domingo, 26 de setembro de 2010
O que faz a vida 100%
se dou 100% de mim à Deus, recebo de Deus 100%
"todo coração 100%, todo entendimento 100%, toda minha alma 100%, toda minha força 100%... Mc 12.30
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Os quatro pesos
Muitas pessoas vêm à Igreja, ouvem a Palavra de Deus e tomam conhecimento dos inúmeros casos verídicos que comprovam a veracidade da Sua Palavra.
Mas, ao atentarem nestes testemunhos, muitos perguntam: “Então, se Deus tem visto o meu sofrimento e ouvido o meu clamor, porque é que Ele ainda não desceu sobre a minha vida?” Pois bem, na verdade, somos nós que devemos subir até onde Deus desce, ou seja, até ao altar.
Sendo o sacrifício, para além de Deus, a única força no Universo que não falha. Porém, Deus só desce na vida daqueles que querem subir de vida. Então, o que é que impede uma pessoa de subir, de ir até Deus, em prol da realização do seu sonho? Porque é que Deus ainda não desceu sobre a sua vida? Porque a pessoa ainda não subiu!
Há, agora, que atentar no peso espiritual que impede inúmeras pessoas de subirem, o qual advém, principalmente, por: Medo, Dúvida, Egoísmo e Acomodação. A primeira carga que impede o ser humano de subir e de ver a Deus, mesmo sabendo que Ele veio, que ouve o nosso clamor e que tem poder para realizar o nosso sonho, é o Medo. Este, por seu lado, gera a Dúvida. Já o Egoísmo reside no facto de a pessoa ser muito apegada a algo, o que a leva a querer que Deus lhe responda sem que ela tenha de abrir mão de algo. Só que esta não poderá conhecer nada de novo sem que esteja disposta, primeiro, a desfazer-se do “velho”. E a Acomodação refere-se ao facto de a pessoa se habituar à escravidão e de se resignar a viver uma vida sem realização. Por isso, enquanto a pessoa não se desprender deste “peso”, nunca conseguirá com que Deus desça e responda ao seu clamor.
“Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta”(Hebreus 12.1).
Quantos testemunhos temos visto no CdAE? Uma verdadeira nuvem de testemunhos, provando assim que Deus responde ao clamor, quando este é acompanhado pelo sacrifício. Temos, então, que olhar para os exemplos que nos rodeiam e não para os que estão “lá fora”, pois lá estão os caídos, os que estão nas seitas e nas religiões, que assim estão porque não tiveram a oportunidade que você e eu temos de ver tamanha multidão de testemunhos. Afinal, Deus dá a recompensa de acordo com a ação da fé de cada um, por isso é imprescindível que a pessoa se desfaça de todo o peso. Nesta corrida da vida só ganha quem chega até o final, com os sonhos realizados. Há que correr sem desanimar, pois, muitos têm olhado para outros e até têm-se sentido frustrados porque vêem que estes se sentiram realizardos antes deles.
“… olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus” (Hebreus 12.2). Cristo não desistiu por causa do sacrifício e suportou a humilhação, aliás todo aquele que sacrifica passa por humilhações, mas hoje Ele está assentado à direita de Deus. E você, onde quer estar assentado? Onde quer chegar?
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sexta-feira, 24 de setembro de 2010
bispo Macedo falando sobre o dÃzimo e a consagração do dia 3 de outubro
sábado, 18 de setembro de 2010
O Nascimento da IURD – por Marcelo Crivella
Sim, esse texto é um pouco longo. Mas é leitura obrigatória para todos os que gostariam de saber como e porquê nasceu a Igreja Universal do Reino de Deus — por uma testemunha ocular.Se não puder ler agora, marque essa página para ler depois. Vale a pena.
Boa leitura.
Fé, revolta e sacrifício são a essência da vida com Deus. Fé lembra o profeta Habacuque e sua época em que Jerusalém estava cercada por Nabucodonosor e a destruição era eminente. Seu livro tem apenas três capítulos e começa com uma pergunta: Por que?
E quem de nós, pelo menos uma vez na vida, também não perguntou ‘por que?’ Por que uma criança nasce com defeito? Por que um raio cai do céu e destrói a casa de um pobre? Por que uma bala perdida numa comunidade carente mata uma criança inocente? Por que?
E Habacuque nas suas reflexões, no profundo do seu coração, cunhou uma sentença bela e estupenda que só podia vir de Deus: “O meu justo viverá pela sua fé”. Mais não se podia dizer.
