de me molestar. Esse trauma fez com que eu me tornasse um jovem emocionalmente instável. Além disso, era constantemente criticado e rejeitado pela minha família e pelas pessoas mais próximas, pelo meu comportamento reservado. Essa insegurança e desconfiança a respeito dos homens levaram-me a fazer de minha mãe uma espécie de porto seguro. Desenvolvi uma relação de total dependência, pois tinha muito medo de perdê-la.

Você atribui a quê a virada que deu em sua vida?

Foi justamente no momento mais difícil da minha vida que eu recebi a ajuda da maior fonte de poder que existe: Deus. E Ele usou uma amiga como canal para que eu pudesse ser reconduzido ao meu caminho. Ela, sem saber dos meus problemas e complexos, chamou-me para uma reunião na Igreja Universal do Reino de Deus.

Antes de falar da minha experiência na IURD, é importante revelar que fiz primeira comunhão e fui coroinha na Igreja Católica. Quando cheguei à Universal, não imaginava que um culto religioso pudesse ser algo mais profundo, mais intenso, onde a ajuda vinha de uma maneira mais humana, urgente. Na Católica, era tudo meio engessado e formal. Não me sentia nem um pouco à vontade para relatar meus problemas ao padre, pois tinha receio de ser repreendido, de ele achar que eu estava inventando uma história.

Você procurou alguém especificamente? Como você foi ajudado na IURD?

Lembro-me como se fosse hoje. À vontade na IURD e confiante de que seria ajudado, procurei uma obreira para falar sobre meu problema. A pessoa em questão era “tia” da Escola Bíblica Infanto Juvenil (EBI). Foi uma surpresa saber que o sobrinho dela havia passado pelo mesmo problema. Por sua experiência, ela me ajudou de forma incondicional, até por ser uma situação que vivenciou em casa.

Mais integrado e cada vez mais próximo de Deus, passei a fazer parte de correntes de da Força Jovem Brasil, onde encontrei adolescentes que já tinham passado por dramas semelhantes, alguns muito piores do que o meu. Um pastor também foi fundamental para a retomada da minha autoestima. Ele me ajudou muito com propósitos de oração.

Ter dado um testemunho de libertação ajudou de que forma na sua recuperação?

O momento que marcou a minha libertação foi quando eu dei um testemunho através de uma transmissão radiofônica. Devia ter uns 13 anos, na época. Lembro-me que estava passando um feriado na casa de uns amigos, pois era aniversário de um deles. A gente acordou cedo pra ligar para um programa de rádio da IURD com o intuito de enviar uma mensagem de parabéns para ele, ao vivo. Daí eu liguei e consegui desejar os votos de felicidade. O pastor que estava comandando a atração falou que queria a opinião dos ouvintes sobre uma carta que ele havia recebido de uma pessoa que dizia ter sido abusada sexualmente. Não sei o que deu em mim, mas acabei falando que tinha vivenciado a mesma situação, e que tinha conseguido superar o problema. Nem todos na casa sabiam da minha história. Apesar do choque de alguns, todos elogiaram a minha coragem. Falei em rede estadual de rádio. Até hoje não sei se a minha mãe ou algum parente ouviu.

Como está a sua vida hoje?

Posso dizer, de todo o coração, que sou livre do fardo pesado que carregava comigo, e que é possível ser feliz e construir uma nova história. Sou casado, tenho uma família abençoada e sou eternamente grato pelo que Deus fez em minha vida. Sem Ele, não consigo imaginar o que seria de mim hoje em dia. Espero que o meu relato sirva de alerta para os pais, familiares e para toda a sociedade, sobre o perigo que uma criança corre de ter roubada de sua infância algo muito precioso: sua inocência.
redacao@arcauniversal.com
(*) O autor do depoimento pediu para ter o nome preservado, por isso foi usado um pseudônimo

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Abuso de Criança!

Recordo o poema da criança de 3 anos, 'Meu nome é Sara'

O meu nome é ''Sara''  Tenho 3 anos  Os meus olhos estão inchados,

Não consigo ver. Eu devo ser estúpida, Eu devo ser má,

O que mais poderia pôr o meu pai em tal estado?

Eu gostaria de ser melhor, Gostaria de ser menos feia.

Então, talvez a minha mãe me viesse sempre dar miminhos.

Eu não posso falar, Eu não posso fazer asneiras, Senão fico trancada todo o dia.

Quando eu acordo estou sozinha, A casa está escura, Os meus pais não estão em casa.



Quando a minha mãe chega, Eu tento ser amável, Senão eu talvez levaria Uma chicotada à noite.

Não faças barulho! Acabo de ouvir um carro, O meu pai chega do bar do Carlos. Ouço-o dizer palavrões.

Ele chama-me. Eu aperto-me contra o muro. Tento-me esconder dos seus olhos demoníacos.

Tenho tanto medo agora, Começo a chorar. Ele encontra-me a chorar,

Ele atira-me com palavras más, Ele diz que a culpa é minha, que ele sofra no trabalho.

Ele esbofeteia-me e bate-me, E berra comigo ainda mais, Eu liberto-me finalmente e corro até à porta.



Ele já a trancou. Eu enrolo-me toda em bola, Ele agarra em mim e lança-me contra o muro.

Eu caio no chão com os meus ossos quase partidos, E o meu dia continua com horríveis palavras...

'Eu lamento muito!', eu grito Mas já é tarde de mais O seu rosto tornou-se num ódio inimaginável.

O mal e as feridas mais e mais, 'Meu Deus por favor, tenha piedade! Faz com que isto acabe por favor!'

E finalmente ele pára, e vai para a porta,

Enquanto eu fico deitada, Imóvel no chão.


O meu nome é 'Sara' Tenho 3 anos,

Esta noite o meu pai “matou-me.”.

Existem milhões de crianças que assim como a 'Sara' são mortos. E tu podes ajudá-los.

Fico desiludido até ao mais profundo de mim se tu leres isto e não o fizeres passar, eu peço a DEUS por ti, porque tu deves ser uma pessoa sem coração por não seres afectada(o) por este e-mail.


E se porque tu ficaste sensibilizada(o), faz qualquer coisa!!

Tudo o que eu te peço, é de enviar isto e de reconheceres que estas coisas acontecem, e que pessoas como o pai da 'Sara' vivem na nossa sociedade.


Faz passar este poema porque mesmo se isto parece doido pode talvez mudar indirectamente as nossas vidas.

Hey, nunca se sabe...
Por favor faz passar isto se fores contra o abuso das crianças.
Obrigado pela sua VISITA!
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...