A Igreja Universal desmente as notícias absurdas que foram divulgadas por alguns sites e jornais impressos, sobre a inserção dos nomes dos fiéis no SPC/Serasa, por não pagarem dízimos e ofertas. Isto é mentira.
A notícia foi publicada em alguns veículos de comunicação sem credibilidade, que não merecem atenção por publicarem informação falsa.
A direção nega veementemente esta notícia que é mentirosa e incabível a uma Igreja que se importa exclusivamente em levar a Palavra de Deus. Os dízimos e as ofertas são bíblicos e a Igreja Universal não impõe ou obriga as pessoas a fazerem suas doações.
Tudo é feito por mera liberalidade do fiel, por sua livre e espontânea vontade, de modo que a Igreja sequer tem controle de se realmente o fiel fez alguma oferta ou não, uma vez que os envelopes, onde são entregues os dízimos e as ofertas, não têm identificação de quem está doando, tampouco do valor que se supõe que tenha sido depositado em seu interior pelo fiel.
Assim, o Departamento Jurídico da Igreja Universal afirma que não há nenhum tipo de controle de quem oferta ou não dentro da Igreja Universal, por tratar-se de liberalidade do fiel e, como consequência lógica deste fato, não há como a Igreja Universal inserir ou deixar de inserir o nome de quem quer seja no SPC/Serasa.
A Igreja Universal tomará as medidas judiciais cabíveis contra estas mídias que publicaram informação falsa.
DEPARTAMENTO JURÍDICO DA IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS.
Veja abaixo o texto mal feito escrito por um jornal que não se importa em levar a mentira aos seus leitores:
Quem Não Pagar Dízimo à Igreja Universal ficará com nome sujo
Os Bispos da Igreja Universal do Reino De Deus (IURD), presidida por Edir Macedo, decidiram que a instituição vai cadastrar no SPC/Serasa os fieis que ficaram com o pagamento do dízimo em atraso, na tentativa de diminuir a "inadimplência".
Quem já deve à IURD e quer evitar entrar na lista negra do comércio, pode entrar em contato com o departamento de finanças da igreja para renegociar a dívida.
É possível parcelar os valores com a utilização de cartão de crédito ou débito, a taxa de juros é de 72% ao mês.
A direção da igreja não informou o número de devedores, mas se estima que os maus pagadores estão causando um prejuízo mensal de quase R$ 1 bilhão. Além de ficar com o nome sujo, os fieis inadimplentes podem ter de pagar multa e ter contrato rescindido se trocarem a Universal por outra Igreja.
Fontes: Site/Jornal
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segunda-feira, 27 de junho de 2011
Comunicado desmentindo mídia tendenciosa
sábado, 19 de dezembro de 2009
Redes sociais atraem interesse de empresas

Saiu hoje uma reportagem no valor econômico sobre um estudo desenvolvido pela In Press Porter Novelli e pela empresa de análise de mídia E.Life que constatou que há espaço em todas as redes sociais para desenvolver estratégias de marketing. Mas as relações com os consumidores precisam ser estabelecidas de maneiras diferenciadas em cada uma delas. A pesquisa foi feita com 1.277 internautas que escrevem com frequência nas redes, estão entre os ‘blogueiros’ e ‘twitteiros’ de maior audiência na internet brasileira e, em 2008, comentaram sobre produtos e serviços nesses sites.
Diferentes motivações levam um internauta a adotar uma rede social para interagir. De acordo com o levantamento, 69,4% dos usuários acessam o Twitter para ler notícias e 64,6%, para divulgar conteúdo. No Orkut, manter o contato com amigos e familiares é a principal motivação para 86% dos internautas; a busca por informações nessa rede é prioridade para 20% dos entrevistados. O YouTube é fonte de entretenimento para 89,6% dos internautas. E os blogs são utilizados sobretudo para a divulgação de conteúdos, de acordo do 86,1% dos usuários; 42% do total também veem nos blogs uma fonte de informação.
Entre os entrevistados, 47% gastam mais de 40 horas por semana navegando em redes sociais. Usuários de 19 a 25 anos de idade representam 37,4% do total e aqueles com 26 a 35 anos, 36,3% da amostra. A renda média de 42,7% dos internautas supera R$ 4.151 por mês e 51% possuem curso superior completo ou pós-graduação.
As redes mais acessadas por essas pessoas são o Twitter (68%), Orkut (63,1%), YouTube (28,7%), Blogger e Blogspot (25,9%). Ainda conforme o estudo, 90,1% dos usuários entrevistados usam a internet para pesquisar sobre produtos e serviços antes da compra; 79,3% fazem compras em sites e 42,9% recomendam o produtos e serviços nas redes sociais. As críticas são inseridas em todos as redes. No Twitter, 27,8% dos internautas criticaram marcas; o percentual de consumidores reclamantes foi menor nos blogs (15,1%), no Orkut (15%) e no YouTube (6,9%). “O estudo mostrou que 29,3% dos internautas usam as redes para pesquisar produtos. Elas não são só um canal de reclamação, são também um meio para prospectar clientes, para saber o que um concorrente faz, para reverter uma imagem arranhada”, afirma o presidente da E.Life, Alessandro Barbosa Lima.
Para interagir, as empresas precisam adaptar a linguagem ao perfil de cada rede social, observa Lima. O diretor da In Press, Hugo Godinho, afirma que o interesse em ’seduzir’ os consumidores nesses sites tem levado empresas a contratar um novo tipo de profissional: o relações públicas online, profissional que tem como tarefa acessar as redes, relacionar-se com os internautas e elaborar estratégias de comunicação para esse público. “As companhias mantêm a preocupação com o pós-venda, mas também passam a dar mais importância para o marketing pré-venda”, diz.
Ele observa ainda que, além das relações com os consumidores, as companhias também procuram blogueiros para veicular peças publicitárias ou inserir links patrocinados. Conforme a pesquisa, 17,1% dos usuários de blogs foram procurados para inserção de publicidade e 86% desse total aceitou a inserção de anúncios pagos. Entre aqueles que não foram procurados, 80,9% afirmaram que aceitariam esse tipo de intervenção em seus blogs. O estudo revelou ainda que os usuários não deixaram de utilizar meios de comunicação tradicionais. Pela pesquisa, pelo menos uma vez por semana, 85,6% dos internautas assistem a TV aberta; 77,3% leem revistas, 74,2% leem jornais, 72,2% ouvem rádio e 70,2% veem TV a cabo.
Fonte: Valor Econômico – 2009
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