Mostrar mensagens com a etiqueta professor. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta professor. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 6 de julho de 2022

Professora diz que foi demitida por discordar de ideologia de gênero

Ministério Público investiga denúncias de doutrinação ideológica na escola.


A professora de português Deivilane da Costa Carvalho, do Espírito Santo, diz que foi demitida da escola municipal EMEF Álvaro Earmeloni, em Cariacica, interior do estado, por não aceitar a ideologia de gênero.

De acordo com a professora, que lecionava para crianças entre 9 e 14 anos, foi chamada na Secretaria Municipal de Educação e sumariamente desligada do cargo, sob alegação de insubordinação à direção da escola.

Nas redes sociais, a professora fez um desabafo sobre a perseguição sofrida na instituição de ensino, alegando que jamais desrespeitou o corpo acadêmico e a direção.

“Jamais desrespeitei o corpo acadêmico e a direção. A minha posição contrária a uma política de doutrinação no ambiente escolar, que envolve ideologia de gênero, é o real motivo acobertado por aqueles que pediram minha demissão. A diretoria me viu como uma ameaça ao que eles estão implantando no colégio”, lamentou.

No Instagram, ela também compartilhou uma foto em sala de aula, com dois versículos: “Se o mundo vos aborrece, sabei que, primeiro do que a vós, aborreceu a mim” João 15:18 e “Abençoai aos que vos perseguem, abençoai, e não amaldiçoeis.” Romanos 12:14.
Curta o Amigos da Universal no Facebook! Obrigado. Volte sempre!

terça-feira, 26 de março de 2019

Olavo de Carvalho: ‘Evangélicos entraram atrasados na luta contra o PT’

As diferentes rotas de colisão do filósofo Olavo de Carvalho com variados setores que integram o governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) chegaram a um novo embate, agora com o pastor Silas Malafaia.
Olavo, incomodado pela opinião de Malafaia sobre sua influência na eleição de Bolsonaro, afirmou que os evangélicos entraram atrasados na luta contra o PT. A reação do filósofo não passou despercebida da grande mídia, que repercutiu a rusga entre dois dos grandes apoiadores do presidente.
No Facebook, Olavo de Carvalho dirigiu-se a Malafaia como “bispo” para dizer que “ninguém pode negar que as igrejas evangélicas ajudaram um bocado na derrocada do petismo”, e acrescentou que “também não pode negar que elas entraram nessa luta com um atraso formidável”.
“Pelo menos até 2009 ainda se davam muito bem com o partido governante. Nesse ano Lula em pessoa oficializou em lei a Marcha Para Jesus. Será que o senhor já esqueceu?”, questionou o escritor, que vive radicado no estado da Virgínia (EUA).
Essa não é a primeira vez que Olavo de Carvalho entra em rota de colisão com fiéis dessa tradição cristã. Em 2017, um vídeo com o título “AstrOlavo de Carvalho detonando os evangélicos” trouxe algumas das opiniões do filósofo sobre o segmento, criticando seus alunos do curso de filosofia que se mantinham ligados às igrejas evangélicas.
Em seu argumento, o filósofo afirmou que suas teses são embasadas na ”autoridade dos fatos, dos documentos, dos argumentos da racionalidade, etc, etc”, e que era inaceitável que seus seguidores dessem mais ouvidos aos pastores do que a ele em relação à compreensão da história, política e filosofia: “Aí chega pastor e diz: ‘Eu falo com a autoridade da Bíblia, porque eu estou salvo, sou um dos eleitos’. E vocês seguem, meu Deus do céu! Onde têm a cabeça, p*#$@? Como tem a cara de pau de ser meu aluno?”, questionou, na ocasião.
Curta o Amigos da Universal no Facebook! Obrigado.Volte sempre!

