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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Maior igreja do mundo reúne apenas 350 fiéis por domingo


O Livro Guinness dos Recordes classifica a Basílica de Nossa Senhora da Paz de Yamoussoukro, na Costa do Marfim, como a maior igreja do mundo. Embora a capacidade na nave fechada seja de 18.000 pessoas, o pátio pode ser usado para missas com até 300.000 fiéis. Até hoje isso aconteceu apenas duas vezes.

A basílica monumental começou a ser construída em 1985 e custou 300 milhões de dólares. Era um projeto pessoal do ex-ditador do país, Félix Houphouët-Boigny, que teria pago com seu próprio dinheiro e entregue para o Vaticano administrar.

Sua arquitetura tenta reproduzir intencionalmente a Basílica de São Pedro, no Vaticano. Contudo, o ex-presidente Félix precisou mudar o projeto original, a pedido do papa João Paulo II, que pediu para que a basílica africana não tivesse uma cúpula mais alta do que a de São Pedro. O arquiteto baixou a altura da cúpula, mas o presidente decidiu então colocar uma enorme cruz de cobre, medindo 30 metros no seu cume, ultrapassando a altura pedida pelo papa.

Mesmo assim, João Paulo II aceitou o convite para dedicar a igreja em 1990, ocasião em que a Basílica de Nossa Senhora da Paz esteve cheia pela primeira vez.

Cidade natal de Félix Houphouët-Boigny, Yamoussoukro tinha apenas 15 mil moradores quando passou a ser a capital administrativa da Costa do Marfim por imposição do ex-ditador. Tendo ficado 33 anos no poder, ele foi o primeiro presidente marfinense após o país se tornar independente da França. Bilionário, toda vez que era perguntado sobre os custos da obra, dizia que iria financiá-la pois tinha “um trato com Deus.”

Cerca de 1.500 trabalhadores trabalharam no terreno da basílica, que tem mais de 70 mil metros quadrados. Ricamente ornada com granito e mármore, ela é totalmente climatizada. O ponto mais alto da construção tem 160 metros. O complexo possui 36 enormes vitrais, trazidos da França e um deles mostra Houphouët-Boigny oferecendo um presente a Jesus.

Embora a maioria da população da Costa do Marfim viva na miséria, muitos têm orgulho da basílica, hoje administrada pelo Vaticano a um custo de manutenção que beira 1,5 milhão de dólares anualmente. O presente de Houphouët-Boigny para Jesus ficou cheio pela segunda e última vez durante seu funeral, realizado no local em 1993. Desde então, a Basílica de Nossa Senhora da Paz dificilmente consegue atrair mais de 350 fiéis para as missas de domingo.

Um dos principais motivos para isso é que Abidjan voltou a ser a capital do país depois da morte do ditador. Yamoussoukro perdeu importância e tem apenas 105 mil habitantes. Além disso, apenas cerca de 15% da população da Costa do Marfim é católica. A religião majoritária é o animismo, seguido por um percentual quase igual de cristãos e muçulmanos. Com informações The Daily BeastO
 
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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Igreja Católica concede perdão a quem segue o papa no Twitter

"Che assurdo! Il pecado é perdonato con pentimento, riconoscimento e confissione! Seguire un mortale, ci da il perdono. molta ignoranza!"

 


(Tradução!) 
Isso é um absurdo! O pecado é perdoado com arrependimento, reconhecimento e confissione! Siga um mortal, dá-no perdão. muita ignorância!


Que absurdo! Como se o perdão fosse tão simples de alcançar...

E a decisão de abandonar o pecado? E a fé no Senhor Jesus, acompanhada da prática da Palavra de Deus?

Isto sim é revoltante!

Blog Amigos da Universal!

terça-feira, 22 de outubro de 2013

VATICANO SENDO DESMASCARADO AOS POUCOS: PROPRIO PADRE DENUNCIA VATICANO!


E veio um dos sete anjos que tinham as sete taças, e falou comigo, dizendo-me: Vem, mostrar-te-ei a condenação da grande prostituta que está assentada sobre muitas águas;

Com a qual fornicaram os reis da terra; e os que habitam na terra se embebedaram com o vinho da sua fornicação.

