quinta-feira, 28 de outubro de 2010

sábado, 23 de outubro de 2010

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Ratoeira?

Ratoeira?



Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco.
O problema de um é problema de todos!






Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali… Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado!
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos: - Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa !!




A galinha disse: - Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.





O rato foi até o porco e disse: - Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira ! - Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. Será lembrado nas minhas orações.






O rato dirigiu-se à vaca. E ela lhe disse: - O que ? Uma ratoeira ? Por acaso estou em perigo? Acho que não! Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira.
Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa.
E a cobra picou a mulher… O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.

Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.
Moral da História:
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco.
O problema de um é problema de todos!
Deus é contigo e eu também.
Obrigado pela sua VISITA!

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Todo Mundo, Alguém, Qualquer um e Ninguém.

Era uma vez 4 pessoas, que se chamavam: Todo Mundo, Alguém, Qualquer um e Ninguém.
Havia um importante trabalho a ser feito, e Todo Mundo acreditava que Alguém é que iria executar. Qualquer Um poderia fazê-lo, mas Ninguém o fez. Alguém ficou aborrecido com isso, porque entendia que a execução do trabalho era responsabilidade de Todo Mundo. Este pensou que Qualquer Um poderia executá-lo, mas Ninguém imaginou que Todo mundo não o faria. Todo Mundo culpou Alguém, quando  Ninguém fez o que Qualquer Um poderia ter feito!

Moral da História: Responsabilidade dividida, ou não bem definida, gera insatisfação e ineficiência no trabalho. Cabe a cada um tomar para si a responsabilidade de todos. Isso é trabalho em equipe!

Todo reino dividido contra sim mesmo ficará deserto, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não se subsistirá (Mt 12:25)
Obrigado pela sua VISITA!

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Sinais de que você Perdeu a Unção

Sinais de que você Perdeu a Unção

Eu nunca pedi nada aos meu amigos internautas, mas hoje eu quero! Por favor, espalhe estes 10 sinais de quem já perdeu a Unção.


1. Não tem prazer em evangelizar. Como é que a pessoa, sendo de Deus, não tem prazer em falar d’Ele? Por vezes, podem existir sentimentos de vergonha e timidez, porque não domina a língua correctamente e pensa que não sabe fazer-se entender. Se a pessoa não vence estes sentimentos, prova que ela perdeu a unção.
2. Não tem prazer em atender as pessoas. São aqueles que foram chamados para servir o povo, mas não têm prazer de o ouvir, porque se sentem incapazes de dar o conselho que o povo precisa.
3. Não tem visão de ser usado grandiosamente. Todo o ungido tem o desejo de ser “usado grandiosamente”, o que não significa título ou posição, mas sim, dispor-se para servir conforme a necessidade que a Obra de Deus exige. Se perder a unção perde a visão, como foi o caso de Sansão, pois, apesar de ser forte fisicamente foi limitado por ter perdido a visão quando perdeu a unção, por se ter rendido às emoções.
4. Não tem revolta contra o diabo e os seus feitos. Estas pessoas mostram-se indiferentes e insensíveis ao sofrimento alheio e é quando o diabo deixa de ser inimigo. Para elas, é como se o diabo se tivesse convertido ou as portas do inferno estivessem fechadas.
5. Tem medo de desafios. Para elas, o simples torna-se difícil, sempre dá desculpas pois não vê os desafios como oportunidades. Ela não se sente segura na batalha; mudança de Igreja, mais responsabilidades, novo idioma, distante da família e tem medo de sair da zona confortável.
6. Não se submete às autoridades. Sejam estas autoridades eclesiásticas ou não eclesiásticas. Se uma ordem é dada e caso não comprometa a minha fé em Cristo, devo obedecer.
7. O orgulho. Deus é humilde. A essência de Deus é a Humildade e todos os Seus servos são humildes. O orgulhoso só quer ensinar, mas o humilde quer praticar.
8. Passa a ter projectos pessoais. A pessoa fica preocupada com o seu futuro e da sua família. Ela quer sentir-se segura tendo bens, como uma casa, por exemplo. Nós passamos por lutas porque Deus tem que estar em evidência. Nós não temos nada mas, ao mesmo tempo, temos tudo; tudo o que é nosso é de Deus e o que é de Deus é nosso.
9. Considera-se insubstituível. Ninguém é insubstituível, por mais que tenha habilidades, capacidades, condições, méritos, sempre existe alguém para substituí-la. Moisés foi substituído por Josué, Eli por Elias, Elias por Eliseu. Somente a unção é insubstituível.
10. Acha que merece ser reconhecido e bem remunerado. Ele acha que a Igreja tem que reconhecer o seu trabalho. Nunca está satisfeito e sempre fica à espera de méritos. Aqueles que esperam méritos dos homens não terão a recompensa de Deus. A unção não se impõe, mas revela-se.
Do seu fiel escudeiro, BJF
Obrigado pela sua VISITA!