Em um mundo injusto com tantas desigualdades, só a fé é capaz de garantir a vida. Sem ela somos atormentados por dúvidas e temores, hesitantes, um sal sem sabor; uma nuvem sem água, vagando pelos céus; uma onda do mar levada pelos ventos; um morto vivo.
Naturalmente a fé causa uma revolta contra isso tudo e constrói com sacrifício a vitória derradeira. Esse caminho estreito e apertado foi o que Deus traçou para o surgimento da Igreja Universal.
O bispo Macedo quando jovem, frequentou uma igreja evangélica na Zona Sul, por cerca de dez anos. Seu desejo era pregar, mas os líderes não viam nele qualquer virtude ou talento, qualquer expressão que chamasse a atenção. Nem sequer teve a oportunidade de servir como obreiro. Dez anos não são dez dias. Outro teria desistido. Outro teria desanimado. Não ele. E a razão era a fé.
Movido pelo desejo de servir a Deus, ele e dois amigos, vieram para uma igreja no subúrbio. Eu era apenas um menino nessa ocasião, mas recordo que lá também o pastor fez a mesma avaliação. Passado algum tempo, consagrou os outros, mas não o bispo. Mais uma vez ele era colocado de lado, excluído, diminuído, enfrentava o preconceito, o desalento e a frustração. Outro teria desanimado. Outro teria, desistido.
Um dia estava almoçando na casa da minha vó, quando ele entrou. E me permita aqui quebrar de leve o protocolo para fazer uma pequena lembrança, uma honrosa menção àquela senhora extraordinária. Um inesquecível exemplo de renúncia, dedicação e amor.
O bispo vinha avisar que deixaria o emprego para pregar o evangelho. Ele já era casado, tinha uma filha e a esposa estava grávida do segundo. Um gesto de fé extrema para quem era desacreditado por todos. Para uma família humilde como a nossa, um emprego público, como o dele, representava a garantia de uma vida livre do desemprego.
Ela apenas ponderou: “Não deixe de pagar o instituto, para garantir a aposentadoria quando envelhecer”
Quando assisto essa orgia histérica dos insultos mais torpes, esse ódio neurótico, essa perseguição implacável, esse dilúvio de injurias, infâmias e calúnias contra o bispo e a igreja, capazes que são de publicar com a mais equivocada convicção o maior dos enganos, a tese transloucada de que ele engendrou uma fórmula para explorar os pobres, lamento com profunda amargura. Certamente não conhecem a Igreja Universal, quem somos, de onde viemos.
Pode ser que em alguma de nossas igrejas, seja no Brasil, na África, na Europa, na Ásia ou em qualquer parte do mundo, alguém, algum dia, tenha colocado sobre o altar um sacrifício tão grande quanto o dele, maior não. Ele ofereceu tudo que tinha, o próprio emprego sem qualquer garantia, sem qualquer esperança, senão por fé.
Passado um mês, nasce sua segunda filha e fui pela manhã visitá-la no hospital do IASERJ. Ela havia nascido com lábio leporino e bebês assim, são magrinhos, com olheiras, com o rosto deformado, uma ferida aberta na boca, sem uma parte dos lábios, com uma fenda no céu da boca o que torna impossível a amamentação, pois não conseguem fazer sucção, engasgam e padecem muito. Foram dias, meses, anos de um sofrimento atroz.
No caminho de volta, da praça da Cruz Vermelha até o Largo da Glória, caminhando ao longo da rua do Riachuelo, cada passo era uma lágrima. Como Habacuque eu perguntava: por que? Por que um homem pobre, mas dizimista fiel, no momento supremo da sua existência, quando resolve deixar seu emprego, seu sustento, seu ganha pão, para pregar a Palavra, recebe como prêmio um castigo e dos piores, porque eu não sei se há dor maior do que um pai ir ao berçário de um hospital, apenas para ver, apenas para constatar, que sua filha é a única enferma, a única ferida, frágil, sofrendo e chorando, enquanto a dos outros são tão bonitas.
E como sempre, nos momentos graves, minha família se reuniu na casa da minha vó. À tarde ele chega. Estava, naturalmente, muito triste, mas disse duas coisas que guardei. A primeira: “Eu vou gostar mais dela
A outra, a quem se referia, era sua primeira filha, uma criança muito formosa. Não creio ser possível gostar mais de um filho que do outro, mas havia um significado mais profundo naquela expressão. Era muito mais que um pai tentando compensar, proteger, extravasar sua dor.
