domingo, 10 de outubro de 2010

Testemunho de Família - IURD Portugal


Obrigado pela sua VISITA!

Família: ainda há tempo de salvá-la


Imagine um pai dando um tapa no rosto do filho. Drogado, o rapaz não tem como sequer levantar a cabeça para poder se defender. Humilhado, sai escorraçado de casa. Já a filha, adolescente, está grávida pela primeira vez. Do pai, só ouve palavras de acusação e xingamentos. A mãe, por sua vez, no momento, não se encontra em casa e não presencia a confusão. Com o amante, está ocupada demais para saber o que se passa com a família. Essa cena, apesar de ser de uma novela, ocorre em muitos lares do País. São famílias inteiras geralmente deterioradas pelas drogas, falta de planejamento familiar e ausência de estrutura psicológica e espiritual.

Se você está sofrendo com este tipo de situação em casa, talvez esteja na hora de rever alguns conceitos, no que tange a estrutura familiar. Olhar para dentro de si como pai, mãe, marido e mulher, pode ajudar e muito a entender o que se passa com os filhos. Isso porque muitos adolescentes tendem a olhar mais para os pais como modelo a ser seguido. Se você for um pai ou mãe que se embriaga, fuma ou trai o cônjuge, não se admire se seu filho ou filha seguir o mesmo caminho. Tampouco se surpreenda se ele ou ela perder completamente o respeito por você.

Além disso, se na sua casa há falta de comunicação entre os membros da família, isso também pode ajudar os jovens a pensar na ausência de amor dos pais. Então, por este motivo, seus filhos podem estar recorrendo a amigos ou conhecidos pelas ruas para preencher um vazio que poderia ser ocupado pelo seu amor. Desta forma, a atenção que seus filhos deveriam receber em casa acaba sendo dada por pessoas que nem sempre são de boa índole. É aí, consequentemente, que o jovem passa a conhecer as drogas, os vícios, a criminalidade e outros males.

Se sua família está passando por isso, tente buscar as causas no passado. Talvez em traumas que, inconscientemente ou não, acabam sendo transferidos aos filhos e cônjuge. Quem sabe se em sua vida males como abusos sexuais, traumas, maus tratos e outros fatores tenham lhe impulsionado para um casamento ou união precipitada. É triste admitir, mas, pode ser que o desespero por encontrar uma vida melhor, tenha feito você cair em uma relação desprovida de amor e respeito, onde os vícios e as traições são constantes. E mesmo assim ainda tenha lhe levado para uma gravidez (ou várias) dentro deste relacionamento conturbado e conflituoso.

Mas, caso você diga que em sua família há equilíbrio, atenção, amor, respeito e comunicação, e ainda assim o caos parece ter tomado conta de seu lar, quem sabe não é hora de olhar além, para ver se o que está faltando não seja o pouco espaço que você está dispensando para Deus. Note que espiritualidade nada tem a ver com religiosidade, ou deixar de ser A para se tornar B, mas é ter como centro imprescindível em sua vida Aquele que pode arrancar seus traumas, medos, mágoas, vícios, vergonha e outras dezenas de tralhas que podem estar atrapalhando o bom convívio familiar.

Talvez você nunca tenha parado para pensar nisso, mas as escolhas estão dentro de cada um. E cabe a cada pessoa saber encontrar a escolha correta que será capaz de transformar toda uma situação de angústia e tribulação. Buscar a Deus por sua família passa longe de proselitismos, demagogia ou pensamento dogmático, mas é ter a humildade de reconhecer que sozinho nada se pode fazer. Assim, reflita nisso: apenas amor, atenção e carinho não impedirão que seus filhos queiram andar por suas próprias pernas e conselhos, mas, se eles tiverem a proteção Divina, isso impedirá que os pés deles resvalem por caminhos tortuosos e cruéis.
Fonte: CdAE
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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Catástrofes


Por que é que determinadas pessoas escapam da morte em acidentes aéreos, tsunâmis, terramotos, furações ou ataques terroristas? Frieza e realismo são qualidades de quem escapou de catástrofes.

