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quarta-feira, 24 de setembro de 2025

China proíbe pastores de pregarem nas redes sociais


A China publicou regulamentações que proíbem a veiculação de conteúdo religioso na internet, incluindo o ensino de lições bíblicas para crianças e a formação de grupos de jovens. Com base em leis e normas anteriores, os artigos divulgados pela Administração Nacional de Assuntos Religiosos restringem de forma significativa a atividade religiosa online.

Segundo avaliação contida no material, “esta não é a primeira vez que a China aperta o cerco à vida religiosa, mas pode ser uma das mais invasivas tecnologicamente. Na era do ministério digital, onde sermões são transmitidos e orações ecoam, a regulamentação parece uma tentativa deliberada de desconectar o sagrado do social”.

Em tradução dos regulamentos feita pela revista Bitter Winter, o Artigo 5 estabelece que o clero só pode pregar ou oferecer educação e treinamento religiosos online por meio de sites, aplicativos, fóruns e plataformas de organizações religiosas registradas que possuam “Licença de Serviços de Informação Religiosa na Internet”.

A mesma fonte registrou que “contas pessoais em redes sociais, transmissões ao vivo, grupos do WeChat ou fóruns informais são estritamente proibidos para instrução religiosa”. Ainda conforme a publicação, “a autopromoção é proibida, e o clero não pode usar identidade religiosa para atrair seguidores ou tráfego. Envolvimentos estrangeiros são proibidos: não é permitido apoiar ou participar de ‘infiltração religiosa no exterior’”.

O Artigo 10 proíbe o clero de difundir ideias religiosas a menores ou “induzir crenças” neles pela internet, bem como organizar crianças para participar de educação religiosa, treinamentos e acampamentos. De acordo com a Bitter Winter, “o clero não pode evangelizar para usuários menores de idade nem organizar acampamentos ou treinamentos religiosos para jovens”. A revista acrescenta que “a comercialização é proibida. Não deve haver arrecadação de fundos, venda de produtos religiosos ou monetização de atividades religiosas online. Evangelização com IA também está fora de cogitação. O clero não pode usar IA generativa para produzir ou disseminar conteúdo religioso”.

Ainda conforme o relato, infratores podem receber penalidades administrativas, incluindo suspensão de credenciais religiosas, encerramento de contas online e investigação criminal. A Bitter Winter informa também que “plataformas que hospedam conteúdo não conforme podem ser obrigadas a restringir, advertir ou encerrar contas ofensivas”.


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terça-feira, 19 de abril de 2022

Igreja canadense realiza cerimônia de suicídio assistido para membro

Churchill Park United se torna primeira igreja em província do Canadá a sediar a prática de suicídio assistido.
Churchill Park United Church of Winnipeg (Foto: Reprodução/CPUC)


Recentemente, a igreja canadense Churchill Park United Church of Winnipeg foi o local de uma cerimônia de suicídio assistido realizada para um de seus membros diagnosticados com Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA).

A igreja, que se tornou a primeira em Manitoba a sediar a prática, descreveu o acontecimento do mês passado como uma “Cerimônia de Travessia” para Betty Sanguin, de 86 anos.

De acordo com The Christian Post, a equipe de liderança da igreja aprovou por unanimidade o pedido de Sanguin para a cerimônia de suicídio assistido que foi realizada no santuário, pois ela tinha fortes laços com a congregação.

Segundo o reverendo Dawn Rolke, ministro do Churchill Park, parecia apropriado realizar a cerimônia no santuário, pois as igrejas são muitas vezes “hospedeiras e lar de nossas vidas e de alguns de nossos rituais de vida significativos como batismo, casamento, funeral ou serviços memoriais.

“Para nós, era perfeitamente natural realizar esse serviço para Betty em nosso santuário porque a morte é uma parte natural da vida e Betty tinha vivido boa parte de sua vida adulta nesta comunidade religiosa”, disse Rolke.

Na Igreja, em Winnipeg, o típico santuário foi removido e substituído por cadeiras, mesas, flores e um reclinador,  e as pessoas começaram a ir e vir silenciosamente do lado de Betty enquanto o medicamento fazia efeito.

