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sábado, 8 de dezembro de 2018

Economista comprova impacto positivo da religião sobre o fim da pobreza

Experimento científico recente envolveu 6.000 famílias

Expressão “Deus seja louvado” em nota de R$ 20.
(Foto: Fábio Tito/G1)
“Freakonomics” é um popular programa de rádio e podcast sobre economia. Seu apresentador, Stephen J. Dubner, entrevistou esta semana três homens que conduziram um experimento científico nas Filipinas: James Choi, professor de finanças da Universidade de Yale; o economista Dean Karlan, presidente e fundador da Ação Inovadora contra a Pobreza (IPA); e o pastor David Sutherland, presidente do Ministério Internacional de Cuidado (ICM).
Choi e Karlan trabalham juntos na IPA. Eles relatam que decidiram estudar o impacto real de um ministério cristão para descobrir se a religião resulta em sucesso na vida das pessoas ou se é apenas uma coincidência.
Mas tiveram dificuldade em encontrar um ministério que aceitasse fazer parte do experimento porque uma das exigências era que não poderiam pregar suas crenças ao público-alvo, chamado de “grupo de controle”.
Contudo, o ICM decidiu aceitar porque viu uma oportunidade de descobrir o quanto o que eles faziam realmente dava certo. Se a experiência indicasse o contrário, Sutherland iria mudar seu programa para melhor atender às pessoas em situação de pobreza.
Por uma questão de transparência, Karlan deixou claro que não é cristão e que o experimento seria “estritamente científico”.
O grupo estudado foi de habitantes das Filipinas, que participariam de um programa chamado Transform, ministrado por pastores locais e por obreiros treinados da ICM. Normalmente, os participantes do programa reúnem-se semanalmente e recebem aulas semanais de meia hora sobre religião/valores, economia e treinamento em saúde.
O desafio era tentar descobrir se a religião era capaz de “melhorar a condição econômica”. Eles acompanharam o experimento por amostragens durante seis meses. E a comprovação veio, mostrando que havia uma correlação de causa e efeito.
O Experimento
A ICM enviou 160 pastores filipinos locais para duas aldeias onde eles não haviam ministrado antes. Cada pastor escolheu 30 famílias em cada uma das aldeias, identificadas como sendo entre os mais pobres.
Aleatoriamente, os moradores tiveram aulas de um dos quatro níveis diferentes do programa Transform. O primeiro grupo recebeu o “pacote completo”. O segundo grupo teve apenas o treinamento de religião/valores do pastor local.
O terceiro grupo ouviu somente o treinamento em economia e saúde – sem falar sobre religião. Esse grupo nem se encontrava em uma igreja como acontecia com os outros grupos. O quarto grupo – o grupo de controle – não recebeu treinamento algum. Eles falavam apenas sobre suas vidas e seus problemas.
“Queríamos que o estudo fosse sobre o efeito da religiosidade nos resultados econômicos”, assegura Choi. “Acabamos trabalhando com 6.000 residências”, complementou Karlan.
Seis meses depois, os três pesquisadores voltaram para ver o que havia mudado para as famílias e aldeias envolvidas.

Treinamento religioso aumentou a renda

A primeira questão a ser respondida é se o programa que ensinava religião os tornava mais religiosos. Eles leram a Bíblia e foram mais à igreja? A resposta foi um sonoro “sim”.
A segunda pergunta avaliada é como o aumento da religião na vida de alguém afeta sua pobreza. “Apenas ser exposto ao currículo religioso aumentou a renda em 9%, em relação ao grupo de controle”, apontou Choi, destacando que “Isso é realmente muito perceptível, pois significava comida na mesa”.
Freakonomics é um programa de rádio secular, mas não ignorou como o estudo comprovou que a fé em Deus gerou mais esperança e otimismo, além de elevar o padrão da ética do trabalho.
Karland, que se declara agnóstico, disse que não entendia sobre o motivo por trás das mudanças visíveis, mas admitiu: “Estou muito interessado em entender melhor sobre essa esperança oferecida a eles”.

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segunda-feira, 1 de maio de 2017

Por que você NÃO deve emprestar seu crédito para outras pessoas?