Mais tarde verifiquei que a essência daquelas palavras iria se refletir no surgimento e na atuação da Igreja Universal
A segunda coisa que disse foi: “eu não vou ficar com raiva de Deus. Vou ficar com raiva do diabo. Agora mesmo é que eu vou invadir o inferno para resgatar as almas perdidas.”
Ali já não era mais um rapaz qualquer, obscuro e anônimo. Ali nascia um líder. Nascia também um povo capaz de enfrentar os maiores desafios, as perseguições mais duras e virulentas. De fibra e força que não recua, que não se agacha, que não foge da luta nem teme o sacrifício. Um povo com o olhar cravado nas promessas de Deus para rasgar nos horizontes a perspectiva iluminada do seu destino, determinado, forjado, selado pela fé em Deus. E isso porque no momento mais difícil, mais cruel, mais duro, um justo viveu pela sua fé!
A Igreja Universal não surgiu com a deliberação de uma assembléia de homens ilustres, ou de um conselho diretor ou de uma fundação de notáveis. Nem tão pouco foi subsidiada, patrocinada, bancada por recursos do governo ou de um milionário caridoso. Essa igreja é a resposta simples, direta e fiel de um Deus que honra a fé, a revolta e o sacrifício.
A frase, “eu não vou ficar com raiva de Deus. Eu vou ficar com raiva do diabo”, marca a revolta da fé. Se ficasse com raiva de Deus seria a rebelião e o resultado, um oceano de fracasso, um Himalaia de frustração. Os rebeldes culpam a Deus pelos infortúnios da vida. A rebeldia tem formas distintas e sutis de se manifestar. Alguns rebeldes afrontam os mandamentos desafiando a Deus com seus pecados e crimes. Outros manifestam uma indiferença fria e distante com as coisas de Deus, fazendo da própria vida um imenso desperdício de tempo e uma triste história de mediocridade. Há também os fariseus que são os rebeldes de igreja que conhecem a palavra mas não as praticam.
Abraão foi revoltado quando vagava no deserto esperando a promessa que demorava a chegar. No entanto, nunca se rebelou. Moisés se revoltou com a escravidão do seu povo como Josué se revoltou quando na terra prometida encontrou muralhas e gigantes. Mas não foram rebeldes. Davi se revoltou contra as afrontas do Golias. Jó, o mais revoltado de todos que no ápice do seu sofrimento amaldiçoou o dia em que nasceu, jamais se rebelou. Ele continua a ser, através dos tempos, o mais veemente exemplo do que um homem é capaz de suportar e vencer quando movido por sua fé. E foi no seu sacrifício que Deus lhe restituiu sete vezes mais.
A vida do justo não é a vida do convento, do mosteiro no alto do monte, da santidade absoluta. É a vida da fé, das lutas do dia a dia na planície da vida. Com suas virtudes e defeitos, injustiçado e perseguido, como ovelha entre lobos, que às vezes chora mas sabe que será consolado, que tem sede e fome de justiça e crê que será saciado. Gente simples e humilde com todas as veras da sua alma. Que põe a mão no arado e não olha para trás, custe o que custar, doe o que doer. Que não se apequena, que não se acovarda. Filhos da fé, da revolta e do sacrifício.
Esteja certo. Deus vê/ o que você tem passado/ perseguido, injustiçado/ um sufoco desgraçado/ Deus vê/ o seu rosto amargurado/ tantos planos fracassados/ tantas noites acordado. Mas o que Deus precisa ver/ é a revolta em seu olhar/ é a vontade de lutar/ e ser abençoado. A fé vem pelo ouvir/ mas o agir pela revolta. Sem luta não há vitória/ sem obras a fé é morta. É tempo de se revoltar/ é tempo de agir a fé/ construir os nossos sonhos/ ou Deus é ou não é. É tempo de serevoltar/ é tempo de agir a fé. É tempo de Deus ver/ que covarde você não é.
Marcelo Crivella
marcelocrivella.com.br
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quinta-feira, 16 de setembro de 2010
segue abaixo algumas dicas para fazer uma boa entrevista de emprego. Aproveitem!