Além disso, posteriormente, funcionários de uma funerária chegaram para transportar o corpo de Sanguin para sua capela e fazer os preparativos para seu enterro.

Em 2016, o Canadá aprovou uma lei que legaliza o suicídio assistido por médicos, com a lei que limita o acesso a cidadãos ou residentes permanentes com pelo menos 18 anos e que tinham “uma doença grave e incurável, doença ou incapacidade” que incluía “sofrimento duradouro e intolerável”.

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segunda-feira, 5 de abril de 2021

Boris Johnson agradece aos cristãos pelo trabalho das igrejas na pandemia

Seus comentários foram feitos alguns dias depois que a Grã-Bretanha marcou o primeiro aniversário do lockdown. Saiba mais

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson - que estará presente ao Spring Harvest Home 21 (evento de ensino e adoração que começa na noite do Domingo de Páscoa, em 4 de abril, e vai até quinta-feira, 8 de abril) - disse que “perdeu as contas” do número de igrejas que viu apoiando suas comunidades neste ano que passou, em função da pandemia.

Seus comentários foram feitos alguns dias depois que a Grã-Bretanha marcou o primeiro aniversário do lockdown, acendendo luzes em memória das mais de 126 mil vítimas fatais da Covid-19 no Reino Unido. 

“Quero dizer um 'grande obrigado', porque ao longo do ano passado eu vi inúmeras vezes os ensinamentos de Jesus Cristo trazidos à vida por pessoas como vocês: homens e mulheres, jovens e idosos, em todo o Reino Unido”, disse ele, como informou a reportagem do The Christian Today.

“Já perdi a conta do número de líderes de Igrejas e congregações de todas as denominações, que se esforçaram para apoiar não apenas uns aos outros, mas também toda a comunidade local, pessoas de todas as religiões e nenhuma [crença]”, falou.

Johnson também agradeceu aos cristãos por se adaptarem, já que as igrejas foram fechadas durante um período de 2020 devido às restrições. 

“Por muitos meses vocês não conseguiram se reunir para adoração e oração como normalmente faziam. Eu sei que isso tem sido um fardo enorme para muitos cristãos, mas é um fardo que vocês carregaram sem reclamar e se adaptando ao culto e às reuniões online”, ressaltou.

O primeiro-ministro concluiu: “Embora esta não tenha sido a Páscoa que qualquer um de nós gostaria, e o Spring Harvest obviamente não está acontecendo da maneira agitada de costume, estamos chegando lá por causa de pessoas como vocês!”

(*) Com informações do The Christian TodayCurta o Amigos da Universal no Facebook! Obrigado. Volte sempre!

quinta-feira, 11 de junho de 2020

Harvard: estudo revela que igrejas são importantes contra “mortes por desespero”

Pessoas que frequentam igrejas ficam longe do suicídio, da depressão e dos vícios


Pesquisadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos (EUA), publicaram um relatório chamado “Atendimento a serviços religiosos e mortes relacionadas a drogas, álcool e suicídio entre profissionais de saúde dos EUA“, na revista científica JAMA Psychiatry.
O levantamento de dados foi realizado em uma amostra com mais de 100 mil profissionais de saúde dos EUA. O estudo revelou que o comparecimento frequente aos serviços religiosos e aos cultos em uma igreja estão associados a um menor risco de morte relacionada com drogas, álcool e suicídio (classificadas também como “mortes por desespero”).
Entre as mulheres, aquelas que participaram de algum tipo de “serviço religioso” da igreja tiveram um risco muito menor de fazer parte desse grupo (68%). O quadro também foi positivo para os homens que assistiram às reuniões da igreja (33% menor com relação aos que não assistiram).
A importância das igrejas
Segundo o The Christian Post, o principal autor do estudo, Ying Chen, mostrou-se curioso com os resultados: “É, especialmente, impressionante em meio à atual pandemia da COVID-19. Porque, os médicos estão enfrentando demandas extremas de trabalho e condições difíceis. E em parte, também, porque muitos serviços religiosos foram suspensos durante a pandemia. Agora, precisamos pensar no que pode ser feito para estender a ajuda às pessoas em risco de desespero”.
Participe das reuniões
O estudo nos faz pensar sobre a importância social das igrejas em manterem suas portas abertas. Por isso, vale lembrar que as reuniões já estão liberadas com a capacidade reduzida, em algumas localidades. Porém, você deve seguir as orientações dadas pelo Ministério da Saúde. Clique aqui e encontre a Universal mais próxima de sua casa. Se preferir, você também pode acompanhar pela TV Universal.