domingo, 18 de agosto de 2013

Professora de 61 anos faz sugestão para aluno e é gredida em sala de aula

professora de 61 anos agredida Banheiros incendiados, paredes destruídas e armas apreendidas se misturam a hematomas, fratura e depressão. Só na capital paulista mais de 70 mil servidores da educação estão afastados em consequência de estresse. Mas este não é um problema exclusivo da rede pública. Marcados pela violência, muitos dos que sonharam dedicar a vida ao ensino abandonam a carreira.
Esse pequeno texto foi retirado da Folha Social, um jornal on-line, mas daqui por diante, as palavras serão minhas. Eu já fui aluna, e tenho dois pais que são professores, há bastante tempo já, por sinal. Vou deixar aqui o meu testemunho do que eu vejo todos os dias, para quem tiver a paciência de ler. A quem se candidatar, agradeço desde já. Para começar, estudei nove anos em uma escola privada, e vi todo tipo de falta de respeito por parte de aluno. Houve uma vez em que a professora, que nos ministrava inglês e estava grávida, pediu para que os alunos fizessem silêncio, porque ela iria explicar o conteúdo que havia passado na lousa. Os meninos não pararam, ela pediu uma… duas… três e não adiantou. Tentou continuar do mesmo jeito, mas era tanta algazarra, que mal escutávamos a voz dela. Até que um menino catou um toco de giz e tacou na cara dela, sem motivo algum… ela estava apenas explicando. A mulher colocou as mãos no rosto e desabou a chorar. De dor? com certeza não, de nervoso! Ela foi parar no hospital. Os pais dos meninos foram chamados, e eles colocaram a culpa na escola, nos professores e se duvidar até em Jesus Cristo. A responsabilidade de terem criando mini monstros não era deles, a sociedade que arcasse com suas falhas como pais.
Quando acontece reunião na escola, para os professores conversarem com os pais sobre seus filhos, como andam suas notas, sua velocidade de aprendizado, aparece uns gatos pingados. Todos sabemos que existem pais que trabalham, tudo bem, mas existem uns, que como acontece aqui na minha cidade, ficam o dia inteiro sentados nas portas de casa tomando tereré e conversando a toa. Ai, quando aparecem na escola ( uma vez a cada passagem do cometa Halley), vem com agressividade para cima dos diretores, coordenadores, professores. Um exemplo? Avisam que por algum motivo o filho está dando trabalho e atrapalhando o ambiente escolar. O dito pai aparece na escola e diz ” vocês não tem capacidade de educar meu filho?”. escuta, a obrigação é de quem mesmo?
Mas ainda posso dar outro exemplo simples. No começo do ano nas escola públicas aqui do estado, no ato do matrícula, os pais recebem um formulário, que proíbe que os alunos levem celulares e aparelhos eletrônicos para a escola. Todos ficam cientes disso. Esses dias uma menina levou o dela, e alguém roubou, sumiu, não se sabe. O pai apareceu lá, dando de dedo na cara da diretora, como se a culpa fosse dela. No formulário estava escrito que a escola não se responsabilizava. Até porque é ambiente escolar, o que os alunos precisam para assimilar o conteúdo está lá, para que celular? Para fazer igual uma menina do começo do ano, que tirava foto dos peitos no banheiro e mostrava para as crianças do 6° ano? Para isso? Hmm… algo me diz que não.
Tem outra coisa bem legal que acontecem nas escolas hoje em dia também.”Menores” e inocentes infratores. Eles entram nas escolas, vendem drogas ( para crianças de 10, 9 anos. COISA QUE EU JÁ VI… MUITAS, MAS MUITAS VEZES), estragam uma classe inteirinha com baderna, palavriado chulo e falta de respeito. Havia uma sala na escola, maravilhosa. O trabalho lá rendia, os alunos iam bem nas matérias e a sala era um sôssego. Até o conselho tutelar ( um bando de velha que não sabe de nada) jogar a santidade de um menor infrator na sala. O que aconteceu? Acabou com tudo, a sala ficou em estado deprimente. Crianças antes educadas e aplicadas, entraram na onda do menino e até drogas começaram a usar. Ai vem a promotoria e diz que o menino fazia as coisas erradas ( roubava casa e usava entorpecentes) porque não tava na escola, porque se estivesse, não faria nada disso. Jogam a criatura lá e viram as costas, sem nem perceberem a onda de caos que deixam para trás. O que eles querem é se livrar  do rojão, ai jogam na escola. Os órgão públicos fazem isso, os pais fazem isso. O que mais falta?
Tem gente que diz que é falta de pulso do professor. Existem umas salas, que tem uns meninos do tamanho de umas portas, como nas classes em que eu estudei. Quando o professor dizia alguma coisa, eles levantavam da carteira, inchavam o peito e iam para cima, dizendo coisas como: “Repete o que você disse?” O que o professor de pulso tem que fazer? Responder e levar um soco na cara? Ou correr o risco de pegarem um filho seu na rua e darem um cacete? Porque eles fazem isso, e não pensam duas vezes.
A educação anda um caos, porque os parâmetros de nossa sociedade estão um caos. O governo e as instituições lavam as mãos, pagando merreca para o professor, que além de mediador do conhecimento tem que ser: psicólogo, juiz de paz, pai, mãe… etc etc! Jogam as crianças na escola com um “se virem”. Os pais que em grande maioria estão preocupados com, deixa eu ver: NADA!
Então, se alguém quer reclamar da escola, dos professores, olhem para essa pirâmide, cada vez maior e mais encravada em nossa sociedade.
Um vídeo muito bom para complementar o que eu disse, a realidade. Que apesar de presente, tem que ser gritada, porque parece que ninguém ouve.