Dois em cada 10 consumidores estão endividados por ceder o nome a terceiros

Se você já ficou com o nome sujo e conseguiu limpá-lo, tome sempre cuidado com as suas finanças para não se tornar inadimplente de novo. E fique atento a outra coisa importante: não empreste seu nome para que algum conhecido realize compras. De acordo com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), de cada 10 consumidores na lista de devedores, dois entraram nessa situação por terem emprestado os dados para outras pessoas. 
Existem 900 mil novos nomes na lista de devedores. Esse é um dado alarmante, pois, segundo a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), representa quase 40% da população adulta, com idade entre 18 e 95 anos. 
Além disso, o SPC e o CNDL entrevistaram 602 consumidores nos últimos 12 meses, com faixa etária igual ou superior a 18 anos, e os dados obtidos comprovaram que 17% dos entrevistados ficaram no vermelho porque emprestaram seus nomes para terceiros, sendo 31% para amigos e 22% para irmãos. Boa parte deles afirmou que fez isso pensando em ajudar o conhecido. 
Em nota divulgada pelo portal SPC Brasil, o profissional José Vignoli, educador financeiro da instituição e do portal Meu Bolso Feliz, avalia que é compreensível emprestar, mas diz que a situação dificilmente termina bem. “É preciso lembrar que talvez essa pessoa esteja pedindo ajuda porque não pode comprovar sua renda ou então porque não conseguiu pagar uma dívida anterior. Seja qual for o motivo, o risco de que ela não consiga honrar o compromisso sempre existe”, alerta. 
A pesquisa mostra ainda que 41% dos consumidores que emprestaram seus créditos pagaram a dívida integralmente, já que as pessoas que solicitaram o nome desapareceram sem quitar a dívida. “Não se deve tomar uma decisão dessas sem antes considerar cuidadosamente a questão. Você tem o dinheiro para honrar a dívida, caso a pessoa que pediu seu nome não possa pagar? Do contrário, você é que ficará inadimplente”, orienta o educador financeiro.
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segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Se as empresas descobrissem a fórmula…

Sr. Bispo Júlio,
Tenho trinta e nove anos e conheço a Igreja há vinte. Quanto mais a conheço mais percebo que quantidade de anos não significa propriamente qualidade de vida nem comunhão com Deus. Isso é maravilhoso pois dá a possibilidade de quem O aceita hoje conseguir imediatamente um milagre.
Com regozijo digo, trabalho nos serviços administrativos da Igreja há dez anos. Acompanho diariamente o seu desenvolvimento, em Portugal, noutros países da Europa e em África. E como tenho aprendido…
Sou licenciado em Contabilidade e Administração, Pós-Graduado em Fiscalidade, Mestre em Auditoria, Doutorando em Economia e, cumulativamente, Professor Universitário. Contudo devo confessar, depois de tantos anos de estudo nunca aprendi tanto como na Igreja.

Estamos, dizem, tanto especialistas como curiosos, em crise. As organizações fazem de tudo para se manterem vivas. Os peritos em recursos humanos fazem de tudo para conseguir os melhores funcionários, os mais capazes, os mais profissionais, mas, mesmo assim, todos os dias empresas fecham as portas.
Pergunto a mim mesmo o que tem falhado. Mas não se contratam os melhores? Qual a razão do fracasso?
Exercer funções administrativas na Igreja leva-me a visitar outros países. Seja onde for que eu vá o cenário é o mesmo. A força dos seus recursos humanos é a mesma, refiro-me aos Bispos e Pastores.

Há “algo” neles que os funcionários das empresas em geral não têm. Por isso as empresas ficam em apuros. Um Pastor não conhece limites. O Pastor não tem horários nem se escuda num contrato de trabalho. O Pastor não se envergonha de não saber falar um novo idioma. O Pastor aplica todas as suas forças tanto para fazer uma reunião para cinco pessoas como para pregar numa concentração de milhares.
Para quem não sabe, há Pastores que não estudaram o suficiente para saber ler e escrever correctamente. É verdade, mas mesmo assim eu aprendo com eles e não me envergonho de o dizer. Eu duvido que alguma empresa multinacional os contratasse para ir abrir uma filial noutro país. Contudo, quando o vento sopra para isso, eles aí vão, esposa numa mão e mala na outra. Então, a Igreja nasce, cresce e permanece. Qual o funcionário que faria tal coisa numa grande empresa? Pegar na esposa, na mala e partir, assim de um dia para o outro? Reafirmo, há algo nestes homens que não existe nos funcionários de hoje em dia.
Se as empresas descobrissem a fórmula para colocar esta força dentro dos seus funcionários criavam guerreiros em vez de funcionários e forjavam espadas em vez de distribuir dividendos.
E mais, se os países descobrissem a fórmula para colocar esta força dentro dos seus governantes as coisas seriam bem diferentes.