E levou-me em espírito a um deserto, e vi uma mulher assentada sobre uma besta de cor de escarlata, que estava cheia de nomes de blasfêmia, e tinha sete cabeças e dez chifres. (Apocalipse 17:1-3)



E a mulher estava vestida de púrpura e de escarlata, e adornada com ouro, e pedras preciosas e pérolas; e tinha na sua mão um cálice de ouro cheio das abominações e da imundícia da sua fornicação;

E na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande babilônia, a mãe das prostituições e abominações da terra. (Apocalipse 17:4-5)

TIARA PAPAL

TIARA PAPAL
ADORNADA COM OURO E PEDRAS PRECIOSAS
ADORNADA COM OURO E PEDRAS PRECIOSAS II

E na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande babilônia, a mãe das prostituições e abominações da terra.
E vi que a mulher estava embriagada do sangue dos santos, e do sangue das testemunhas de Jesus. E, vendo-a eu, maravilhei-me com grande admiração.
Apocalipse 17:5-6

MISTÉRIOS QUE O VATICANO ESCONDE A SÉCULOS NOS ARQUIVOS
INQUISIÇÃO PAPAL 






























E a mulher estava vestida de púrpura e de escarlata, e adornada com ouro, 
e pedras preciosas e pérolas; e tinha na sua mão um cálice de ouro cheio 
das abominações e da imundícia da sua fornicação; (Apocalipse 17:4)

VEJAM OS DOIS VÍDEOS QUE RETRATA MELHOR ESSA PROFECIA!

Blog Amigos da Universal!

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Vaticano ocupa 8º lugar global em lavagem de dinheiro

Sucessão de escândalos pode resultar em fechamento do Banco do Vaticano. 
O Banco do Vaticano foi criado pelo Papa Pio XII em 1942. Desde o início, seus estatutos foram redigidos de tal forma que nem o papa teria acesso direto à sua administração. Com o início da 2ª guerra Mundial, em 1943, foram levantadas suspeitas de que banco poderia guardar verbas produzidas pelo regime nazista.
A maior contestação desde então é por que a maior entidade religiosa do mundo precisaria de um banco, cujo nome oficial é Instituto de Obras da Religião (IOR). E qual a motivação para ele ser acionários de empresas como a FIAT e a Alfa Romeo, além de participações em empreendimentos como rede de joalheiros de luxo Bulgari, o banco de investimentos Altium Capital e o Pall Mall.
Segundo o jornal inglês The Guardian, o valor internacional do Vaticano ocultado por empresas estabelecidas em paraísos fiscais ultrapassa um bilhão e meio de reais hoje.
Nos últimos anos as coisas pioraram. E muito. Em setembro de 2010, o IOR foi investigado pela justiça italiana com a suspeita de lavagem de dinheiro. O Ministério Público italiano congelou 23 milhões de euros usados em “transações irregulares”. Depois de um ano de batalha judicial, o dinheiro foi desbloqueado, mas a investigação continua. O banco sempre negou irregularidades.
Em 2012, jornais italianos publicaram cartas secretas que apontavam um conflito entre os mais altos membros do Vaticano sobre o quão transparente o banco estatal deveria ser em relação às suas transações financeiras. Logo em seguida, o Departamento de Estado americano colocou, pela primeira vez na história, o Vaticano na lista de países suscetíveis à lavagem de dinheiro.
O menor Estado do mundo, onde além do papa vivem apenas 800 pessoas, aparecia na categoria “preocupação”, junto a países como Polônia, Egito, Iêmen, Hungria e Vietnã.
“Com os grandes volumes de divisas internacionais que passam pela Santa Sé, é um sistema que o torna vulnerável como potencial centro de lavagem de dinheiro”, explicou na época Susan Pittman, da divisão do Departamento de Estado que cuida da aplicação da lei e do combate internacional a narcóticos.
Nessa época, a má gestão chegou a fazer o Banco do Vaticano experimentar o seu pior déficit dos últimos anos: 19 milhões de dólares. Era o auge de um escândalo de duas décadas sob suspeitas de lavagem de dinheiro e ligações com a máfia, além do “desaparecimento” de US$ 1 bilhão em um banco com quem fazia transações.
Em fevereiro de 2013, antes de renunciar, o papa Bento 16 trocou o diretor do banco do Vaticano, O alemão Ernst Von Freyberg foi empossado.
Essa medida já provou ser ineficaz outras vezes. Em 1989, o arcebispo norte-americano Paul Marcinkus, foi responsabilizado pelas autoridades italianas de envolvimento com a Máfia, na falência do Banco Ambrosiano, escândalo que envolveu a loja maçônica P-2 e vários banqueiros. O caso inspirou a produção de filmes e de vários livros.
Mesmo agora, após Francisco ter assumido, as coisas não melhoraram. No mês passado, a polícia italiana prendeu o monsenhor Nunzio Scarano, 61 anos, suspeito de participar do desvio de milhões de euros do Banco Vaticano. O prelado (título dos altos dignitários da Igreja Católica) trabalhava como contador da administração financeira e teria ajudado alguns amigos ricos a levar grandes valores para a Itália. Ele cumpre prisão domiciliar e aguarda julgamento.
Em meio às investigações, ainda não concluídas, surgiram indícios que o Instituto de Obras da Religião teria “lavado” cerca de 33 bilhões de dólares. Novamente a cúpula do Banco, com a saída de Paolo Cipriani e Massimo Tulli.
Este mês, foi divulgada uma pesquisa realizada pela rede de organizações sociais francesas Voltaire, baseada em dados fornecidos pelos governos a Alemanha e Suíça. O Vaticano atualmente ocupa o 8º lugar entre os países que mais lavam dinheiro, ultrapassando conhecidos paraísos fiscais como Suíça, Bahamas, Liechtenstein, Nauru e as Ilhas Maurício.
O papa Francisco montou uma comissão formada por cardeais e outros assessores que está investigando os bastidores do IOR e deve apresentar propostas de mudanças radicais no banco. É cogitado, inclusive, o fechamento do instituto e a sua transformação numa entidade que possa administrar os recursos financeiros da Igreja Católica de outra maneira.
Essa comissão já consultou a União Europeia, pedindo assessoria técnica, por meio do Moneyval, um organismo da UE que avalia e executa medidas contra lavagem de dinheiro e contra o terrorismo.
O atual diretor da IOR, Battista Ricca, assumiu o Banco do Vaticano faz dois meses, mas já é acusado de fazer parte do célebre “lobby gay” católico, cuja existência foi desmentida por Francisco na polemica entrevista dada em sua despedida do Brasil.  