Seis pessoas foram resgatadas com vida em Port au Prince, cinco dias após o terramoto de magnitude 7.0 que destruiu grande parte da capital haitiana, no dia 12 de Janeiro. Um dos resgatados foi o funcionário dinamarquês da missão de paz da ONU, Jens Christensen. Outras cinco pessoas foram retiradas com vida dos escombros de um supermercado na capital, entre elas um menino de sete anos. Mas, como é que estas pessoas se agarraram à vida contra todas as circunstâncias?

O norte-americano Laurence Gonzalez, premiado jornalista da revista National Geographic, autor do livro “Deep Survival, Who Lives, Who Dies, and Why” (“Sobrevivência Profunda – Quem vive, Quem morre e Porquê”), passou 15 anos a estudar os motivos que levam alguns à vitória e outros ao fracasso e à morte, quando confrontados com situações extremas. E, para sua surpresa, encontrou um padrão uniforme de comportamento entre os sobreviventes de catástrofes, sejam elas uma queda de avião no meio da selva, uma batalha contra o cancro, um divórcio, uma crise empresarial ou mesmo o atentado ao World Trade Center, em Nova Iorque.

As lições de quem sobreviveu

O primeiro comportamento dos sobreviventes é que todos percebem a realidade exatamente tal como ela é. “Muitas das vítimas do 11 de Setembro morreram por achar que tudo ficaria bem, negando a realidade. Os sobreviventes disseram para si mesmos: ‘Ok, o horror está a acontecer, e eu tenho que sair daqui’”, observa Gonzalez.

Em segundo lugar, todos se mantêm calmos, resignando-se à dor. A frieza é essencial para elaborar um plano de ação, como foi o caso do velejador Steve Callahan que, ao ver-se náufrago, no meio do Atlântico, em 1982, passou 76 dias num bote, com água racionada. Para não ceder aos apelos emocionais e beber de uma vez toda a água, Callahan criou na sua mente um capitão, que dava as ordens severas à tripulação (ele).

Outra caraterística é a de, ante o desafio imposto, dividir a imensa tarefa da sobrevivência em tarefas menores, mais administráveis, caso da executiva Lauren Elder, sobrevivente de um acidente aéreo na Serra Nevada, na Califórnia (EUA), que, para não se desesperar com a gigantesca montanha que teria de descer, estabelecia como objetivo imediato apenas a próxima rocha à sua frente.

Celebrar as pequenas vitórias pelo caminho, mesmo que as chances do êxito final pareçam exíguas, é outro comportamento do vencedor/sobrevivente. Já nos piores momentos, muitos estabelecem pequenos rituais para evitar a insanidade. O ciclista Lance Armstrong, vítima de cancro linfático, fazia a contagem diária do seu exame sanguíneo. Os números tornavam-se um refrão mental que o estimulava. Outros recorriam à recitação de poesia ou à elaboração de problemas matemáticos para o alívio do stress.

Não sou uma vítima, mas um vencedor

Um traço paradoxal encontrado por Laurence Gonzalez é que o sobrevivente nunca se vê a si mesmo como vítima, mas como prestador de socorro. Os sobreviventes pensam mais nos seus dependentes (família, funcionários, etc.) do que em si mesmos. Ainda que, esses dependentes sejam imaginários, como no caso do jovem montanhista israelita Yossi Ghinsberg que, perdido no meio da selva boliviana, teve uma alucinação, acreditava que estava na companhia de uma bela mulher. Tudo o que fez para sobreviver foi no intuito de salvá-la. Por fim, outro traço comum dos bem-sucedidos é a crença unânime de que a vitória virá (o que parece óbvio), mas, ao mesmo tempo, mesclando-a com a resignação ante a dor e a morte. É uma resignação sem desistência, tal como Dougal Robertson, sobrevivente por 38 dias em alto-mar. “O acidente deu-me a certeza da morte… algum dia eu morreria, mas não naquele dia. Enquanto o resgate não vinha, tudo o que eu tinha a fazer era continuar o jogo da sobrevivência”, disse.