1 – Hoje em dia quase todas as empresas têm sites na internet. Aprenda algo sobre a empresa antes de ir a uma entrevista. Mas, atenção, não mostre que sabe demais sobre a empresa. Use essa informação para fazer algumas perguntas sobre a empresa.
2 – Liste no papel todas as perguntas que você pensa que um entrevistador lhe poderia fazer. Então prepare algumas respostas e escreva-as por baixo das perguntas. Escrever as perguntas e as respostas ajudá-lo-á a recorda-las. Pratique com o alguém as respostas a essas mesmas perguntas.
3 – Pense nas suas fraquezas. Deve estar preparado para que lhe façam referencia a uma área na qual a sua experiência / conhecimento têm algumas falhas. Se não lhe for perguntado, encontre uma maneira incluir isso na entrevista. Os entrevistadores esperam ouvi-lo falar nos seus pontos fortes, mas não esperam ouvi-lo falar dos seus pontos fracos ou “necessidades”. Apreciarão a sua sinceridade, e irá impressiona-los. Entretanto, assegure-se de que as falhas que você divulgue podem ser facilmente remediadas.
4 – Leia o seu C.V. e planeie como explicar um “lapso de tempo”. Por exemplo, se você tiver um par dos meses entre deixar um trabalho e começar um novo, certifique-se de que tem uma boa explicação para o que fez durante o período intermédio entre os dois empregos
5 – Certifique-se de que o seu passado académico e ou de trabalho, sejam discutidos. Assim, esteja preparado para falar sobre realizações específicas, uma melhor descrição do trabalho. Explique o que você sentiu sobre um sucesso ou um fracasso. Os sentimentos são importantes.
6 – Perguntas. Evite perguntas que empurrem o entrevistador para um compromisso – a menos que você esteja a ser entrevistado para um trabalho de vendas. Algumas perguntas boas a levantar são:
- Pode falar-me um pouco sobre as pessoas que trabalham nessa equipa?
- Com que frequência as pessoas progridem na organização?
- Quando é que se pode esperar uma decisão sobre este processo de selecção?
7 – Use os verbos na terceira pessoa, evite o “eu”, ao falar sobre o trabalho. Evite falar como se o trabalho já fosse seu. Não pergunte: “Qual vai ser o meu salário por mês? ” Pergunte antes: “Qual é aproximadamente o salário mensal para este cargo? “.
8 – Encontre algo positivo sobre a empresa enquanto pesquisa as informações que recolheu no Web Site da empresa, algo que você sinta que o entrevistador saberá responder e dê-lhe a oportunidade de falar (orgulhosamente) sobre isso.
9 – Se o seu C.V. não tiver já uma fotografia assegure-se de que leva uma foto e mais um C.V. consigo para a entrevista.
10 – Se você não conhecer exactamente o local da entrevista tente sair uma hora mais cedo para chegar a tempo. Independentemente de uma boa desculpa, um atraso dá logo uma impressão negativa sobre si. Se você puder leve um telemóvel. Se ficar preso no meio do trânsito, você pode pelo menos avisar o entrevistador do seu atraso.
Via: Centro de Empregos
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O sábio e a vaquinha
Era uma vez, numa terra distante, um sábio chinês e seu discípulo. Certo dia, em suas andanças, avistaram ao longe um casebre. Ao se aproximar, notaram que, a despeito da extrema pobreza do lugar, a casinha era habitada. Naquela área desolada, sem plantações e sem árvores, viviam um homem, uma mulher, seus três filhos pequenos e uma vaquinha magra e cansada. Com fome e sede, o sábio e o discípulo pediram abrigo por algumas horas. Foram bem recebidos. A certa altura, enquanto se alimentava, o sábio perguntou:
“Este é um lugar muito pobre, longe de tudo. Como vocês sobrevivem?”
“O senhor vê aquela vaca? Dela tiramos todo o nosso sustento”, disse o chefe da família. Ela nos dá leite, que bebemos e também transformamos em queijo e coalhada. Quando sobra, vamos à cidade e trocamos o leite e o queijo por outros alimentos. É assim que vivemos.
O sábio agradeceu a hospitalidade e partiu. Nem bem fez a primeira curva da estrada, disse ao discípulo:
“Volte lá, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali em frente e atire-a lá pra baixo.”
O discípulo não acreditou.
“Não posso fazer isso, mestre! Como pode ser tão ingrato? A vaquinha é tudo o que eles têm. Se eu jogá-la no precipício, eles não terão como sobreviver. Sem a vaca, eles morrem!”