Deixo um desafio às organizações que atravessam problemas no mercado: fazer um exercício de benchmarking com a Igreja Universal do Reino de Deus. Afinal, ela não para de crescer … e estamos em crise. Só pode ser sobrenatural.
César Ribeiro – Portugal
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terça-feira, 6 de novembro de 2012

Saia da Crise 5º passo - Palestra Motivacional na IURD-Portugal

 Quando se fala de crise, especialmente da grave em que temos vivido, tudo é atingido, especialmente a moral e o imaginário de uma nação inteira. E a actual crise que temos vivido afigura-se como mais grave ainda, pois são continentes inteiros que têm sido afectados pela mesma.
  Acompanhe as Palestras anteriores:
Introdução
1º Passo
2º Passo
3º Passo
4º Passo

5º passo
acompanhe aqui o 6º passo
Obrigado pela seu Comentário!

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Saia da Crise 4º passo - Palestra Motivacional na IURD-Portugal


Compareça, nesta segunda-feira, no Centro de Ajuda em Portugal e não deixe escapar a oportunidade de encontrar o que precisa para recuperar tudo o que tem vindo a perder! 
 Acompanhe as Palestras anteriores:
Introdução
1º Passo
2º Passo
3º Passo
4º Passo

5º passo
 Obrigado pela seu Comentário!

domingo, 1 de janeiro de 2012

Vídeo Mondex a moeda única Micro chip A marca da besta IURD TV

Conheça atraves deste o que está acontecendo neste mundo com as pessoas que rejeitam o Autor da Vida.


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terça-feira, 16 de agosto de 2011

Cause boa impressão, entrevistas de emprego


Se está à procura de uma vaga de trabalho, então, deve estar preparado/a para as entrevistas de emprego. E, na hora da conversa, vários detalhes são observados pelo/a avaliador/a, o qual analisará se está apto/a ou não para assumir qualquer função dentro daquela empresa. Sendo assim, é bom ficar atento/a às dicas, para não passar vergonha na hora de ser entrevistado/a.
Aja naturalmente
De acordo com a consultora de imagem Ciça Gut, deverá agir com naturalidade, descobrindo qual é o seu perfil. Por isso, ter cuidado e zelo consigo mesmo/a é fundamental, pois nem sempre terá uma nova oportunidade para causar uma boa impressão.
Preserve a imagem pessoal
A consultora explica que, antes mesmo de dizer “Bom dia!”, a sua imagem já está a transmitir para a outra pessoa diversas mensagens sobre si. “Transmitir tranquilidade, naturalidade e não mentir em hipótese alguma é o início para que tudo dê certo”, ressalta.
Tenha estilo
Valorize e aprimore o seu estilo através do seu vestuário, pois, a escolha correta de roupas e acessórios é muito importante quando for fazer a entrevista. Dê preferência ao vestuário que combine com a sua personalidade. De acordo com a especialista, o visual de uma pessoa, incluindo roupas, acessórios, cabelo e maquilhagem, é tão importante, que é responsável por 55% do sucesso da entrevista. Sendo a postura e as expressões faciais e corporais, o tom de voz e os gestos responsáveis por 38% e o discurso por 7%.
Não tropece no português
Ciça afirma que roupas discretas, cabelos limpos e unhas cortadas são essenciais, mas, aliados à fala correta do português, com objetividade e coerência, poderão garantir uma boa impressão logo à primeira.
Tenha segurança
Porém, nada do citado acima adiantará se estiver inseguro/a. Por isso, deverá ter um aperto de mão firme e olhar nos olhos do/a entrevistador/a. Nada de ficar com medo! Com isso, já estará a dar um grande passo para obter uma ótima impressão para assumir uma vaga no mercado.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Visão da ´Fé e Conquistas


Uma visão sem acção é somente um sonho. Uma acção sem visão é somente um passatempo. Uma visão com acção pode MUDAR A SUA VIDA, o seu negócio.

Visão e Acção Estratégica são a ferramenta mais importante para a sobrevivência das empresas neste milénio. Pessoas que tenham a Visão Estratégica agregam um valor importante ao seu trabalho.

Em um mundo marcado pela incerteza o planejamento torna-se indispensável. Superar problemas, aproveitar oportunidades, prevenir ameaças e navegar por tendências não é um caminho fácil.

O certo, no entanto é que a empresa, a organização e as pessoas que traçam metas, se comprometem com elas, criam uma visão do futuro, um conjunto de objectivos, crenças e valores que orientam a acção em direcção ao futuro, possuem mais oportunidades de sucesso que os outros que não tomam uma acção em função da sua visão. 