Vencedores, enfim, também fazem tudo que é possível para alcançar a vitória.

Fonte: fp
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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Um livro chamado ZOOM (GENIAL)‏




























 
Os Seres humanos são criaturas tão pequenas, não?
Então não se preocupe tanto com todas as coisas,
aproveite cada momento, faça tudo o que você deseja fazer...
Amplie sua vista, amplie sua mente,
Não se preocupe tanto com coisas que te aborrecem,
Aproveite sua vida com amor, segurança e paz,
Esteja sempre feliz com cada dia que nasce...
Aproveite o por do Sol...
Sempre olhe para o lado positivo das coisas..
E tenha a certeza, que sempre existe o lado positivo,
mesmo que tudo pareça tão ruim.

E mesmo que tudo pareça tão grande, conforme a representação do pintor, tudo é tão pequeno. Existe algo maior.
A vida 100% nas mãos de Deus!!!

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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Dilma é vítima de mentiras espalhadas pela internet

Recebi recentemente um e-mail, destes que em princípio parecem ter o nobre intuito de nos alertar para algo grave. A mensagem dizia que a candidata à Presidência da República, Dilma Roussef, teria afirmado: “Nem mesmo Cristo querendo, me tira essa vitória”. O spam, com texto pobre, dizia: “Após a inauguração de um comitê em Minas, Dilma é entrevistada por um jornalista local...” Como as informações eram muito vagas (um comitê em Minas; um jornalista local), saí em busca de algo mais consistente, como um vídeo da suposta declaração ou ao menos uma gravação em áudio, mas não encontrei nada. Assim, tive certeza que se tratava de mais uma mentira.
Se os cristãos fossem tão ágeis e eficientes para usar as ferramentas modernas da comunicação na pregação do Evangelho, assim como parecem ser para disseminar boatos, certamente muitas almas seriam ganhas para o Senhor Jesus.
Quem pensa que está prestando algum serviço ao Reino de Deus, espalhando uma informação sem ter certeza de sua veracidade, na verdade, está fazendo o jogo do diabo.
O Senhor Jesus não precisa de advogados, nem de assessores de comunicação que saiam em “defesa” de Seu Nome. Ele precisa de verdadeiros cristãos, que entendam, vivam e preguem a Verdade.
Devemos observar que pessoas mal intencionadas têm procurado confundir muitos cidadãos com mentiras mal elaboradas, a fim de atrapalhar o trabalho sério de alguns candidatos. Pense nisto.
Nestes dias que antecedem as eleições, devemos observar se a plataforma dos candidatos em quem pretendemos votar, não pode vir a prejudicar a Igreja. Use seu voto de forma consciente e responsável.
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domingo, 26 de setembro de 2010

O que faz a vida 100%


se dou 100% de mim à Deus, recebo de Deus 100%
"todo coração 100%, todo entendimento 100%, toda minha alma 100%, toda minha força 100%... Mc 12.30