O sábio, como convém aos sábios chineses, apenas respirou fundo e repetiu a ordem:
“Vá lá e empurre a vaca no precipício.”
Indignado, porém, resignado, o discípulo voltou ao casebre e, sorrateiramente, conduziu o animal até a beira do abismo e o empurrou. A vaca, previsivelmente, estatelou-se lá embaixo.
Alguns anos se passaram e durante esse tempo o remorso nunca abandonou o discípulo. Num certo dia de primavera, moído pela culpa, abandonou o sábio e decidiu voltar àquele lugar. Queria ver o que tinha acontecido com a família, ajudá-la, pedir desculpas, reparar seu erro de alguma maneira. Ao fazer a curva da estrada, não acreditou no que seus olhos viram. No lugar do casebre desmazelado havia um sítio maravilhoso, com muitas árvores, piscina, carro importado na garagem, antena parabólica. Perto da churrasqueira, estavam três adolescentes robustos, comemorando com os pais a conquista do primeiro milhão de dólares. O coração do discípulo gelou. O que teria acontecido com a família? Decerto, vencidos pela fome, foram obrigados a vender o terreno e ir embora. Nesse momento, pensou o aprendiz, devem estar mendigando em alguma cidade. Aproximou-se, então, do caseiro e perguntou se ele sabia o paradeiro da família que havia morado lá havia alguns anos.
“Claro que sei. Você está olhando para ela”, disse o caseiro, apontando as pessoas ao redor da churrasqueira.
Incrédulo, o discípulo afastou o portão, deu alguns passos e, chegando perto da piscina, reconheceu o mesmo homem de antes, só que mais forte e altivo, a mulher mais feliz, as crianças, que haviam se tornado adolescentes saudáveis. Espantado, dirigiu-se ao homem e disse:
“Mas o que aconteceu? Eu estive aqui com meu mestre uns anos atrás e este era um lugar miserável, não havia nada. O que o senhor fez para melhorar tanto de vida em tão pouco tempo?”
O homem olhou para o discípulo, sorriu e respondeu:
“Nós tínhamos uma vaquinha, de onde tirávamos nosso sustento. Era tudo o que possuíamos. Mas, um dia, ela caiu no precipício e morreu. Para sobreviver, tivemos que fazer outras coisas, desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos. E foi assim, buscando novas soluções, que hoje estamos muito melhor que antes.
(Autor desconhecido)
Publicado por Bispo Edir Macedo
Acomodação? Não!
Deus só pode contar com os revoltados, tais como Moisés. Deus contou com Moisés enquanto este foi revoltado, pois, quando ele se tornou um homem manso e se acomodou, Ele substituiu-o por Josué. Afinal, Deus tem um objetivo e os seus objetivos têm que ser alcançados. Ele quer que você faça a sua parte, mas se você tomar a decisão de se acomodar ao invés de se revoltar, Ele não vai obrigá-lo e vai respeitar, porque lhe deu livre arbítrio. No entanto, vai substituí-lo por outra pessoa e foi o que aconteceu com Moisés e o profeta Elias.E você pergunta: “o que é que isso tem a ver comigo?”. Tem tudo a ver! Deus trouxe-o até ao CdAE e aqui Ele tem-lhe ensinado e revelado que a Sua Vontade é a de que você tenha uma vida boa, agradável e perfeita. Ele diz para si: “sai dessa situação, da acomodação e volta à prática da fé”. Se Ele diz: “vai, porque Eu sou contigo; Eu estou contigo, não temas; o que importa é agora”. E, mesmo assim, você não quer, não acredita, então, Deus vai substitui-lo. Ele quer que você e eu voltemos à prática da fé, não por imposição, mas pela fé.
No livro de 1 Reis, no capítulo 19, versículo 19, está escrito: “Partiu, pois, Elias dali e achou a Eliseu, filho de Safate, que andava lavrando com doze juntas de bois adiante dele…”. Ele, Eliseu, era um empresário da época, mas, mesmo sendo rico, era revoltado e um homem de Deus. “… ele estava com a duodécima. Elias passou por ele e lançou o seu manto sobre ele.”(1Rs19.19). O manto representa a autoridade, a unção. Muitas pessoas no momento da oração e do desafio esquivam-se, querem as bênçãos, os milagres e os problemas resolvidos, mas sem compromissos. Não foi este o caso de Eliseu, quando Elias lançou a capa, ele aceitou, agradeceu e revoltou-se. Ele não estava acomodado, era rico economicamente, mas, principalmente, espiritualmente, estava revoltado e aceitou o desafio.