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sexta-feira, 1 de março de 2019

Brasil abriu 25 novas igrejas por dia nos últimos anos, segundo dados da Receita

O estado que sai na frente é o Paraná, que possui a média de uma igreja aberta por dia, segundo um levantamento feito pelo jornal Bem Paraná. Só em 2017 houve 366 registros de igrejas no Estado. Isto sem contar com o número de instituições sem registro.
Segundo informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de evangélicos no Brasil cresceu 61,45% em 10 anos. De 26,2 milhões no ano 2000, passaram para 42,3 milhões em 2010. A expectativa é que esse número apareça ainda maior no próximo senso 2020.

Pentecostais e neopentecostais

Grande parte desses números se deve à presença das igrejas pentecostais e neopentecostais nas regiões mais periféricas do Brasil, como em comunidades carentes, onde o poder público deixa muito a desejar.
Nesses contextos, as igrejas evangélicas são um diferencial para a população, levando além da salvação através do Evangelho de Cristo, assistência social para muitas famílias, servindo de suporte nas comunidades.
Essa realidade já foi comprovada pela pesquisadora Dena Freeman, da London School of Economics. Ela escreveu um livro intitulado “Pentecostalism and Development: Churches, NGOs and Social Change in Africa” (Pentecostalismo e Desenvolvimento: Igrejas, ONGs e Mudança Social na África), onde explicou como no continente africano essas igrejas têm feito a diferença, assim como no Brasil.
“As igrejas pentecostais são muitas vezes agentes de mudança mais eficazes do que as ONGs de ajuda humanitária”, escreveu Freeman, conforme já detalhado em outra matéria.
“Elas [igrejas] são excepcionalmente eficazes em promover a transformação pessoal e o empoderamento, fornecem a legitimidade moral para um conjunto de mudanças de comportamento e reconstroem radicalmente as famílias e comunidades para apoiar novos valores e novos comportamentos”, conclui.

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sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Governo do DF promete união com igrejas na assistência social

Historicamente, às igrejas sempre foram pioneiras na prestação de serviços sociais, como assistência aos mais pobres, desabrigados e dependentes químicos. Isso tudo, obviamente, sem falar do acolhimento psicológico e emocional proporcionado pelo ensino doutrinário e vida espiritual. 
Visando potencializar esses benefícios no campo da assistência social, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, anunciou a criação da Coordenação de Assuntos Religiosos, que será comandada pelo advogado Kildare Araújo Meira.
O objetivo da nova pasta é criar um canal de diálogo e parceria com igrejas, para promover ações de combate à violência doméstica, abuso de drogas, evasão escolar e outros dilemas de caráter estritamente social e de interesse público.
“Precisamos quebrar paradigmas. Acabar com a dualidade: Estado e Sociedade Civil. Somos um governo de diálogo com todos os segmentos”, disse Kildare, já rebatendo os críticos que alegam ser um erro o envolvimento do poder público com igrejas.
“O Estado é laico, mas não podemos excluir o diálogo com as igrejas, que têm historicamente um papel social importante”, destaca o secretário. “Queremos trazer essas organizações religiosas para ajudar nos problemas existentes. Vamos conversar, mapear os problemas, ouvir as propostas de soluções”.