Como mudar a visão?

A partir do momento em que a pessoa deixa de ser um trabalhador inconsciente para ser um trabalhador consciente. Quando a mente infrutífera se transforma em mente geradora de novas oportunidades pela visão da fé.

Quando a mínima dúvida ou suspeita de incapacidade forem trocadas pela fé em si mesma, no seu potencial e, sobretudo, em Deus, deixando de olhar para trás e olhando somente para o futuro.

Não há facilidades na trajectória da fé. Toda conquista é fruto de uma luta contra os obstáculos usados pelo mal para tentar impedi-lo de atingir os seus objectivos. Todavia, se você confiar nos conselhos e orientações contidos na Palavra de Deus, Ele lhe dará a vitória!

- Fazer o Normal não faz de você o Maior
- Fazer mais é o que nos leva ao mais alto.
Arquivo: Congresso Financeiros
Obrigado pela sua VISITA!

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Congressistas são lançados…



Um milionário promove uma festa em uma de suas mansões e em determinado momento pede que a música pare e diz, olhando para a piscina onde cria crocodilos australianos.
- Quem pular na piscina, conseguir atravessá-la e sair vivo do outro lado ganhará todos os meus carros.
-Alguém se habilita?
Espantados, os convidados permanecem em silêncio e o milionário insiste:
- Quem pular na piscina, conseguir atravessá-la e sair vivo do outro lado ganhará meus carros e meus aviões.
O silêncio impera e, mais uma vez, ele oferece:
- Quem pular na piscina, conseguir atravessá-la e sair vivo do outro lado ganhará meus carros, meus aviões e minhas mansões.
Neste momento, alguém salta na piscina. A cena é impressionante. Luta intensa, o destemido se defende como pode, segura o boca dos crocodilos com pés e mãos, torce o rabo dos répteis.
Muita violência e emoção. Parecia um filme do crocodilo Dundee!
Após alguns minutos de terror e pânico, sai o corajoso homem, cheio de arranhões, hematomas e quase despido.
O milionário aproxima-se, dá-lhe os parabéns e pergunta:
- Onde quer que lhe entregue os carros, e os aviões?
- Obrigado, mas não quero seus carros e aviões.
Estranhando a reação do homem, o milionário pergunta:
- E as mansões?
- Eu tenho uma bela casa, não preciso das suas. Pode ficar com elas. Não quero nada que é seu.
Impressionado, o milionário pergunta:
- Mas se você não quer nada o que ofereci, o que quer então?
E o homem respondeu irritado:
- Só quero encontrar quem EMPURROU na piscina!
Moral da história:
Somos capazes de realizar muitas coisas que por vezes nós mesmos não acreditamos, basta um empurrãozinho.
Alguém que nos empurre, em certos casos, é útil na nossa vida.
Toda Informação está AQUI!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

O antídoto para a Crise!

Curso de Motivação


A palavra do momento é CRISE! Não se fala em outra coisa senão em: crise económica, o que começou como crise financeira norte-americana e hoje é definida como Crise Económica Mundial.
Mas, o que vem a ser uma crise? No dicionário grego a palavra, KRISIS significa, acção ou faculdade de distinguir, acção de escolher, decidir, julgar. Essa concepção original nos mostra que, na sua origem, a palavra “crise” não apontava para algo mau, mas a um momento especial, marcante. Na língua chinesa, a palavra “crise” é ainda mais interessante. O ideograma chinês para “crise” é a combinação de dois símbolos. Um significando “perigo”, o outro pode ser traduzido como “oportunidade”.
Ou seja: CRISE significa um momento de riscos e ameaças, mas também podemos estar diante de uma grande oportunidade na vida. Aliás, a maioria das grandes oportunidades da vida vem junto com uma crise.
A Bíblia mostra-nos vários cenários de crise, que muitas vezes tinham a ver com a seca extrema que representava a crise total, a economia na banca rota naqueles dias! Vários são os exemplos como Jacó, José, Elias, Eliseu, o povo de Samaria…enfim, mas também mostra que através do uso da Fé, é possível vencer a crise – e este é o antídoto para a crise – a Fé!
Mas quem está em primeiro lugar na sua vida? O Deus vivo – Fé, ou a crise?
A primazia dada a Deus é a garantia de que nunca faltará a provisão, mesmo nos momentos de crise, pois confiar em Deus, é agir. “dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão; porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também.” Lc. 6.38
Os tempos de crise e aperto não se resolvem com auto-ajuda ou auto-confiança – estes são métodos com alguma fiabilidade em tempo de fartura, mas falham nos tempos de crise – mas sim com honra e primazia devida a Deus: “Buscai em primeiro o reino de Deus e a sua justiça, e todas as coisas vos serão acrescentadas” Mt 6.33
Toda Informação está AQUI!

terça-feira, 10 de novembro de 2009

DANDO A VOLTA POR CIMA!