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Os quatro pesos

Os quatro pesos

Muitas pessoas vêm à Igreja, ouvem a Palavra de Deus e tomam conhecimento dos inúmeros casos verídicos que comprovam a veracidade da Sua Palavra.
Mas, ao atentarem nestes testemunhos, muitos perguntam: “Então, se Deus tem visto o meu sofrimento e ouvido o meu clamor, porque é que Ele ainda não desceu sobre a minha vida?” Pois bem, na verdade, somos nós que devemos subir até onde Deus desce, ou seja, até ao altar.
Sendo o sacrifício, para além de Deus, a única força no Universo que não falha. Porém, Deus só desce na vida daqueles que querem subir de vida. Então, o que é que impede uma pessoa de subir, de ir até Deus, em prol da realização do seu sonho? Porque é que Deus ainda não desceu sobre a sua vida? Porque a pessoa ainda não subiu!
Há, agora, que atentar no peso espiritual que impede inúmeras pessoas de subirem, o qual advém, principalmente, por: Medo, Dúvida, Egoísmo e Acomodação. A primeira carga que impede o ser humano de subir e de ver a Deus, mesmo sabendo que Ele veio, que ouve o nosso clamor e que tem poder para realizar o nosso sonho, é o Medo. Este, por seu lado, gera a Dúvida. Já o Egoísmo reside no facto de a pessoa ser muito apegada a algo, o que a leva a querer que Deus lhe responda sem que ela tenha de abrir mão de algo. Só que esta não poderá conhecer nada de novo sem que esteja disposta, primeiro, a desfazer-se do “velho”. E a Acomodação refere-se ao facto de a pessoa se habituar à escravidão e de se resignar a viver uma vida sem realização. Por isso, enquanto a pessoa não se desprender deste “peso”, nunca conseguirá com que Deus desça e responda ao seu clamor.
“Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta”(Hebreus 12.1).
Quantos testemunhos temos visto no CdAE? Uma verdadeira nuvem de testemunhos, provando assim que Deus responde ao clamor, quando este é acompanhado pelo sacrifício. Temos, então, que olhar para os exemplos que nos rodeiam e não para os que estão “lá fora”, pois lá estão os caídos, os que estão nas seitas e nas religiões, que assim estão porque não tiveram a oportunidade que você e eu temos de ver tamanha multidão de testemunhos. Afinal, Deus dá a recompensa de acordo com a ação da fé de cada um, por isso é imprescindível que a pessoa se desfaça de todo o peso. Nesta corrida da vida só ganha quem chega até o final, com os sonhos realizados. Há que correr sem desanimar, pois, muitos têm olhado para outros e até têm-se sentido frustrados porque vêem que estes se sentiram realizardos antes deles.
“… olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus” (Hebreus 12.2). Cristo não desistiu por causa do sacrifício e suportou a humilhação, aliás todo aquele que sacrifica passa por humilhações, mas hoje Ele está assentado à direita de Deus. E você, onde quer estar assentado? Onde quer chegar?

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sábado, 18 de setembro de 2010

O Nascimento da IURD – por Marcelo Crivella

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Sim, esse texto é um pouco longo. Mas é leitura obrigatória para todos os que gostariam de saber como e porquê nasceu a Igreja Universal do Reino de Deus — por uma testemunha ocular.
Se não puder ler agora, marque essa página para ler depois. Vale a pena.
Boa leitura.