Mudança radical

A iniciativa do atual governo de Brasília significa uma mudança radical na relação do DF com às igrejas, considerando que a gestão anterior, do ex-governador Rodrigo Rollemberg, do Partido Socialista Brasileiro, mandou demolir nada menos do que 32 igrejas em 2017.
Na visão do atual governo, por outro lado, a colaboração das igrejas com às políticas públicas do DF é uma questão estratégica para a melhoria da qualidade de vida da população. “Vamos juntos trabalhar para fazer da nossa cidade uma cidade melhor, e as religiões são parte fundamental nesse projeto”, destacou Ibaneis.
O novo secretário ainda reforçou que o governo vai contribuir para regulamentar a questão fundiária dos templos em locais ainda não oficializados. “Precisamos avançar na regularização dos lotes para trazer mais segurança jurídica para todos”, disse Kildare, segundo a Agência Brasília.

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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Pastor presbiteriano é forçado a se demitir após pregar que “homossexualidade ainda é pecado”

A imutável Palavra de Deus vem se tornando intragável para parte dos cristãos, influenciados pela cultura secular. Uma prova disso é a decisão de uma Igreja Presbiteriana que obrigou seu pastor a se demitir por causa de sua pregação contra a homossexualidade e a ideologia de gênero.
Justin Hoke era pastor da Trinity Bible Presbyterian Church, na cidade de Weed, Califórnia (EUA) até decidir usar o cartaz em frente ao templo para denunciar os erros da cultura secular em relação à sexualidade, gênero e casamento.
A diretoria da igreja não gostou da mensagem exposta no letreiro, que dizia que “Bruce Jenner ainda é um homem. A homossexualidade ainda é pecado. A cultura pode mudar. A Bíblia não”, fazendo referência ao ex-atleta que ficou mundialmente conhecido como padrasto da socialite Kim Kardashian e decidiu fazer cirurgia de mudança de sexo.
“O objetivo final era dizer que, embora a cultura possa mudar, a Bíblia não muda. A cultura agora exige que chamemos de ‘bom’ o que a Bíblia chama de mal”, afirmou Hoke numa entrevista concedida após sua demissão à emissora local SF Gate.
A diretoria da igreja decidiu pressioná-lo a renunciar ao cargo após protestos entre os moradores da vizinhança. Uma manifestação em frente a igreja chamada “Encontro do Amor Shastina” condenou a placa e exaltou a comunidade LGBT. “Nós realmente tivemos que refinar nossa mensagem para expressar amor e apoio estritamente para quem se sente como se fosse o alvo da placa”, disse Amelia Mallory, uma das três mulheres que organizaram a manifestação, segundo informações da emissora Christian Broadcasting Network (CBN News).
“Debater religião é improdutivo, por exemplo, e nós também não queremos que ninguém se sinta como se estivéssemos contra o cristianismo como um todo. As pessoas são bem-vindas às suas próprias crenças, mas não podem se surpreender se houver reações de maneira tão pública”, acrescentou Amelia.
Um dos efeitos colaterais do protesto foi a vandalização da placa, que o próprio pastor Hoke narrou em sua página no Facebook: “Eu acordei esta manhã para descobrir que a nossa placa tinha sido vandalizada. Eles não só quebraram o vidro plexiglass e roubaram algumas das letras, mas eles também quebraram a caixa de energia. Eu não vi de perto ainda, já que esta imagem foi enviada a mim por um membro de nossa congregação. Por favor, ore para que Deus providencie esse conserto”, escreveu o pastor no dia 9 de janeiro.
Mesmo com a ação de vandalismo, o pastor remendou o cartaz e recolocou a mensagem no letreiro. “Não ficou bonito, mas está de volta”, disse ele na ocasião, pouco antes de ser pressionado pela diretoria da igreja a deixar o cargo. O anúncio da demissão foi feito pelo próprio pastor, em sua página no Facebook.
“Eu não queria ir embora, não desisti e estava disposto a ficar”, afirmou o pastor, narrando que sua demissão foi indireta, pois muitos fiéis ameaçaram deixar a igreja se ele ficasse, incluindo um presbítero. Diante disso, ele optou por sair para evitar que a congregação se dividisse.
“Muitas pessoas perguntaram se poderiam me ajudar de alguma forma física ou monetária. Eu estou realmente agradecido por tais pensamentos e ofertas. Mas, eu não quero usar esses 5 minutos de fama como uma chance de capitalizar simpatia e boa vontade dos outros. O Senhor cuidou das minhas necessidades”, disse o pastor. “Por favor, ore para que Deus abra mais portas para eu pregar o Evangelho, isso é tudo que eu quero e preciso”, finalizou.


