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quarta-feira, 24 de junho de 2020

COMUNICADO - UNIVERSAL ANGOLA


A Igreja Universal do Reino Deus está presente em Angola, oficialmente reconhecida desde 17 de Julho de 1992, tem actualmente 512 pastores dos quais 419 Angolanos, 65 Brasileiros, 24 Moçambicanos e 4 São-tomenses.
A Igreja Universal sempre se pautou pelo amor ao próximo, moralidade, civismo e respeito as autoridades constituídas.
Hoje a Igreja viu-se invadida em Luanda, Benguela, Huambo e Malange por um grupo de ex -pastores desvinculados da Instituição por práticas e desvio de condutas morais e em alguns casos criminosas contrárias aos princípios cristãos exigidos de um ministro de culto, os mesmos tomados por um sentimento de ódio utilizaram de ataques xenófobos, agrediram e feriram pastores, esposas de pastores e funcionários, usando a violência com objectivo de tomar de assalto a igreja com propósitos escusos.
Atitude essa completamente contraria aos preceitos cristãos.  
Por isso, apelamos as autoridades competentes que corrijam as práticas aqui mencionadas definitivamente, pois estão prejudicando milhares de famílias que encontram o conforto e socorro através da fé cristã. Aguardamos com maior brevidade a resposta definitiva repondo a legalidade e impedindo as práticas criminosas.

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Oremos por Angola

Deus tenha misericordia...
Pastor (brasileiro) da Igreja Universal foi agredido por ex-pastores que invadiram uma das nossas igrejas, o pastor foi hospitalizado. 
Muitos outros foram agredidos e até ameaçados de morte, inclusive pastores angolanos. 
Este grupo de ex-pastores invadiram algumas igrejas, expulsando os pastores tanto brasileiros como angolanos das suas igrejas. 
Que Deus tenha misericórdia da obra de Deus aqui em Angola.
*Vamos orar pela igreja em Angola, só querenos ganhar almas e ajudar as pessoas sofridas. 🙏

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quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Angola fecha mais de mil igrejas consideradas “seitas” e clandestinas

A polêmica sobre uma lei do governo angolano que determinou o fechamento de grupos religiosos considerados clandestinos continua.  O decreto Executivo Conjunto 01/2018, de fato, já fechou mais de mil igrejas no país entre os dia 6 de novembro e 25 de dezembro. Os líderes dessas instituições, no entanto, alegam que estão sofrendo perseguição religiosa.
Segundo informações do governo local, o objetivo do decreto é impedir a disseminação de instituições consideradas “seitas” e que operam na “clandestinidade”.
“A adoção dessa nova disposição é o resultado de um longo processo de luta contra o estabelecimento de novas seitas religiosas em Angola, que começou em 2013”, disse o diretor nacional de assuntos religiosos do Ministério da Cultura de Angola, Francisco de Castro Maria.
“Naquela época, o país tinha cerca de novecentas novas igrejas. Dessas, apenas oitenta e três foram oficialmente reconhecidas pelo Ministério da Cultura e autorizadas a realizarem suas atividades”, explicou ele, segundo informações do Gaudium Press.
Maria afirma que a medida do governo é justificável, uma vez que “mais de 50% das igrejas em nosso país são estrangeiras, vindas principalmente da República Democrática do Congo, Brasil, Nigéria e Senegal”.
Para os líderes das instituições fechadas, o decreto prejudica às minorias religiosas, já que uma das condições para que uma igreja seja considerada legal é ter a assinatura de pelo menos 100 mil membros e estar presente em 12 estados do país.
Os que tentaram resistir ao cumprimento do decreto já sofreram punições. Entre os dias 16 e 23 de dezembro, onze líderes de igrejas foram presos durante uma operação da polícia em Cabinda.
“De uma maneira deliberada e repetitiva, eles reabriram suas igrejas enquanto estavam fechadas”, disse um comunicado do governo, afirmando que eles “agiram contra a lei”.

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segunda-feira, 29 de abril de 2013

Igrejas evangélicas são banidas de Angola, menos a IURD.

Igrejas evangélicas praticam "propaganda enganosa" e "se aproveitam das fragilidades do povo angolano"

(MENOS A UNIVERSAL)

Angola proíbe operação de igrejas brasileiras, IURD é liberada

Apenas a Igreja Universal do Reino de Deus recebeu aval para continuar funcionando
As igrejas evangélicas brasileiras que possuem templos em Angola não poderão mais funcionar de acordo com a nova medida do governo que criticou os pastores que atuam no país, principalmente as igrejas dissidentes que são consideradas como um “negócio”.
Desde o incidente ocorrido no dia 31 de dezembro no estádio da Cidadela, onde 16 pessoas morreram por asfixia, o governo tomou medidas para fechar os estabelecimentos das denominações: Igreja Universal do Reino de Deus, Mundial do Poder de Deus, Mundial Renovada e Igreja Evangélica Pentecostal Nova Jerusalém.
As 16 pessoas que morreram estavam entre as 150 mil que compareceram no local para participar do evento “O Dia do Fim” o culto da virada de ano da IURD. Na época as investigações apontaram que as igrejas estavam disputando para ver quem atraia o maior número de fiéis não respeitando os limites de público do local.
Em fevereiro as igrejas foram fechadas e em 31 de março apenas a IURD recebeu a autorização para voltar a funcionar.
Em Angola as igrejas são fiscalizadas pelos ministérios do Interior, Cultura, Direitos Humanos e pela Procuradoria Geral da Justiça. Apenas as igrejas reconhecidas podem funcionar no país e das que foram fechadas, apenas a Igreja Universal possuía tal reconhecimento.
Igrejas brasileiras fazem propaganda enganosa, (MENOS A UNIVERSAL) diz secretário angolano
Para o secretário do birô político do MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola), Rui Falcão, as igrejas brasileiras que atuam na Angola usam a fragilidade do povo para obter lucro por meio da propaganda enganosa.
“Elas ficam a enganar as pessoas, é um negócio, isto está mais do que óbvio, ficam a vender milagres”, disse ele para a Folha de São Paulo.
Rui Falcão também deixa claro que o governo não irá reconhecer as demais igrejas, principalmente as formadas por dissidências. “Essas igrejas não obterão reconhecimento do Estado, principalmente as que são dissidências, e vão continuar impedidas de funcionar no país”, disse ele que reforça a visão de que “elas são apenas um negócio”.
A Igreja Universal poderá funcionar normalmente, mas o governo vai fiscalizá-la no que diz respeito à segurança, dada a grande quantidade de fiéis. Com informações Folha de SP.
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