Blog Amigos da Universal!

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

A resposta do motorista

Os professores e profissionais liberais que alcançam sucesso em suas profissões costumam normalmente proferir palestras para audiências compostas, geralmente, de profissionais da mesma área.

É curioso constatar que a mesma palestra proferida para audiências distintas provocará, por parte dos ouvintes, perguntas muito semelhantes.

Assim aconteceu com um economista brilhante que percorria todo o país proferindo sempre a mesma palestra sobre o tema “Inflação”. Tinha o homem um fiel motorista que, por coincidência, tinha uma incrível semelhança física com ele. Os dois sempre iam juntos para todos os lados. Sem ter o que fazer durante aquelas 2 horas de palestra, o motorista juntava-se aos ouvintes, sentando-se bem na primeira fila a ouvir, atentamente, como se também economista fosse.

Foram tantas as vezes que ouviu as mesmas palavras e perguntas por parte da audiência que, um dia, atreveu-se a afirmar ao professor que estava apto a proferir a palestra, ele mesmo!

O professor, já cansado de repetir o mesmo tema, pôs-se, então, a ouvir o motorista e foi, com surpresa, que constatou que o homem sabia mesmo tudo.

Fez-lhe todas as perguntas de costume da audiência e o motorista, com a mesma fluência, respondeu todas sem pestanejar.

Convencido de que tinha arrumado um bom dublê, o professor passou então a usá-lo. A partir de então, se revezavam. Um dia, um dava a palestra e o outro sentava na primeira fila, como o motorista; no outro dia, trocavam.

Os dois se divertiam com a situação e tudo ia muito bem, até que, numa palestra ministrada pelo motorista, alguém se levantou e fez uma pergunta que ninguém jamais tinha feito antes. O pobre motorista gelou. A pergunta era direta, clara e inteligente, mas essa ele nunca tinha ouvido o professor responder. Fez- se um silêncio profundo no auditório, enquanto todos aguardavam a resposta do emérito professor.

“Bem”, começou o angustiado motorista, “essa pergunta que o senhor me formula é, no seu conteúdo, tão simples de ser respondida que até o meu motorista, aqui sentado na primeira fila, tem condições de respondê-la! Motorista, por favor, venha aqui ao microfone e explique ao senhor a resposta!”.

Tem sempre o dia em que o escondido é revelado. Ninguém pode sustentar uma farsa, por mais elaborada que tenha sido, diante dos olhos de Deus. Não foi Jesus quem disse: “Não há nada escondido que não venha a ser revelado”?
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...