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quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Angola fecha mais de mil igrejas consideradas “seitas” e clandestinas

A polêmica sobre uma lei do governo angolano que determinou o fechamento de grupos religiosos considerados clandestinos continua.  O decreto Executivo Conjunto 01/2018, de fato, já fechou mais de mil igrejas no país entre os dia 6 de novembro e 25 de dezembro. Os líderes dessas instituições, no entanto, alegam que estão sofrendo perseguição religiosa.
Segundo informações do governo local, o objetivo do decreto é impedir a disseminação de instituições consideradas “seitas” e que operam na “clandestinidade”.
“A adoção dessa nova disposição é o resultado de um longo processo de luta contra o estabelecimento de novas seitas religiosas em Angola, que começou em 2013”, disse o diretor nacional de assuntos religiosos do Ministério da Cultura de Angola, Francisco de Castro Maria.
“Naquela época, o país tinha cerca de novecentas novas igrejas. Dessas, apenas oitenta e três foram oficialmente reconhecidas pelo Ministério da Cultura e autorizadas a realizarem suas atividades”, explicou ele, segundo informações do Gaudium Press.
Maria afirma que a medida do governo é justificável, uma vez que “mais de 50% das igrejas em nosso país são estrangeiras, vindas principalmente da República Democrática do Congo, Brasil, Nigéria e Senegal”.
Para os líderes das instituições fechadas, o decreto prejudica às minorias religiosas, já que uma das condições para que uma igreja seja considerada legal é ter a assinatura de pelo menos 100 mil membros e estar presente em 12 estados do país.
Os que tentaram resistir ao cumprimento do decreto já sofreram punições. Entre os dias 16 e 23 de dezembro, onze líderes de igrejas foram presos durante uma operação da polícia em Cabinda.
“De uma maneira deliberada e repetitiva, eles reabriram suas igrejas enquanto estavam fechadas”, disse um comunicado do governo, afirmando que eles “agiram contra a lei”.

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quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

URGENTE : Igrejas do Ceará sofrem ameaças e pastores convocam oração urgente

A série de ataques promovidos por facções criminosas no Ceará está causando pânico nos moradores e servindo para revelar o quadro de insegurança pública no estado, governado por Camilo Santana (PT), de maneira que até às igrejas evangélicas estão sendo ameaçadas de ataque, segundo informações do Rev. Emilio Garofalo Neto.

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“Irmãos, clamemos em oração pela situação em Fortaleza. O caos está seríssimo. Tenho informações por um pastor de lá que várias igrejas evangélicas irão cancelar seus cultos amanhã”, diz a mensagem repassada pelo pastor e escritor Franklin Ferreira em sua rede social.
A denúncia explica que os criminosos pretendem retaliar às igrejas porque acreditam que a vitória do presidente Jair Bolsonaro foi resultado do apoio dos evangélicos. “O crime organizado está ameaçando ataques às igrejas por julgar que a eleição do presidente está fortemente ligada à ação evangélica. Oremos!”, conclui a mensagem.