Conquista Financeira
Lição nº1

Não é uma tarefa fácil motivar uma pessoa que nasceu num ambiente pobre e sempre esteve cercada de pessoas pobres; não apenas no que diz respeito às condições económica ou social, mas, sobretudo, no aspecto da visão, pois quem nunca esteve em cima, não experimentou o melhor desta vida, na maioria das vezes, não consegue se ver em cima ou a desfrutar do melhor, pensa que estas coisas são apenas para os outros.

A probabilidade de uma pessoa rica, que perdeu tudo, dar a volta por cima, recuperando o que perdeu, é muito maior do que aquela pessoa que é pobre se tornar rica, porquê? Onde está a diferença? Simplesmente na VISÃO e na maneira de pensar.

O Senhor Jesus disse ao cego: “Que queres que eu te faça?”. O cego poderia ter pedido qualquer coisa, mas, pelo facto de já ter visto antes, ele pediu: “Que eu torne a ver”.




Vamos supor que o Senhor estaria agora a dizer para si:

“Que queres que eu te faça?”:

A sua resposta será de acordo com a sua visão e a sua mentalidade!

sábado, 7 de novembro de 2009

Para ler obrigatoriamente!!!

Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital. Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas as  tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões.

A sua cama estava junto da única janela do quarto.

O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas.

Os homens conversavam horas a fio. Falavam das suas mulheres, famílias, das suas casas, dos seus empregos, dos seus aeromodelos, onde tinham passado as férias...

E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava,passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto todas as coisas que conseguia ver do lado de fora da janela.

O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a actividade e cor do mundo do lado de fora da janela.

A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes, chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos. Jovens namorados caminhavam de braços dados por
entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem e uma tênue vista da silhueta da cidade podia ser vislumbrada no horizonte.

Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava as pitorescas cenas.

Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia apassar:
Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retratava através de palavras bastante descritivas.

Dias e semanas passaram. Uma manhã,a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida, o homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia.

Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo.

Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca.

Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira  deixou o quarto.

Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela que dava, afinal, para uma parede de tijolo!

O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela.

A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede. Talvez quisesse apenas dar-lhe coragem...

Moral da História:

Há uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes, apesar dos nossos próprios problemas.

A dor partilhada é metade da tristeza, mas a felicidade, quando partilhada, é dobrada.

Se te queres sentir rico, conta todas as coisas que tens que o dinheiro não pode comprar.

" O dia de hoje é uma dádiva, por isso é que o chamam de presente."

A origem desta carta é desconhecida, mas ela traz "fé" a todos os que a passam.

Não fiques com esta carta. Simplesmente, manda a amigos a quem desejas bem!!!!!



domingo, 20 de setembro de 2009

NOS BASTIDORES DA REDE GLOBO – FOLHA UNIVERSAL

Porque a Rede Globlo persegue a Igreja Universal?
Para onde vai o dinheiro das doações feitas para Igreja Universal?
O que existe por detrás do Império Global?
Muitas revelações inéditas na Folha Universal dessa semana…Vale a pena conferir!!!


Para baixar a Folha Universal, clique aqui.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Palavra_da_oferta


http://files.me.com/bpjoaquim7/6zvbej.mp3
Reuni_o_BM_08-09-09_Palavra_da_oferta.mp3

Hoje vamos meditar nessa maravilhosa palavra sobre a Oferta,
se você quizer fazer downloard... Fique à vontade!
O Senhor te Abençõe!

quarta-feira, 8 de julho de 2009

O QUE O MOMENTO DA CRISE PEDE?


solucoes A crise financeira atual nada mais é que uma crise de falta de confiança. Porquê? Sabemos que o mercado financeiro vive de expectativas e, diante de tantas incertezas, vem o medo, gerando assim expectativas negativas. Por esta razão, consumidores, produtores e investidores “pisam no travão” criando assim a recessão que é um retrocesso na economia.