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Vamos todos matar o suicídio


Quando o ser humano chega a atentar contra a própria vida, a situação é grave, pois o seu grau de sofrimento é de tal modo elevado, que a única “solução” que vislumbra está em exterminar-se a si próprio

Porque a vida humana é muito valiosa, porque o fôlego da vida é um dom de Divino e porque não existe problema no Mundo a que a Palavra de Deus não dê resposta… o Centro de Ajuda Espiritual encetou uma das maiores lutas alguma vez travadas: a luta contra o suicídio. O nível da dificuldade do combate ao suicídio está exactamente no facto de o desejo de acabar com a própria vida nascer e desenvolver-se no interior da própria pessoa. Pensar em suicidar-se é o último estádio do desespero, quando já se pensou em tudo como a solução possível e nada pareceu resultar. Todo o possível suicida acredita que todos os seus problemas cessarão no momento em que soltar o último fôlego de vida, contudo, não existe maior engodo do que este, já que a nossa alma é imortal e, quando morremos, apenas o nosso corpo perece, passando a alma e o espírito a existir noutra dimensão, que é invisível aos olhos humanos. Desta forma, antecipar a própria morte é apenas deixar de lidar com um tipo de problemas e passar a lidar com outros, desconhecidos para o ser humano, já que a Bíblia afirma que tirar a própria vida é um pecado mortal, a nível espiritual.

Contrarie a morte, agarrando-se à vida

Quando a pessoa tenta suicidar-se, para os que a rodeiam é um sinal de alerta, um pedido de ajuda que não deve ser ignorado, pois embora muitos acumulem sucessivas tentativas falhadas de suicídio, a realidade é que os seus intentos, cedo ou tarde, atingirão o objectivo esperado.

Se ama o seu familiar ou amigo, se tem o desejo de ajudar aquela pessoa que sabe estar à beira do precipício, não perca mais tempo, adira a este movimento e participe neste evento que pretende erradicar esta vontade incontrolável que tem levado milhões antes do tempo.

A vida é um dom de Deus e existe um projecto traçado para cada um de nós, do qual o suicídio não faz parte e não é, de todo, uma das etapas. Recrie a sua existência dizendo “SIM!” à vida e acreditando que é possível ser feliz, pois esta, sim, é a alternativa certa para pôr um fim aos seus problemas.
Domingo, dia 31 de Outubro, às 9h30

Em todos os Centros de Ajuda Espiritual
Obrigado pela sua VISITA!

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Abuso de Criança!

Recordo o poema da criança de 3 anos, 'Meu nome é Sara'

O meu nome é ''Sara''  Tenho 3 anos  Os meus olhos estão inchados,

Não consigo ver. Eu devo ser estúpida, Eu devo ser má,

O que mais poderia pôr o meu pai em tal estado?

Eu gostaria de ser melhor, Gostaria de ser menos feia.

Então, talvez a minha mãe me viesse sempre dar miminhos.

Eu não posso falar, Eu não posso fazer asneiras, Senão fico trancada todo o dia.

Quando eu acordo estou sozinha, A casa está escura, Os meus pais não estão em casa.



Quando a minha mãe chega, Eu tento ser amável, Senão eu talvez levaria Uma chicotada à noite.

Não faças barulho! Acabo de ouvir um carro, O meu pai chega do bar do Carlos. Ouço-o dizer palavrões.

Ele chama-me. Eu aperto-me contra o muro. Tento-me esconder dos seus olhos demoníacos.

Tenho tanto medo agora, Começo a chorar. Ele encontra-me a chorar,

Ele atira-me com palavras más, Ele diz que a culpa é minha, que ele sofra no trabalho.

Ele esbofeteia-me e bate-me, E berra comigo ainda mais, Eu liberto-me finalmente e corro até à porta.



Ele já a trancou. Eu enrolo-me toda em bola, Ele agarra em mim e lança-me contra o muro.

Eu caio no chão com os meus ossos quase partidos, E o meu dia continua com horríveis palavras...

'Eu lamento muito!', eu grito Mas já é tarde de mais O seu rosto tornou-se num ódio inimaginável.

O mal e as feridas mais e mais, 'Meu Deus por favor, tenha piedade! Faz com que isto acabe por favor!'

E finalmente ele pára, e vai para a porta,

Enquanto eu fico deitada, Imóvel no chão.