Fé, revolta e sacrifício são a essência da vida com Deus. Fé lembra o profeta Habacuque e sua época em que Jerusalém estava cercada por Nabucodonosor e a destruição era eminente. Seu livro tem apenas três capítulos e começa com uma pergunta: Por que?
E quem de nós, pelo menos uma vez na vida, também não perguntou ‘por que?’ Por que uma criança nasce com defeito? Por que um raio cai do céu e destrói a casa de um pobre? Por que uma bala perdida numa comunidade carente mata uma criança inocente? Por que?
E Habacuque nas suas reflexões, no profundo do seu coração, cunhou uma sentença bela e estupenda que só podia vir de Deus: “O meu justo viverá pela sua fé”. Mais não se podia dizer.
Em um mundo injusto com tantas desigualdades, só a fé é capaz de garantir a vida. Sem ela somos atormentados por dúvidas e temores, hesitantes,  um sal sem sabor; uma nuvem sem água, vagando pelos céus; uma onda do mar levada pelos ventos; um morto vivo.
Naturalmente a fé causa uma revolta contra isso tudo e constrói com sacrifício a vitória derradeira. Esse caminho estreito e apertado foi o que Deus traçou para o surgimento da Igreja Universal.
O bispo Macedo quando jovem, frequentou uma igreja evangélica na Zona Sul, por cerca de dez anos. Seu desejo era pregar, mas  os líderes não viam nele qualquer virtude ou talento, qualquer expressão que chamasse a atenção. Nem sequer teve a oportunidade de servir como obreiro. Dez anos não são dez dias. Outro teria desistido. Outro teria desanimado. Não ele. E a razão era a fé.
Movido pelo desejo de servir a Deus, ele e dois amigos, vieram para uma igreja no subúrbio. Eu era apenas um menino nessa ocasião, mas recordo que lá também o pastor fez a mesma avaliação. Passado algum tempo, consagrou os outros, mas não o bispo. Mais uma vez ele era colocado de lado, excluído, diminuído, enfrentava o preconceito, o desalento e a frustração. Outro teria desanimado. Outro teria, desistido.
Um dia estava almoçando na casa da minha vó, quando ele entrou. E me permita aqui quebrar de leve o protocolo para fazer uma pequena lembrança, uma honrosa menção àquela senhora extraordinária. Um inesquecível exemplo de renúncia, dedicação e amor.
O bispo vinha avisar que deixaria o emprego para pregar o evangelho. Ele já era casado, tinha uma filha e a esposa estava grávida do segundo. Um gesto de  fé  extrema para quem era desacreditado por todos. Para uma família humilde como a nossa, um emprego público, como o dele,  representava a garantia de uma vida livre do desemprego.
Ela apenas ponderou: “Não deixe de pagar o instituto,  para garantir a aposentadoria quando envelhecer”
Quando assisto essa orgia histérica dos  insultos mais torpes, esse ódio neurótico, essa perseguição implacável, esse dilúvio de injurias, infâmias e calúnias contra o bispo e a igreja, capazes que são de publicar com a mais equivocada convicção o maior dos enganos,  a tese transloucada de que ele engendrou uma fórmula para explorar os pobres, lamento com profunda amargura. Certamente não conhecem a Igreja Universal, quem somos, de onde viemos.
Pode ser que em alguma de nossas igrejas, seja no Brasil, na África, na Europa, na Ásia ou em qualquer parte do mundo, alguém, algum dia, tenha colocado sobre o altar um sacrifício tão grande quanto o dele, maior não. Ele ofereceu tudo que tinha, o próprio emprego sem qualquer garantia, sem qualquer esperança, senão por fé.
Passado um mês,  nasce sua segunda filha e fui pela manhã visitá-la no hospital do IASERJ. Ela havia nascido com lábio leporino e bebês assim, são magrinhos, com olheiras, com o rosto deformado, uma ferida aberta na boca, sem uma parte dos lábios, com uma fenda no céu da boca o que torna impossível  a amamentação, pois não conseguem fazer sucção, engasgam e padecem muito. Foram dias, meses, anos de um sofrimento atroz.
No caminho de volta, da praça da Cruz Vermelha até o Largo da Glória, caminhando ao longo da rua do Riachuelo, cada passo era uma lágrima. Como Habacuque eu perguntava: por que? Por que um homem pobre, mas dizimista fiel, no momento supremo da sua existência, quando resolve deixar seu emprego, seu sustento, seu ganha pão, para pregar a Palavra, recebe como prêmio um castigo e dos piores, porque eu não sei se há dor maior do que um pai ir ao berçário de um hospital, apenas para ver, apenas para constatar, que sua filha é a única enferma, a única ferida, frágil, sofrendo e chorando, enquanto a dos outros são tão bonitas.
E como sempre, nos momentos graves, minha família se reuniu na casa da minha vó. À tarde ele chega. Estava, naturalmente, muito triste, mas disse duas coisas que guardei. A primeira: “Eu vou gostar mais dela   do que da outra .”