E o maior inimigo da crise é o medo! Porém sabemos que a crise não é a mesma para todos, enquanto muitos recuam ou ficam parados, existem aqueles que avançam: aproveitando as oportunidades!

Temos um exemplo no texto sagrado, onde havia fome e miséria numa cidade chamada Samaria, ao ponto das pessoas comerem cabeça de jumentos, esterco de pombos, chegando ao extremo de comerem os seus próprios filhos. Porém, havia fartura no arraial dos sírios… pois a riqueza existe sempre em algum lugar! Mas, ninguém queria
arriscar-se a entrar.

Quatro homens leprosos estavam à entrada da cidade, e tomaram uma decisão dizendo: Se entramos em Samaria há fome na cidade e lá morreremos, se ficarmos aqui parados também morreremos. Se formos ao arraial dos sírios, e se nos deixarem viver, viveremos, se nos matarem, tão-somente morreremos. E quando chegaram lá encontraram comida com fartura, vestes, ouro e prata. Pois os sírios haviam fugido com medo de um ruído de carros, cavalos e de um grande exército, ruídos estes provocados por Deus. A coragem fez aqueles quatro leprosos avançarem, e o medo fez os sírios fugirem.

O momento de crise exige coragem para avançar e investir! Aí está a diferença entre os que têm uma fé natural e dependem das circunstâncias para tomarem decisões, e os que têm uma Fé Sobrenatural e agem apoiados na Palavra de Deus, independentemente das circunstâncias.

E o que você vai fazer?

Fonte: Congresso Financeiro

segunda-feira, 6 de julho de 2009

MOTIVAÇÃO


Melhorar sempre, não seria essa também uma preocupação que nós, deveríamos ter? Embora, saibamos bem que tudo para o cristão é mais difícil, Temos, sim, de investir todos os recursos que tivermos disponíveis em nossa própria capacitação profissional.

Acredite, o dinheiro investido em nós mesmos é mais valioso do que a bolsa de valores ou outras aplicações financeiras quaisquer. Portanto, não meça esforços para avançar em seus conhecimentos, preocupe-se em desenvolver seu potencial intelectual, leia mais, estude mais sobre o que faz, invista um pouco mais em você. Conhecimento é poder, e no mercado de trabalho valemos o quanto sabemos. Se você souber muito, valerá muito. Se não souber nada...

Quem domina bem o que faz, não enriquece o patrão; pelo contrário, fica mais rico do que ele. Pense. “Lembremo-nos de Jacó!”
O Patrão tem a empresa e você tem o conhecimento. Quem é, portanto, o mais rico?
Sem dúvidas, o mais rico não é aquele que tem dinheiro e não detém o conhecimento, mas sim o que detém conhecimento, pois com ele se conquista o dinheiro

O Cristão deve aprender novas coisas. Durante toda a vida. Aprender significa crescer.
Curiosidade intelectual é a chave para uma das maiores vantagens na competição profissional – a informação actualizada. Aprender significa não só adquirir novos conhecimentos. Significa, também, aprender com os próprios erros.



Esforce-se (forma exortativa)

Vamos nos esforçar (forma motivadora)


“Desde os dias de João Batista até agora, o reino dos céus é tomado por esforço, e os que se esforçam se apoderam dele” ( Mateus 11:12 ).

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Ficar à espera dos juros?


Atravessamos uma época em que os bancos pouco ou nada remuneram as aplicações dos particulares e empresas. Apenas alguns bancos e apenas a alguns clientes, oferecem taxas que valem a pena deixar o dinheiro parado à espera do tão desejado juro.
Um cenário destes deixa ao investidor menos uma alternativa de obter retorno e força-o a optar por outras, uma vez que não deseja ver o seu dinheiro consumido por uma desvalorização invisível e contínua.
Uma destas alternativas passa pelo investimento em áreas de negócio. Não significa que o investidor vai passar a trabalhar numa empresa, ou escritório, das 9 às 18, estrangulando a sua veia investidora até aos 65 anos. De maneira nenhuma. Aliás, se o indivíduo com propensão para o investimento fizesse isso seria um infeliz (o meu ilustre leitor sabe que há gente que não nasceu para estar enclausurado).
Esta alternativa passa, por exemplo, por adquirir um negócio (ou parte), normalmente já em funcionamento, injectando-lhe dinheiro fresco e aguardando um retorno superior ao decadente depósito a prazo. Ou então, promover o arranque do tal negócio com recurso às pessoas certas e à aquisição de maquinaria ou instalações, esperando, também, a merecida compensação.
Qualquer destas alternativas passa por uma análise cuidada do processo e pela escolha dos profissionais certos, de modo a não perder as suas preciosas horas de sono.
Felicidades!

