sexta-feira, 17 de junho de 2011

Perdão

Muitos não têm a mínima ideia da importância do perdão. Associam-no a algo corriqueiro que o tempo pode fazer apagar.
Se fosse tão simples assim, com certeza, o Senhor Jesus não o colocaria como obrigatório (Mat.6.14-15), nem que se perdoasse tantas vezes quantas fossem necessárias (Mat. 18.22).
Perdão é de Deus; a mágoa ou ressentimentos são do diabo.
Perdão salva, liberta, cura, transforma, enfim, identifica algo Divino.
Mágoas ou ressentimentos alimentam o ódio, a ira, contenda e, finalmente, matam. A falta de perdão significa condenação.
A mágoa é uma semente do inferno plantada  nos corações daqueles que não têm Deus.
Enquanto o perdão ilumina, as mágoas entrevam.
E, se Deus que é Justo Juiz, perdoa, quem é o ser humano para não perdoar?
Quem não perdoa, não tem salvação.
Quem morre sem perdoar seus ofensores, condena-se ao lago de fogo e enxofre por toda eternidade.

Publicado por: Bispo Edir Macedo


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Qual a sua escolha? A Empresa ou Deus?


Certo funcionário de uma empresa, crente, foi chamado um dia ao gabinete do dono da empresa. Sem meias palavras, o dono foi directo ao assunto: -"Estamos reestruturando a empresa e precisamos de uma pessoa exactamente do seu tipo para ocupar a posição de gerente do sector. Analisamos a sua ficha e vimos que só há um problema com você: é a sua religião. O cargo é incompatível com a sua fé. De modo que você terá que fazer uma opção entre a promoção no emprego e sua igreja. Mas você não precisa responder agora. Vá para casa, hoje é sexta-feira, pense, e na segunda nos diga o que foi que decidiu". Nosso irmão foi para casa envolto no manto da dúvida. De um lado, almejava o cargo - afinal, era a grande chance de sua vida. Quanta gente - pensou - não gostaria de estar em seu lugar! Por outro lado, e sua fé? e a igreja? e Deus? Os pensamentos se desencontravam em sua cabeça. Seu coração virou campo de batalha entre o certo e o errado, entre o real e o ideal. Noites sem dormir, não podia se concentrar num só pensamento. O pior fim de semana de sua vida, o pior sábado, o pior domingo... Na segunda-feira, lá estava ele na empresa, já ansioso por encontrar-se com o dono: - "E aí?" - quis saber o dono - "Qual é a sua decisão?" - "Acho que vou aceitar a proposta que me fez". O patrão nem levantou a cabeça: - "Então pode passar imediatamente no Departamento de Pessoal e pedir suas contas. Você está despedido!" - "Mas... patrão, foi o senhor mesmo que me fez a proposta!" - "Sim, e você foi provado e não passou no teste. Se foi capaz de tão rapidamente trair o seu Deus, quem me assegura que mais rapidamente ainda não trairá a sua empresa?"
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PAIS E FILHOS - CONEXÃO JOVEM TV Portugal



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quinta-feira, 16 de junho de 2011

O Pastor, o porco e a ovelha



Era uma vez um bom pastor de ovelhas que tinha poucas ovelhas e, cansado de ver seu aprisco tão vazio, tinha pressa em aumentar o rebanho.

Ele sabia que podia cuidar muito bem de uma quantidade maior de ovelhas, mas, não havia ovelhas disponíveis para adquirir naquela região.

Foi quando alguém o convenceu de uma estranha teoria: "Se você batizar um porco e o ensinar a viver como ovelha, com o tempo, ele se torna uma ovelha".

Então, o pastor de ovelhas passou também a cuidar de porcos. No começo ele quase desistiu, mas, como era um sujeito determinado, insistiu.

Brigou. Bateu. Xingou.

Pediu. Implorou. Manipulou.

Motivou. Desafiou. Presenteou.

Reforçou o comportamento positivo. Premiou.

Brigou. Bateu. Xingou.

Mas, aqueles bichos era realmente rebeldes e sempre insistiam em voltar para a lama logo após o banho diário que ele lhes dava.