Com informações de Carta Maior e Reuters.
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sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Rebeldes Sirios Decapitam um Padre Católico +18





 O Vaticano confirmou o frio assassinato do padre franciscano François Murad (49). Ele foi decapitado em público no domingo, 23 de junho, por terroristas islâmicos radicais em Gassanieh, norte da Síria. O padre estava com as mãos atadas e teve seu pescoço cortado por uma faca. Sua cabeça foi então exibida à multidão histérica. O padre católico havia procurado proteção no convento cristão local, que foi atacado pelo grupo terrorista Jabhat al-Nusra.

 Uma sequência de vídeos que mostra a cabeça do religioso junto com outras duas pessoas não identificadas foi publicada por sites católicos. O padre havia se mudado para o convento na área de Gassabieh por razões de segurança, segundo o Vaticano. O clérigo era um membro da ordem franciscana, responsável pela custódia de locais cristãos no Oriente Médio. 


Assista o vídeo:



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quinta-feira, 30 de junho de 2011

WikiLeaks revela Catolicismo brasileira em baixa

WikiLeaks revela a preocupação do Vaticano com a Igreja Católica brasileira

Documentos entregues aos representantes da WikiLeaks no Brasil revelam a inquietude do cerne do catolicismo

Informações exclusivas entregues pelo representante da organização transnacional WikiLeaks no Brasil para o jornalismo da Rede Record revelam a preocupação do Vaticano quanto à queda do número de padres e fiéis da Igreja Católica.
Em 2007, quando o Papa Bento 16 veio ao Brasil para participar do Conselho Episcopal Latino-Americano (Celam), a crise no catolicismo estava em alta e foi um dos assuntos em pauta na reunião.
Segundo o documento da WikiLeaks, o monsenhor Stefano Migliorelli afirmou que há um déficit  bem maior de padres na América Latina, se comparado aos Estados Unidos. Fato afirmado por pesquisa que revela que há dez vezes menos padres na região latina do que nos Estados Unidos.
Além disso, o site da WikiLeaks revela que Migliori comenta o baixo nível escolar da região e diz que muitas vezes os padres latino-americanos não aderem aos padrões de disciplina exigidos como o celibato, sacramentos, etc.
Catolicismo em baixa
Em 1980, na segunda visita do papa João Paulo II ao Brasil, os católicos somavam 89% da população. Mas, em 2000, conforme dados do Censo, esse número caiu para 74%, sendo que em algumas cidades o total não passa de 60%.
Isso acontece porque a cada ano milhões de católicos se convertem ao protestantismo, aumentando o número de pessoas nas igrejas evangélicas.

Com informações do Portal R7
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