A outra, a quem se referia, era sua primeira filha, uma criança muito formosa. Não creio ser possível gostar mais de um filho que do outro, mas havia um significado mais profundo naquela expressão. Era muito mais que um pai tentando compensar, proteger, extravasar sua dor.
Mais tarde verifiquei que a essência daquelas palavras iria se refletir no surgimento e na atuação da Igreja Universal   que  é decididamente vocacionada a gostar mais do que sofre, do aflito e do necessitado. E logo se começa a buscar as almas perdidas nas encruzilhadas, nas favelas, nos terreiros, nos manicômios, nas catacumbas dos vícios, na miséria  das drogas, na falência dos lares destruídos. E salões, galpões,  cinemas começam a encher com enfermos,  pobres, desempregados, aflitos, endemoniados em busca de alívio e libertação. O povo que andava em trevas viu uma grande luz.
A segunda coisa que  disse  foi: “eu não vou ficar com raiva de Deus. Vou ficar com raiva do diabo. Agora mesmo é que eu vou invadir o inferno para resgatar as almas perdidas.”
Ali já não era mais um rapaz qualquer, obscuro e anônimo. Ali nascia um líder.  Nascia também um povo capaz de enfrentar os maiores desafios, as perseguições mais duras e virulentas.  De fibra  e força que não recua, que não se agacha, que não foge da luta nem teme o sacrifício.  Um povo com  o olhar cravado nas promessas de Deus para rasgar nos horizontes a perspectiva iluminada do seu destino, determinado, forjado, selado  pela fé em Deus. E isso porque no momento mais difícil, mais cruel, mais duro, um justo viveu pela sua fé!
A Igreja Universal não surgiu com a deliberação de uma assembléia de homens ilustres, ou de um conselho diretor ou de uma fundação de notáveis. Nem tão pouco foi subsidiada, patrocinada, bancada por recursos do governo ou de um milionário caridoso. Essa igreja é a resposta simples, direta e fiel de um Deus que honra a fé, a revolta e o sacrifício.
A frase, “eu não vou ficar com raiva de Deus. Eu vou ficar com raiva do diabo”, marca a revolta da fé. Se ficasse com raiva de Deus seria a rebelião e o resultado, um oceano de fracasso, um Himalaia de frustração. Os rebeldes culpam a Deus pelos infortúnios da vida. A rebeldia tem formas distintas e sutis de se manifestar. Alguns rebeldes afrontam os mandamentos desafiando a Deus com seus pecados e crimes. Outros manifestam uma indiferença fria e distante com as coisas de Deus, fazendo da própria vida um imenso desperdício de tempo e uma triste história de mediocridade. Há também os fariseus que são os rebeldes de igreja que conhecem a palavra mas não as praticam.
Abraão foi revoltado quando vagava no deserto esperando a promessa que demorava a chegar. No entanto, nunca  se rebelou. Moisés se revoltou com a escravidão do seu povo como Josué se revoltou quando na terra prometida encontrou muralhas e gigantes. Mas não foram rebeldes. Davi se revoltou contra as afrontas do Golias. Jó, o mais revoltado de todos que  no ápice do seu sofrimento amaldiçoou o dia em que nasceu, jamais se rebelou. Ele continua  a ser, através dos tempos, o mais veemente exemplo do que um homem é capaz de suportar e vencer quando movido por sua fé.  E foi no seu sacrifício que Deus lhe restituiu sete vezes mais.
A vida do justo não é a vida do convento, do mosteiro no alto do monte, da santidade absoluta. É a vida da fé, das lutas do dia a dia na planície da vida. Com suas virtudes e defeitos, injustiçado e perseguido, como ovelha entre lobos, que às vezes chora mas sabe que será consolado, que tem sede e fome de justiça e crê que será saciado. Gente simples e humilde com todas as veras da sua alma. Que põe a mão no arado e não olha para trás, custe o que custar, doe o que doer.  Que não se apequena,  que não se acovarda. Filhos da fé, da revolta e do sacrifício.
Esteja certo. Deus vê/ o que você tem passado/ perseguido, injustiçado/ um sufoco desgraçado/  Deus vê/ o seu rosto amargurado/ tantos planos fracassados/ tantas noites acordado. Mas o que Deus precisa ver/ é a revolta em seu olhar/ é a vontade de lutar/ e ser abençoado.  A fé vem pelo ouvir/ mas o agir pela revolta. Sem luta não há vitória/ sem obras a fé é morta. É tempo de se revoltar/ é tempo de agir a fé/ construir os nossos sonhos/ ou Deus é ou não é. É tempo de serevoltar/ é tempo de agir a fé. É tempo de Deus ver/ que covarde você não é.
Marcelo Crivella
marcelocrivella.com.br
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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