O pastor tinha que ficar à porta do mangueirão com um pedaço de pau batendo no lombo dos bichos para os obrigar a ir pastar os pastos verdejantes e a beber as águas tranqüilas junto com as ovelhas:

- Agora vocês não são mais porcos, dizia ele, agora vocês são ovelhas; comportem-se como tal.

Sem perceber, passou a dedicar a maior parte do seu tempo tentando manter os bichos na linha.

E as ovelhas acabaram ficando em segundo plano. Sem cuidados pastorais, estressadas com a companhia dos porcos que viviam a perturbá-las, elas deixaram de se alimentar e de se reproduzir e, aos poucos, foram se acabando.

Meses depois, com exceção de uma ou outra ovelha que viviam por ali, tristes, isoladas, só havia porcos naquela propriedade.

O pastor de ovelhas transformara-se em pastor de porcos. Acabou desistindo de ensinar aos porcos o comportamento que se espera de uma ovelha e fazia de conta que não estava vendo seu "redil" chafurnado na sujeira.

Os porcos, sempre com medo de levar umas pauladas nos lombos, cada vez que viam o pastor por perto voltavam de fininho aos pastos verdejantes.

Mas, só por uns minutinhos.

“Se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo”.
(II Coríntios 5.17)

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quarta-feira, 15 de junho de 2011

Masturbação e Namoro cristão

gostaria de responder a todos que tem procurado saber o que nos achamos deste assunto "MASTURBAÇÃO", VEJA A RESPOSTA.

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Children See, Children Do

costumo dizer que as Crianças são o exemplo dos Pais! Veja este vídeo.

Gostou? envie para um amigo.
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Campanha de Israel - Fonte de Gideão

Acompanhe o Testemunho de Maria da Fatima que através da Fogueira santa de Gideão conseguiu mudar sua Vida.
Testemunho de Portugal


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Veja também:Fogueira Santa de Gideão

Vigília das Grandezas de Deus - Bispo Guaraci

Acompanhe o Testemunho da Adriana que prosperou na Vigília das Grandezas de Deus

que acontece todas as segundas-feiras na IURD, (CdAE)
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Os Valentes Vestem Vermelho II - Bispo Renato Cardoso


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Os dois Valentes



Quando o valente, bem armado, guarda a sua própria casa, ficam em segurança todos os seus bens. Sobrevindo, porém, um mais Valente do que ele, vence-o, tira-lhe a armadura em que confiava e lhe divide os despojos.
 Lucas 11:21-22

Na Bíblia, o valente é tratado como herói. Seus feitos retratam sua fé prática que agrada a Deus.

Mas Jesus considera também o espírito imundo como um valente na vida dos alienados da fé, ou seja, valente espiritual do mal domina a vida de sua vítima e todos os seus pertences. Porém, quando alguém mais valente chega áquela vida e amarra o antigo valente, toma-lhe todos os seus bens.

Aqui o Senhor trata do valente da fé e o valente da dúvida. Este somente solta sua vítima quando o valente da fé exerce sua autoridade espiritual.

O Reino de Deus não consiste em palavras. Mas no exercício do poder da fé.

Os agentes do mal são ministros das dúvidas. Eles não só têm poder para dominar toda a vida dos que não crêem, mas como o têm feito com todos os povos.

Não importa grau de instrução, camada social ou religião professada. Eles têm aprisionado suas vítimas apenas porque elas não crêem de facto.

Os valentes do mal têm ampla liberdade de acção nos reinos desse mundo e porque os que não crêem vivem sujeitos a esse reino, então são presas fáceis do mal.

Já o mesmo não acontece com os da fé. Estes vivem no Reino de Deus considerado Reino da fé.

Afinal de contas, quem vive pela fé vive no Reino da fé. Nesse Reino os valentes do mal não têm acesso nem aos seus habitantes.

Ao contrário, os do Reino da fé têm a autoridade do Reino de Deus para expulsar os agentes do mal da vida das pessoas.
São tipificados pelo Senhor como os mais “valentes”.
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