Categoria: Dr. César Ribeiro
Fonte:Congresso Financeiro Lisboa

terça-feira, 30 de junho de 2009

Visão



Visão, no sentido literal da palavra, quer dizer: função sensorial pela qual os olhos, por intermédio da luz, põem o homem em relação com o mundo exterior. No entanto, não vamos falar de visão física, até porque esta
é limitada, vamos, sim, nos fixar na visão espiritual, que, por intermédio da luz da Palavra de Deus, faz gerar a fé sobrenatural, que põe o homem em relação com o mundo espiritual, pois esta, sim, é ilimitada. E umas das funções da fé é capacitar o ser humano para ver o invisível. Pois ela transcende o que é lógico, viaja mais longe do que o nosso pensamento ou imaginação. Assim como um edifício que existe na mente do arquitecto,
a fé sobrenatural suplanta a inteligência humana porque procede de Deus. E como exemplo de visão iremos falar de um “cego”.

“Aconteceu que, ao aproximar-se ele de Jericó, estava um cego assentado à beira do caminho, pedindo esmolas” (Lc 18.35). Ele pedia esmola porque estava cego, tal como a pessoa, enquanto está cega espiritualmente, vive a pedir esmola a Deus, pois não consegue ver a Sua Grandeza, e certamente viverá na dependência dos outros.

“E, ouvindo o tropel da multidão que passava, perguntou o que era aquilo. Anunciaram-lhe que passava Jesus, o Nazareno” (Lc 18.36-37). Quando lhe anunciaram o Senhor Jesus, a sua visão espiritual foi despertada. Então, ele clamou: “Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim! E os que iam na frente o repreendiam para que se calasse; ele, porém, cada vez gritava mais: Filho de Davi, tem misericórdia de mim!” (Lc 18.38-39). Observe que o cego começou a clamar independentemente de todas as dificuldades, não ficou à espera que Jesus fosse ao seu encontro ou que alguém intercedesse por ele, pois quando uma pessoa está decidida à cerca daquilo que quer, não aceita que alguém o faça por si, pelo contrário, empenha-se, dedica-se a 100% até alcançar aquilo que almeja.

“Então, parou Jesus e mandou que lho trouxessem. E, tendo ele chegado, perguntou-lhe: Que queres que eu te faça? Respondeu ele: Senhor, que eu torne a ver! Então, Jesus lhe disse: Recupera a tua vista; a tua fé te salvou.
(Lc 18.40-42). O pedido que uma pessoa faz a Deus mostra o tamanho da sua fé e também da sua visão. Para nós que pregamos a Palavra de Deus é muito mais fácil fazer com que uma pessoa que já teve tudo na vida e perdeu acreditar que pode recuperar, do que levar uma pessoa que nunca teve nada a acreditar que se possa tornar rica. Cada pessoa tem uma maneira diferente de fazer ou ver as coisas.

Estavam três pedreiros a trabalhar lado a lado, fazendo exactamente a mesma coisa. Uma repórter aproximou-se e fez-lhes a mesma pergunta: “O que está a construir?”.

Vejamos as respostas:
Primeiro pedreiro: “Estou a unir tijolos com massa”;
Segundo pedreiro: “Estou a erguer uma parede”;
Terceiro pedreiro: “Estou a construir uma grande e maravilhosa catedral”.


Os três faziam a mesma coisa, mas o resultado do trabalho é totalmente diferente quando a motivação, qualidade e o lucro residem na gratificação pessoal.

A visão é totalmente diferente de pessoa para pessoa. Assim também é a fé! Cada um tem a sua! É claro que a fé é uma convicção abstracta, que precisa de ser manifestada de forma concreta, senão não produz nenhum benefício prático. As pessoas de visão, quando as crises e situações adversas ocorrem, conseguem ver oportunidades, transformar o veneno em remédio, fazer do limão uma limonada. Enquanto as outras só vêem desgraças ou até mesmo o fim dos seus sonhos.

Como mudar a visão?
A partir do momento em que a pessoa deixa de ser um trabalhador inconsciente para ser um trabalhador consciente. Quando a mente infrutífera se transforma em mente geradora de novas ideias.

Quando a mínima dúvida ou suspeita de incapacidade forem trocadas pela fé em si mesma, no seu potencial e, sobretudo, em Deus, deixando de olhar para trás e olhando somente para o futuro.