O meu nome é 'Sara' Tenho 3 anos,

Esta noite o meu pai “matou-me.”.

Existem milhões de crianças que assim como a 'Sara' são mortos. E tu podes ajudá-los.

Fico desiludido até ao mais profundo de mim se tu leres isto e não o fizeres passar, eu peço a DEUS por ti, porque tu deves ser uma pessoa sem coração por não seres afectada(o) por este e-mail.


E se porque tu ficaste sensibilizada(o), faz qualquer coisa!!

Tudo o que eu te peço, é de enviar isto e de reconheceres que estas coisas acontecem, e que pessoas como o pai da 'Sara' vivem na nossa sociedade.


Faz passar este poema porque mesmo se isto parece doido pode talvez mudar indirectamente as nossas vidas.

Hey, nunca se sabe...
Por favor faz passar isto se fores contra o abuso das crianças.
Obrigado pela sua VISITA!

domingo, 10 de outubro de 2010

Testemunho de Família - IURD Portugal


Obrigado pela sua VISITA!

Família: ainda há tempo de salvá-la


Imagine um pai dando um tapa no rosto do filho. Drogado, o rapaz não tem como sequer levantar a cabeça para poder se defender. Humilhado, sai escorraçado de casa. Já a filha, adolescente, está grávida pela primeira vez. Do pai, só ouve palavras de acusação e xingamentos. A mãe, por sua vez, no momento, não se encontra em casa e não presencia a confusão. Com o amante, está ocupada demais para saber o que se passa com a família. Essa cena, apesar de ser de uma novela, ocorre em muitos lares do País. São famílias inteiras geralmente deterioradas pelas drogas, falta de planejamento familiar e ausência de estrutura psicológica e espiritual.

Se você está sofrendo com este tipo de situação em casa, talvez esteja na hora de rever alguns conceitos, no que tange a estrutura familiar. Olhar para dentro de si como pai, mãe, marido e mulher, pode ajudar e muito a entender o que se passa com os filhos. Isso porque muitos adolescentes tendem a olhar mais para os pais como modelo a ser seguido. Se você for um pai ou mãe que se embriaga, fuma ou trai o cônjuge, não se admire se seu filho ou filha seguir o mesmo caminho. Tampouco se surpreenda se ele ou ela perder completamente o respeito por você.

Além disso, se na sua casa há falta de comunicação entre os membros da família, isso também pode ajudar os jovens a pensar na ausência de amor dos pais. Então, por este motivo, seus filhos podem estar recorrendo a amigos ou conhecidos pelas ruas para preencher um vazio que poderia ser ocupado pelo seu amor. Desta forma, a atenção que seus filhos deveriam receber em casa acaba sendo dada por pessoas que nem sempre são de boa índole. É aí, consequentemente, que o jovem passa a conhecer as drogas, os vícios, a criminalidade e outros males.

Se sua família está passando por isso, tente buscar as causas no passado. Talvez em traumas que, inconscientemente ou não, acabam sendo transferidos aos filhos e cônjuge. Quem sabe se em sua vida males como abusos sexuais, traumas, maus tratos e outros fatores tenham lhe impulsionado para um casamento ou união precipitada. É triste admitir, mas, pode ser que o desespero por encontrar uma vida melhor, tenha feito você cair em uma relação desprovida de amor e respeito, onde os vícios e as traições são constantes. E mesmo assim ainda tenha lhe levado para uma gravidez (ou várias) dentro deste relacionamento conturbado e conflituoso.

Mas, caso você diga que em sua família há equilíbrio, atenção, amor, respeito e comunicação, e ainda assim o caos parece ter tomado conta de seu lar, quem sabe não é hora de olhar além, para ver se o que está faltando não seja o pouco espaço que você está dispensando para Deus. Note que espiritualidade nada tem a ver com religiosidade, ou deixar de ser A para se tornar B, mas é ter como centro imprescindível em sua vida Aquele que pode arrancar seus traumas, medos, mágoas, vícios, vergonha e outras dezenas de tralhas que podem estar atrapalhando o bom convívio familiar.

Talvez você nunca tenha parado para pensar nisso, mas as escolhas estão dentro de cada um. E cabe a cada pessoa saber encontrar a escolha correta que será capaz de transformar toda uma situação de angústia e tribulação. Buscar a Deus por sua família passa longe de proselitismos, demagogia ou pensamento dogmático, mas é ter a humildade de reconhecer que sozinho nada se pode fazer. Assim, reflita nisso: apenas amor, atenção e carinho não impedirão que seus filhos queiram andar por suas próprias pernas e conselhos, mas, se eles tiverem a proteção Divina, isso impedirá que os pés deles resvalem por caminhos tortuosos e cruéis.
Fonte: CdAE
Obrigado pela sua VISITA!