“Então deixou este os bois, correu após Elias…”(1Rs19.20) e pediu-lhe um minuto, porque já sabia o que tinha de fazer. Foi a casa, cumpriu com o primeiro mandamento (“honrarás pai e mãe”) e disse: “…Deixa-me beijar a meu pai e a minha mãe e, então, te seguirei.” (1Rs19.20). Afinal, quando a pessoa é de Deus é equilibrada, faz as coisas como têm de ser feitas, não como sente ou acha, mas como Deus quer e manda.
“…Elias respondeu-lhe: Vai e volta…” (1Rs19.20). Ou seja, você deve fazer o seu voto, mas cumpri-lo depois. Se você fez um voto de que iria estudar, então estude, e não pode desistir por causa dos obstáculos, da oposição. Elias ainda disse: “…Vai e volta; pois já sabes o que fiz contigo” (1Rs19.20). Ele fez um desafio, sem falar nada, lançou a capa e Eliseu aceitou.
“Voltou Eliseu de seguir a Elias, tomou a junta de bois, e os imolou, e, com os aparelhos dos bois, cozeu as carnes, e as deu ao povo, e comeram.” (1Rs19.21). Quando você e eu desafiamos, quem é beneficiado? Você e a obra de Deus são beneficiados e o povo “come” o seu testemunho, o seu exemplo. Mas será que você está a alimentar a sua esposa? Será que ela está a alimentar os seus filhos? E eu não estou a falar de comida, mas estou a perguntar se está a alimentar o seu casamento e a educação dos seus filhos, sendo um pai presente e um exemplo a seguir? Será que está alimentar a sua posição de cristão? Vencendo as suas lutas interiores, amadurecendo, crescendo e desenvolvendo a sua salvação? São estas perguntas que você tem de responder, porque a resposta é sua. Eu, como seu Bispo, não posso aceitar o facto de o receber aqui na Igreja e apenas procurar resolver alguns dos seus problemas, quando o seu maior problema se chama ACOMODAÇÃO. Aqui não existe acomodação, pois aqui você encontra pessoas a dizer: “desembainhe a sua espada e levante o seu escudo. Vamos, você vai vencer! Deus está connosco”.
Quando Elias perguntou o que Eliseu queria, este não queria dinheiro, porque se fosse isso tinha ficado com os seus 72 bois. O que ele queria nem o pai nem a mãe lhe podiam dar, pois, ele queria duas vezes mais do que Elias tinha, que era a unção. Ele sabia o que queria e o que ele queria era de Deus, por isso, ele tinha de fazer a sua parte.

Por seu servo em Cristo, Bispo Júlio Freitas
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Que tipo de pessoas?
Conta uma popular lenda do Oriente, que um jovem chegou à beira de um oásis, junto a um povoado e, aproximando-se de um velho, perguntou-lhe:- Que tipo de pessoas vive neste lugar?
- Que tipo de pessoa vive no lugar de onde você vem? – Perguntou pôr sua vez o ancião.
- Oh! Um grupo de egoístas e malvados – replicou-lhe o rapaz – estou satisfeito de haver saído de lá.
A isso o velho replicou:
- A mesma coisa você haverá de encontrar pôr aqui.
No mesmo dia, um outro jovem se acercou do oásis para beber água e vendo o ancião perguntou-lhe:
- Que tipo de pessoas vive pôr aqui?
O velho respondeu com a mesma pergunta:
- Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você vem?
O rapaz respondeu:
- Um magnífico grupo de pessoas, amigas, honestas, hospitaleiras. Fiquei muito triste pôr ter de deixa-las.
- O mesmo encontrará pôr aqui. – respondeu o ancião.
Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho:
- Como é possível dar resposta tão diferente à mesma pergunta?
Ao que o velho respondeu:
- Cada um carrega no seu coração o meio ambiente em que vive. Aquele que nada encontrou de bom nos lugares pôr onde passou, não poderá encontrar outra coisa pôr aqui. Aquele que encontrou amigos ali, também os encontrará aqui. Cada um encontra na vida exactamente aquilo que traz dentro de si mesmo. O ambiente, o presente e o futuro somos nós que criamos e isso só depende de nós mesmos.