segue abaixo algumas dicas para fazer uma boa entrevista de emprego. Aproveitem!


1 – Hoje em dia quase todas as empresas têm sites na internet. Aprenda algo sobre a empresa antes de ir a uma entrevista. Mas, atenção, não mostre que sabe demais sobre a empresa. Use essa informação para fazer algumas perguntas sobre a empresa.
2 – Liste no papel todas as perguntas que você pensa que um entrevistador lhe poderia fazer. Então prepare algumas respostas e escreva-as por baixo das perguntas. Escrever as perguntas e as respostas ajudá-lo-á a recorda-las. Pratique com o alguém as respostas a essas mesmas perguntas.
3 – Pense nas suas fraquezas. Deve estar preparado para que lhe façam referencia a uma área na qual a sua experiência / conhecimento têm algumas falhas. Se não lhe for perguntado, encontre uma maneira incluir isso na entrevista. Os entrevistadores esperam ouvi-lo falar nos seus pontos fortes, mas não esperam ouvi-lo falar dos seus pontos fracos ou “necessidades”. Apreciarão a sua sinceridade, e irá impressiona-los. Entretanto, assegure-se de que as falhas que você divulgue podem ser facilmente remediadas.
4 – Leia o seu C.V. e planeie como explicar um “lapso de tempo”. Por exemplo, se você tiver um par dos meses entre deixar um trabalho e começar um novo, certifique-se de que tem uma boa explicação para o que fez durante o período intermédio entre os dois empregos
5 – Certifique-se de que o seu passado académico e ou de trabalho, sejam discutidos. Assim, esteja preparado para falar sobre realizações específicas, uma melhor descrição do trabalho. Explique o que você sentiu sobre um sucesso ou um fracasso. Os sentimentos são importantes.
6 – Perguntas. Evite perguntas que empurrem o entrevistador para um compromisso – a menos que você esteja a ser entrevistado para um trabalho de vendas. Algumas perguntas boas a levantar são:
- Pode falar-me um pouco sobre as pessoas que trabalham nessa equipa?
- Com que frequência as pessoas progridem na organização?
- Quando é que se pode esperar uma decisão sobre este processo de selecção?
7 – Use os verbos na terceira pessoa, evite o “eu”, ao falar sobre o trabalho. Evite falar como se o trabalho já fosse seu. Não pergunte: “Qual vai ser o meu salário por mês? ” Pergunte antes: “Qual é aproximadamente o salário mensal para este cargo? “.
8 – Encontre algo positivo sobre a empresa enquanto pesquisa as informações que recolheu no Web Site da empresa, algo que você sinta que o entrevistador saberá responder e dê-lhe a oportunidade de falar (orgulhosamente) sobre isso.
9 – Se o seu C.V. não tiver já uma fotografia assegure-se de que leva uma foto e mais um C.V. consigo para a entrevista.
10 – Se você não conhecer exactamente o local da entrevista tente sair uma hora mais cedo para chegar a tempo. Independentemente de uma boa desculpa, um atraso dá logo uma impressão negativa sobre si. Se você puder leve um telemóvel. Se ficar preso no meio do trânsito, você pode pelo menos avisar o entrevistador do seu atraso.
Via: Centro de Empregos
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