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Catástrofes


Por que é que determinadas pessoas escapam da morte em acidentes aéreos, tsunâmis, terramotos, furações ou ataques terroristas? Frieza e realismo são qualidades de quem escapou de catástrofes.

Seis pessoas foram resgatadas com vida em Port au Prince, cinco dias após o terramoto de magnitude 7.0 que destruiu grande parte da capital haitiana, no dia 12 de Janeiro. Um dos resgatados foi o funcionário dinamarquês da missão de paz da ONU, Jens Christensen. Outras cinco pessoas foram retiradas com vida dos escombros de um supermercado na capital, entre elas um menino de sete anos. Mas, como é que estas pessoas se agarraram à vida contra todas as circunstâncias?

O norte-americano Laurence Gonzalez, premiado jornalista da revista National Geographic, autor do livro “Deep Survival, Who Lives, Who Dies, and Why” (“Sobrevivência Profunda – Quem vive, Quem morre e Porquê”), passou 15 anos a estudar os motivos que levam alguns à vitória e outros ao fracasso e à morte, quando confrontados com situações extremas. E, para sua surpresa, encontrou um padrão uniforme de comportamento entre os sobreviventes de catástrofes, sejam elas uma queda de avião no meio da selva, uma batalha contra o cancro, um divórcio, uma crise empresarial ou mesmo o atentado ao World Trade Center, em Nova Iorque.

As lições de quem sobreviveu

O primeiro comportamento dos sobreviventes é que todos percebem a realidade exatamente tal como ela é. “Muitas das vítimas do 11 de Setembro morreram por achar que tudo ficaria bem, negando a realidade. Os sobreviventes disseram para si mesmos: ‘Ok, o horror está a acontecer, e eu tenho que sair daqui’”, observa Gonzalez.

Em segundo lugar, todos se mantêm calmos, resignando-se à dor. A frieza é essencial para elaborar um plano de ação, como foi o caso do velejador Steve Callahan que, ao ver-se náufrago, no meio do Atlântico, em 1982, passou 76 dias num bote, com água racionada. Para não ceder aos apelos emocionais e beber de uma vez toda a água, Callahan criou na sua mente um capitão, que dava as ordens severas à tripulação (ele).

Outra caraterística é a de, ante o desafio imposto, dividir a imensa tarefa da sobrevivência em tarefas menores, mais administráveis, caso da executiva Lauren Elder, sobrevivente de um acidente aéreo na Serra Nevada, na Califórnia (EUA), que, para não se desesperar com a gigantesca montanha que teria de descer, estabelecia como objetivo imediato apenas a próxima rocha à sua frente.

Celebrar as pequenas vitórias pelo caminho, mesmo que as chances do êxito final pareçam exíguas, é outro comportamento do vencedor/sobrevivente. Já nos piores momentos, muitos estabelecem pequenos rituais para evitar a insanidade. O ciclista Lance Armstrong, vítima de cancro linfático, fazia a contagem diária do seu exame sanguíneo. Os números tornavam-se um refrão mental que o estimulava. Outros recorriam à recitação de poesia ou à elaboração de problemas matemáticos para o alívio do stress.

Não sou uma vítima, mas um vencedor

Um traço paradoxal encontrado por Laurence Gonzalez é que o sobrevivente nunca se vê a si mesmo como vítima, mas como prestador de socorro. Os sobreviventes pensam mais nos seus dependentes (família, funcionários, etc.) do que em si mesmos. Ainda que, esses dependentes sejam imaginários, como no caso do jovem montanhista israelita Yossi Ghinsberg que, perdido no meio da selva boliviana, teve uma alucinação, acreditava que estava na companhia de uma bela mulher. Tudo o que fez para sobreviver foi no intuito de salvá-la. Por fim, outro traço comum dos bem-sucedidos é a crença unânime de que a vitória virá (o que parece óbvio), mas, ao mesmo tempo, mesclando-a com a resignação ante a dor e a morte. É uma resignação sem desistência, tal como Dougal Robertson, sobrevivente por 38 dias em alto-mar. “O acidente deu-me a certeza da morte… algum dia eu morreria, mas não naquele dia. Enquanto o resgate não vinha, tudo o que eu tinha a fazer era continuar o jogo da sobrevivência”, disse.

Vencedores, enfim, também fazem tudo que é possível para alcançar a vitória.

Fonte: fp
Obrigado pela sua VISITA!
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...