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domingo, 5 de setembro de 2010
PASTOR desligado da Igreja, por um JUÍZO PRECIPITADO!
Infelizmente isso tem acontecido muito com o ser humano.
Certo dia quando uma Senhora ia passando pela rua, viu através da janela da casa do Pastor de sua Igreja, uma cena terrível, segundo ela.
Obrigado pela sua VISITA!
Certo dia quando uma Senhora ia passando pela rua, viu através da janela da casa do Pastor de sua Igreja, uma cena terrível, segundo ela.
Imaginem, o seu Pastor estava correndo atrás de sua esposa com uma vassoura levantada.
Escutava o grito da esposa correndo e via o marido correndo atrás dela. Não teve dúvida! O Pastor estava espancando sua mulher. Espalhou esta notícia pela Cidade.
Foi contando a cada pessoa conhecida que encontrava, e não satisfeita, começou a contar também às pessoas estranhas. Em pouco tempo toda a cidade sabia da atitude inconveniente do Pastor da Igreja. A liderança da Igreja, diante do fato, reuniu-se e tomou a decisão cabível no caso. Desligou o pastor do seu ministério e comunicou esta decisão ao mesmo. Este, muito sabiamente, aceitou a decisão sem argumentar nada a seu favor. Apenas fez um pedido. Que no Domingo próximo vindouro fizesse um culto de despedida, convidando a todos quanto pudessem comparecer para sua despedida.
No dia aprazado, depois de uma curta mas edificante mensagem evangélica, convidou sua esposa que fosse até a plataforma e explicasse ao público porque ele estava sendo despedido.
Disse ela em alto e bom som: Meu marido está sendo desligado da Igreja, por um JUÍZO PRECIPITADO! Estou sabendo que a decisão do desligamento dele é motivada por espancamento à minha pessoa. Eu nunca reclamei a ninguém sobre isto, e nem poderia porque o que realmente aconteceu foi que um determinado dia, quando eu fazia a faxina na casa, apareceu um ratinho, que começou a correr pelo cômodo. Eu, como tenho medo de rato, comecei a gritar e a correr. Meu marido vendo isto, apanhou uma vassoura e começou a correr atrás do rato para o matar. Se este fato é motivo para desligamento da Igreja, iremos embora para outra cidade, se não, gostaria que a pessoa que espalhou a falsa notícia sobre meu espancamento, viesse até aqui, pois estamos (eu e meu marido) prontos a perdoar essa pessoa pelo engano cometido. Todos os presentes sabiam quem havia espalhado aquela notícia, por isso a “Senhora” não teve outro jeito, senão ir até lá e pedir perdão. Diante disso, o pastor disse a “Senhora”: eu te perdôo mas a irmã terá que cumprir um pedido que vou fazer, tudo bem? Ela respondeu afirmativamente. Diante desta resposta o Pastor deu-lhe a seguinte incumbência: “Você apanhe um travesseiro de penas, vá até o alto do morro num dia de vento forte, e solte todas as penas no ar” (isto é fácil, deve ter pensado a senhora). Mas o Pastor continuou:
“No dia seguinte volte e recolha todas as penas e recomponha o travesseiro para ficar do jeito que era antes”. Há Pastor isto é impossível! Depois que o vento espalhara as penas eu não conseguirei mais ajuntá-las. “Pois foi exatamente isto que você fez com minha vida! Depois que você espalhou aquela falsa notícia, eu nunca mais terei o mesmo conceito com as pessoas desta cidade”.
Mudaremos para outra cidade, mas deixamos aqui esta lição de vida a todos os presentes:
“Nunca julguem ninguém precipitadamente, e não espalhem o que não pode se recuperar”.
Obrigado pela sua VISITA!
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Menina de um ano está grávida de irmão gêmeo
Por meio de uma tomografia computadorizada, comprovaram que o feto de seu gêmeo está alojado em seu interior. Os médicos ficaram assombrados com esta rara condição de irmão parasita que é conhecida como "fetus in fetus". Trata-se de um defeito genético pelo qual um embrião absorve o outro durante as primeiras semanas da gravidez.
Às vezes, os "rastros" do gêmeo ficam reduzidos a dentes soltos ou pedaços de osso, mas neste caso tratar-se-ia de um feto completo. No mundo todo só teriam sido documentados ao redor de 100 casos como o de Kang até hoje. A menina agora aguarda uma cirurgia para a remoção do feto.
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