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quinta-feira, 21 de março de 2019

“Essa guerra é para a glória de Deus”, diz Ludmila Feber sobre luta contra o câncer

A cantora evangélica Ludmila Feber tem obtido vitórias diárias em sua luta contra um câncer de pulmão, diagnosticado em maio do ano passado. Tais conquistas se dão, especialmente, na sua relação espiritual com Deus, que tem servido como testemunho de fé para milhares de pessoas no Brasil.
Em uma entrevista concedida ao Voz da Metrópole, feita pela jornalista Ana Paula Arantes, Ludmila comentou sobre o seu estado de saúde atual, mas também sobre o contexto político no Brasil, o qual para ela é resultado de cumprimento profético.
“O momento já era esperando, pois foi profetizado por cristãos visionários em décadas anteriores. Ouvimos declarações de fé da boca de um presidente, está acontecendo um milagre, nunca houve isso na história do país”, declarou Ludmila.
A cantora lembrou que no passado muitos cristãos clamaram por mudanças no país, e que atualmente isso não deve ser esquecido. “Não nos enganemos, isso é resultado de gerações que pagaram um preço de clamor, jejum e atos proféticos”, afirmou.
Em seguida, Ludmila Feber explicou que apesar das dificuldades enfrentadas em decorrência do tratamento contra o câncer, ela entende que se cumpre em sua vida as promessas de Deus, sendo tudo o que está acontecendo para a glória do Senhor.
“Quando você está lutando por sua vida, sentindo dor e sem forças, você não tem disposição para postar nada. Eu escolho as minhas guerras e entendo que eu preciso continuar lutando porque essa guerra não é só minha, essa guerra é para a glória de Deus”, disse ela.
Ludmila explica ainda que, para que milagres aconteçam, no caso da cura de um câncer, por exemplo, primeiro é necessário crer, não se importando com os diagnósticos e posicionamentos da medicina, uma vez que para Deus não há nada impossível.
“Porque para mim, na tomografia da palavra de Deus, eu estou curada. Quando você pega e assume isso por revelação, as circunstâncias mudam depois, mas o primeiro mover acontece dentro de você”, explica.
Por fim, Ludmila encerra a entrevista ministrando uma palavra de esperança e fé para outras pessoas que passam por situações de sofrimento. Ela explica que o cristão não deve depender das circunstâncias para se sentir bem, pois sua vida está em Cristo, algo que o maligno sempre vai tentar combater.
“Seja qual for a situação, sempre haverá aquela voz maligna dizendo: ‘Acabou, você não está vendo que não vai dar certo?’ Não importa como estão as circunstâncias, importa o quão Deus está dentro de nós para nos libertar de ficar esperando que as coisas mudem para a gente ficar bem”, conclui.
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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Noma: Doença que está apavorando a África imagens fortes

“Cancrum Oris” ou simplesmente NOMA é encontrado quase que exclusivamente em crianças desnutridas nos países mais pobres do mundo.

Trata-se de uma gangrena viciosa e mortal que corrói a carne ao redor da boca alastrando-se por toda a face, atingindo principalmente crianças de até 6 anos de idade.

Estima-se que 70 a 90 % das crianças assoladas por este mal, morrem, porém para aquelas que sobrevivem , resta a trágica situação de passar o resto dos seus dias com desfigurações tão grotescas a ponto de serem rejeitadas por suas sociedades.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que mais de 500 mil crianças são vítimas do NOMA na África.


Na maioria dos casos, o NOMA começa com úlceras nas gengivas e é de lá que a doença se espalha. A boca fica dolorida, bochechas e lábios tornam-se sensíveis e inchados, fazendo com que a criança tenha dores insuportáveis e dentro de poucos dias sua face torna-se uma grande área gangrenada.


À medida que a gangrena destrói a carne (às vezes até os ossos) vai se formando uma grande crosta que eventualmente cairá deixando imensos buracos no rosto e deformações monstruosas.


Nos bebês, geralmente, os lábios ficam tão ou totalmente destruídos, que impedem a criança de se alimentar no seio materno. Consequentemente, estas crianças já subnutridas e doentes, morrem de fome pelo fato de não conseguirem se alimentar de outras formas.


Depois da decomposição facial, 4 entre 5 crianças morrerão se não chegarem a um hospital a tempo. Como se sabe, a maioria das vítimas do NOMA vivem em extrema pobreza e em aldeias remotas, onde o tratamento médico torna-se um serviço quase inacessível.


Os poucos sobreviventes levarão uma desfiguração grotesca para o resto de suas vidas. A maioria jamais será capaz de comer ou falar normalmente.


O que mais choca nisso tudo, acredite, não são as deformações…



Existem várias fundações de apoio a crianças vítimas do NOMA, com mutirões de cirurgia plástica gratuita, para tentar amenizar o sofrimento desta pessoas.

iurdnet
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