Foi assim que Deus viu Abraão, não um homem idoso, com quase 100 anos, casado com uma mulher com quase noventa anos e estéril, mas alguém que viria a ser o Pai de grandes Nações. “...Olha para os céus e conta as estrelas, se é que o podes. E lhe disse: Será assim a tua descendência” (Gn 15.5).

Fonte: Congresso Financeiro
Segunda-Feira as 20hs - Lisboa

domingo, 28 de junho de 2009

Avaliar os objetivos e a fé


Numa época de CRISE, há sempre uma solução

Ninguém pode pretender conquistar um alvo qualquer na vida, sem que antes tenha consciência de sua própria posição, e a partir dela tenha a visão geral e detalhada daquilo que se quer alcançar. Desde o ponto de partida até o seu objetivo final é necessário que se reúna o máximo de informações para não se lançar em uma aventura.
O Senhor Jesus ensinou isso da seguinte maneira: "Pois, qual de vós, pretendendo construir uma torre, não se assenta primeiro para calcular a despesa e verificar se tem os meios para a concluir? Para não suceder que, tendo lançado os alicerces e não a podendo acabar, todos os que a virem zombem dele, dizendo: Este homem começou a construir e não pôde acabar.
Ou qual é o rei que, indo para combater outro rei, não se assenta primeiro para calcular se com dez mil homens poderá enfrentar o que vem contra ele com vinte mil? “Caso contrário, estando o outro ainda longe, envia-lhe uma embaixada, pedindo condições de paz.” (Lucas 28.32).
Ao contrário do que se pensa, essa avaliação prévia não significa nenhuma falta de fé, mas trata-se de um exame inteligente da posição atual da pessoa e do objetivo que ela deseja alcançar. Uma atitude assim evita que se tomem decisões motivadas por meras emoções ou sentimentos humanos, como tem acontecido nos matrimônios, por exemplo, quando as pessoas se casam motivadas apenas pelos sentimentos do coração e, no entanto, após um breve período de vida conjugal acabam se separando.
Ora, a grande virtude da fé verdadeira é justamente a perseverança naquilo que se propõe a conquistar. Nesse aspecto, há que se estar convicto dela e com os olhos fitos no objetivo. Por isso, aqueles que verdadeiramente estão vivendo pela fé sabem em quem têm crido e não desanimam nunca. Pelo contrário, o objetivo final faz parte do seu ser espiritual, e não dá descanso à sua alma enquanto não alcançá-lo!
Quando há falta de garra para manter-se na luta é porque o alvo a alcançar é apenas uma aventura e não uma determinação, ou seja: a pessoa tenta para ver o que vai dar. Se der certo, amém. Mas se não der... paciência! Assim sendo, fica caracterizado que a fé em que se está sustentado não é a sobrenatural, mas sim a fé natural.
Apesar de o Senhor referir-se ao preço do discipulado, mesmo assim, devemos tomar esse ensinamento e praticá-lo quanto a tudo o que diz respeito à vida pela fé, porque a fé sobrenatural dá uma visão geral daquilo que é invisível. Muitos, no afã de obterem conquistas rápidas e movidas pelo entusiasmo, se lançaram de corpo e alma, mas acabaram desconsolados e desanimados na fé.
A necessidade de conhecer a própria situação, saber qual é a posição atual, e onde se deseja chegar, é fundamental para toda e qualquer conquista. A pessoa que deseja conquistar tudo pela fé tem que ter consciência de estar vivendo na fé, com fé e pela fé sobrenatural na Palavra de Deus; do contrário, qualquer atitude que ela tomar sem essa qualidade de fé vai resultar em fracasso.
O grande erro de muitos pastores é enfatizar as maravilhosas promessas de Deus e omitir as condições que as mesmas requerem. Assim, a igreja torna-se flutuante, isto é, gente que vem, gente que vai, e na quantidade de gente há pouca qualidade de convertidos. Muita quantidade, mas pouca qualidade.
Dentre aqueles que são convencidos, e não convertidos, a preocupação constante é uma só: conquistar bens materiais pela fé, e por que a sua fé não está alicerçada na Rocha, todo e qualquer "ventinho" é capaz de levá-los ao chão. Por isso, é absolutamente necessário que cada membro da igreja cristã examine-se a si mesmo a fim de avaliar se a sua própria posição ou a sua fé satisfaz plenamente as condições exigidas pela Palavra de Deus.
Fonte: Congresso Financeiros
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