Bispo Macedo ministrou o culto em Joanesburgo e transmitiu o poder da fé a todos
Em viagem missionária à África do Sul, o bispo Edir Macedo ministrou a reunião do último domingo (02), pela manhã, para milhares de pessoas, no Cenáculo do Espírito Santo de Park Station, em Joanesburgo.
Logo no início do culto, ele ensinou que a fé é uma energia e que aqueles que creem em Deus se fazem receptor dela. “Você tem o poder de Deus dentro de você. O que disser, vai acontecer, porque este poder está em você”, determinou.
Citando a passagem bíblica na qual Jesus amaldiçoa uma figueira (Marcos 11:20-24), o bispo ressaltou que, aparentemente, nada havia acontecido com a árvore, mas desde o momento em que a palavra saíra da boca de Jesus, ela já havia morrido: “Em outras palavras, quando temos o poder de Deus, quando nós somos a luz do mundo, o que determinarmos será feito pela Palavra de Deus. Assim como Josué, que disse ao sol para parar, você deve manifestar a sua fé.”
Além de ensinar que as bênçãos divinas decorrem do uso da fé, o bispo também fez questão de alertar que as maldições também podem ser frutos das palavras proferidas pela própria pessoa. “Quando você reclama sobre seus problemas, ou os conta para outras pessoas, você amaldiçoa a si mesmo. Pois, se você tem o poder de trazer vida aos seus sonhos, você também tem o poder de destruir a própria vida. Esse é o grande problema, porque se a fé é a energia de Deus, a dúvida é a energia do inferno”, explicou.
Antes de encerrar o encontro, o bispo Macedo, juntamente com o bispo Marcelo Pires, responsável pelo trabalho da IURD no país, estendeu a mão sobre os presentes e determinou que a energia de Deus penetrasse em cada pessoa, eliminando de uma vez por todas os males físicos e espirituais da vida de todo o povo.
Confira, abaixo, o momento da ministração de energia divina:
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terça-feira, 4 de outubro de 2011
terça-feira, 23 de agosto de 2011
AMY, DROGAS E A MALDIÇÃO DOS 27
Muito se fala na “idade maldita do rock”, curiosa tendência de morte de músicos aos 27 anos, sempre citando a associação do rock com drogas e um estilo de vida arriscado.
Pois bem. Antes de começar a falar da ida de Amy Winehouse para o outro lado do mistério, vamos deixar algumas coisas bem claras.
Primeiro: não foram as drogas que fizeram as vítimas da sina dos 27 serem geniais. OK, não dá para descartar a relação entre criatividade e uso recreativo de entorpecentes, mas ela é muito comentada e pouco estudada a sério. Facto é que nenhuma droga faz brotar um génio dentro de uma mente boçal – para bem e para mal, elas apenastrazem à tona ideias que uma mente sóbria não se arriscaria a colocar em prática.
Do mesmo jeito, a morte prematura não transforma Amy na maior cantora do século XXI – ainda que seus dois discos muito bons, além de um terceiro rejeitado pela gravadora (e que, claro, deve logo chegar às lojas), evidenciem o potencial que ela não viverá para atingir.
Com a notícia que era infelizmente tida como questão de tempo, dado o ciclo de autodestruição digno de um Sid Vicious em que a intérprete de Rehab vivia mergulhada, talvez se veja menos os escândalos que a mantinham nas capas dos tablóides e mais a voz que era o seu grande dom. Infelizmente, algumas histórias só fazem sentido depois do final trágico. Ao morrer recentemente, com 27 anos, a cantora Amy Winehouse se junta ao grupo de artistas famosos que também morreram com essa mesma idade.
Outra coincidência é que, assim como Amy, grande parte deles foram encontrados mortos sozinhos em casa ou em quartos de hotéis. Veja alguns deles:
Fonte: Folha Universal Moçambique
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