O pastor Wilson Porte Jr. também se manifestou, repercutindo a gravidade da denúncia e pedindo orações pelas igrejas do Ceará.
“Em oração pela população do Ceará. Deus tenha misericórdia de vocês, especialmente igrejas e pastores, alvo dos ataques para este final de semana. Deus intervenha e não permita acontecer o que criminosos afirmaram que farão às igrejas neste domingo”, escreveu ele, também em sua rede social.
Cenário de caos
Desde a semana passada o Ceará sofre com ataque de criminosos em várias cidades. Ônibus foram queimados e prédios públicos atacados. Os criminosos tentaram até derrubar um viaduto com explosivos. Ao todo 120 ataques foram registrados.
O Rev. Elizeu Dourado de Lima, da Igreja Presbiteriana de Fortaleza, fez uma série de exortações para os membros da sua denominação sobre a responsabilidade de orar pelo estado, união da população e abandono das intrigas pessoais em nome da política.
“As eleições passaram e a minha palavra pastoral precisa ser observada. Qual é o papel do crente agora? Orar pelas autoridades instituídas. É triste que um crente não entenda isso”, disse Elizeu na mensagem do último domingo (6).
“É interessante que neste momento de guerra contra o governo, facções inimigas se unem para enfrentar para desafiar as autoridades e crentes em Cristo Jesus se desunem. O que é isso? Você não pode permitir essas conversas dentro da igreja. Ameaça o vínculo da paz. Respeite o que o outro fez nas eleições”, continua o pastor.
Elizeu ressalta que independentemente das visões políticas, o presidente Bolsonaro está eleito e empossado. O bem comum deve ser observado e os cristãos devem fazer o seu papel como Igreja de Cristo, em prol do país e não de partidos.
“Quero conclamar a Igreja, porque nós temos um presidente que se chama Jair Messias Bolsonaro. Não tem como você dizer que não tem presidente ‘porque você não votou’. A palavra pastoral precisa ser dura neste momento”, disse ele.
“Já estamos enfrentando coisas assim [divisões] na igreja. É uma ignorância um crente dizer que não tem um presidente ‘porque não votou’. Vamos esperar as coisas andarem e vamos orar”, destaca. “O crente é chamado para orar por todas as autoridades constituídas (Romanos 13)”. Assista abaixo:
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quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Idosa ganha videogame de presente do neto e “esquece” de ir aos cultos

Uma pegadinha com a avó teve o desfecho inesperado para um jovem que escolheu dar a ela um presente inusitado: um Xbox One S. A ideia era fazê-la conhecer o mundo dos videogames, mas ela gostou tanto da brincadeira que não quis mais parar.
O jovem Jon Aro, que vive na Flórida (EUA), quis fazer uma brincadeira com sua avó no Natal: disse a ela que seu presente esse ano seria um XBox One S, um dos principais consoles do universo de videogames, fabricado pela Microsoft. Ele imaginava que ela não daria muita atenção, mas se enganou.
Sua ideia foi frustrada ao se dar conta que a avó havia gostado tanto do “presente” – já que sua intenção era revelar que era apenas uma pegadinha – que acabou viciada em jogar e não queria mais largar o console.
Desiludido sobre a possibilidade de reaver o videogame, ele usou o Twitter para contar aos amigos que a avó havia esquecido até de ir aos cultos: “Eu comprei um Xbox para a minha avó como uma ‘zoeira’, mas agora ela está jogando há três dias e eu não consigo fazê-la parar”, disse ele, acrescentando que precisava de sugestões para contornar a situação e fazê-la dar uma pausa do jogo Minecraft: “Alguém, por favor, ajude!”, pediu ele.
A história se tornou viral na rede social e a pegadinha furada de Jon Aro virou piada. “Você pode construir uma igreja no Minecraft”, sugeriu um de seus seguidores, brincando. Com a repercussão, o jovem publicou um vídeo em que sua avó joga compenetrada e sem se importar em ser filmada. Confira:

I got my grandma an Xbox one as a joke on Christmas and now she’s been playing for 3 days straight and I can’t get her to stop
Ver imagem no Twitter
Someone please help she skipped church to play Minecraft pic.twitter.com/Dt922xwNP8

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sábado, 8 de dezembro de 2018

Economista comprova impacto positivo da religião sobre o fim da pobreza

Experimento científico recente envolveu 6.000 famílias

Expressão “Deus seja louvado” em nota de R$ 20.
(Foto: Fábio Tito/G1)
“Freakonomics” é um popular programa de rádio e podcast sobre economia. Seu apresentador, Stephen J. Dubner, entrevistou esta semana três homens que conduziram um experimento científico nas Filipinas: James Choi, professor de finanças da Universidade de Yale; o economista Dean Karlan, presidente e fundador da Ação Inovadora contra a Pobreza (IPA); e o pastor David Sutherland, presidente do Ministério Internacional de Cuidado (ICM).
Choi e Karlan trabalham juntos na IPA. Eles relatam que decidiram estudar o impacto real de um ministério cristão para descobrir se a religião resulta em sucesso na vida das pessoas ou se é apenas uma coincidência.
Mas tiveram dificuldade em encontrar um ministério que aceitasse fazer parte do experimento porque uma das exigências era que não poderiam pregar suas crenças ao público-alvo, chamado de “grupo de controle”.
Contudo, o ICM decidiu aceitar porque viu uma oportunidade de descobrir o quanto o que eles faziam realmente dava certo. Se a experiência indicasse o contrário, Sutherland iria mudar seu programa para melhor atender às pessoas em situação de pobreza.
Por uma questão de transparência, Karlan deixou claro que não é cristão e que o experimento seria “estritamente científico”.
O grupo estudado foi de habitantes das Filipinas, que participariam de um programa chamado Transform, ministrado por pastores locais e por obreiros treinados da ICM. Normalmente, os participantes do programa reúnem-se semanalmente e recebem aulas semanais de meia hora sobre religião/valores, economia e treinamento em saúde.
O desafio era tentar descobrir se a religião era capaz de “melhorar a condição econômica”. Eles acompanharam o experimento por amostragens durante seis meses. E a comprovação veio, mostrando que havia uma correlação de causa e efeito.
O Experimento
A ICM enviou 160 pastores filipinos locais para duas aldeias onde eles não haviam ministrado antes. Cada pastor escolheu 30 famílias em cada uma das aldeias, identificadas como sendo entre os mais pobres.
Aleatoriamente, os moradores tiveram aulas de um dos quatro níveis diferentes do programa Transform. O primeiro grupo recebeu o “pacote completo”. O segundo grupo teve apenas o treinamento de religião/valores do pastor local.
O terceiro grupo ouviu somente o treinamento em economia e saúde – sem falar sobre religião. Esse grupo nem se encontrava em uma igreja como acontecia com os outros grupos. O quarto grupo – o grupo de controle – não recebeu treinamento algum. Eles falavam apenas sobre suas vidas e seus problemas.
“Queríamos que o estudo fosse sobre o efeito da religiosidade nos resultados econômicos”, assegura Choi. “Acabamos trabalhando com 6.000 residências”, complementou Karlan.
Seis meses depois, os três pesquisadores voltaram para ver o que havia mudado para as famílias e aldeias envolvidas.

Treinamento religioso aumentou a renda

A primeira questão a ser respondida é se o programa que ensinava religião os tornava mais religiosos. Eles leram a Bíblia e foram mais à igreja? A resposta foi um sonoro “sim”.
A segunda pergunta avaliada é como o aumento da religião na vida de alguém afeta sua pobreza. “Apenas ser exposto ao currículo religioso aumentou a renda em 9%, em relação ao grupo de controle”, apontou Choi, destacando que “Isso é realmente muito perceptível, pois significava comida na mesa”.
Freakonomics é um programa de rádio secular, mas não ignorou como o estudo comprovou que a fé em Deus gerou mais esperança e otimismo, além de elevar o padrão da ética do trabalho.
Karland, que se declara agnóstico, disse que não entendia sobre o motivo por trás das mudanças visíveis, mas admitiu: “Estou muito interessado em entender melhor sobre essa esperança oferecida a eles”.

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terça-feira, 30 de outubro de 2018

Jornalista da Globo diz que oração por Bolsonaro “causou preocupação”

Miriam Leitão enfatizou que “separar Estado de Igreja é fundamental”

Miriam Leitão fazendo comentários na Globo.
(Foto: Reprodução / Globo)
Logo após o TSE anunciar a vitória de Jair Bolsonaro como novo presidente do Brasil, o político ignorou a grande imprensa e fez um pronunciamento nas redes sociais. Sua opção incomodou a Rede Globo, que reclamou da “quebra” de protocolo.
Minutos depois, Bolsonaro foi para a frente de sua casa, onde um repórter representando um pool de emissoras da TV aberta e também de canais pagos mostraria a primeira declaração oficial do 38º presidente do país. Porém, antes de falar, o capitão reformado participou de uma roda de oração, puxada pelo senador Magno Malta.

Tudo foi transmitido ao vivo em rede nacional de televisão. “Os tentáculos da esquerda jamais seriam arrancados sem as mãos de Deus”, enfatizou Malta durante sua prece. Também citou o texto bíblico de João 8:32 – “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” – adotado como slogan de campanha por Bolsonaro.

O  jornalista Merval Pereira, da Globo News, deixou claro que não gostou do que viu.  Em seguida, Mirian Leitão disse que aquilo gerava “um pouco de preocupação” porque, enfatizou, separar Estado de Igreja é fundamental”.
“O Estado brasileiro é laico. Um grupo de cristãos… Aquilo [a oração] cria um pouco de preocupação. O compromisso de um estado laico é fundamental. É conquista da reforma protestante, inclusive. Separar Estado de Igreja é fundamental”, destacou Leitão.
Não é a primeira vez que a jornalista reclama do fato de Bolsonaro falar sobre sua fé. Em um texto publicado no jornal O Globo, ela reclamou da aproximação dele com pastores. “Essa mistura jamais dará um bom resultado. Púlpito e palanque devem estar distantes”, escreveu. Também avalia que “O uso da Bíblia e da religião serve para atemorizar ou enganar eleitores. Isso ameaça a soberania do voto”.
Aparentemente, para a Globo a oração de um presidente cristão incomoda muito. Quando Fernando Haddad (PT) foi a uma missa em São Paulo, comungou e depois fez um discurso inflamado na escadaria do templo, não houve críticas abertas dos jornalistas da maior rede de comunicação do país.
Assista:

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sábado, 20 de outubro de 2018

“O objetivo final da China é eliminar toda forma de religião”, denuncia padre católico


Líder de igreja chinesa pede que o Vaticano reconsidere acordo com o governo comunista


O padre que pede para ser chamado de “Paulo”, lidera uma igreja católica na província de Hebei. Falando à International Christian Concern, ONG que monitora a perseguição religiosa, está denunciando que “objetivo final do atual regime chinês é eliminar toda religião”.
Como prova, Paulo apontou para o “Regulamento Revisado sobre Assuntos Religiosos”, implementado em fevereiro pelo Partido Comunista da China e que resultou no fechamento de igrejas, prisão de fieis, Bíblias sendo queimadas e estudantes sendo forçados a assinar documentos renunciando à sua fé.
Não foram apenas os cristãos que sofreram retaliações. Milhares de muçulmanos foram enviados para os chamados “campos de reeducação”, onde realizam trabalhos forçados e só podem sair após renunciaram à sua religião, segundo relatos.
Padre Paulo disse estar inconformado com o acordo celebrado entre o Vaticano e o governo comunista. Ele explica que os funcionários estatais estão exigindo que os católicos restrinjam suas atividades religiosas “para proteger os interesses do governo”.
O controverso acordo do Vaticano em questão permite que o governo chinês selecione seus próprios candidatos a bispo. A Santa Sé anunciou em setembro que chegou a um acordo provisório que acabaria com sete décadas de conflito com a China.
Algumas lideranças católicas acreditam que o Vaticano não deveria legitimar as ações de um regime ateu.
Pastor chama acordo de ‘traição aos cristãos’
O pastor Bob Fu, presidente da missão evangélica China Aid, acrescentou que o acordo terá consequências sobre todos os que professam o cristianismo no país. “Trata-se de uma traição aos milhões de cristãos perseguidos na China e da Igreja católica global”.
Para ele, “Isso pode ser uma repetição da Alemanha de Hitler na década de 1940, quando a igreja estatal alemã consentiu com a perseguição e massacrou milhões de judeus”. “Como o Vaticano pode responder em boa consciência a este acordo enquanto o Partido Comunista da China acaba de lançar uma guerra secreta prometendo acabar com católicos e protestantes que considera ilegais? “, questiona Fu.
O papa Francisco, no entanto, prometeu assumir total responsabilidade pelo movimento, chegando a dizer que recebeu “sinais de Deus” que o ajudaram a decidir pela assinatura do acordo provisório. Ainda assim, o líder católico admitiu que “ambos os lados [perderão] algo”.
Com informações de Christian Post

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