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terça-feira, 11 de março de 2014

Israel recusa acordo se palestinianos não reconhecerem "Estado judeu"

Introdução: Europa deve avançar para "verdadeira união bancária”. Lembre-se de que o Anticristo irá dominar o MUNDO político e econômico. Para isso as países tem-se organizado em blocos: OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), MERCOSUL, União Européia, OPEP ou OPEC (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), Tigres Asiáticos e por aí vai. Exemplo de moeda única, como o Euro temos visto na União Européia, mas agora eles querem mais e isso vai avançar com força e depois colocarão “UM” para liderar todos esses blocos de países. Já se fala de um "super comissário” para conferir os orçamentos de estado. Então imagine... As profecias do livro do Apocalipse estão a se cumprir e com velocidade. Vigie!

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, alertou hoje que não aceitará qualquer acordo de paz com os palestinianos a menos que eles reconheçam Israel como "Estado judeu" e renunciem ao direito de regresso dos refugiados.
"Eu não apresentarei um acordo (aos israelitas) sem a abolição do direito de regresso e sem um reconhecimento palestiniano do Estado judeu", afirmou Netanyahu durante uma reunião do grupo parlamentar do Likud, o seu partido, informou um dos seus porta-vozes, Ofir Gendelman, na sua conta do Twitter.

A declaração de Netanyahu toca um dos aspetos mais controversos das conversações de paz com os palestinianos e que poderá minar os esforços norte-americanos para estender as negociações além do prazo estipulado, em abril.

Os palestinianos recusaram sempre a exigência de Netanyahu de que eles reconheçam Israel como o Estado judeu, já que isso negaria a sua narrativa histórica e cancelaria o direito dos refugiados de regressar às casas que abandonaram ou das quais foram forçados a sair durante a guerra de 1948, que acompanhou a criação de Israel.

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quinta-feira, 18 de abril de 2013

A bandeira de Israel

Símbolo surgiu quando judeus espalhados pelo mundo já pensavam no restabelecimento de seu antigo lar na Terra Santa
 Em 1948, após milênios de exílio, os israelitas tinham oficialmente um lar. Foi estabelecido o Estado de Israel. Todo país precisa de uma bandeira. No caso de Israel, eles precisavam de um símbolo do orgulho da volta da Nação Judaica ao seu torrão original. Já no ano seguinte ao estabelecimento do país, o novo estandarte foi apresentado na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), o mesmo até hoje. Sua elaboração tem uma história muito interessante. No final do século 19, já se discutia a necessidade da criação de um Estado para o povo judeu, que por milhares de anos se viu forçado a assimilar as culturas de diferentes lugares – e muito por causa do antissemitismo que crescia no Velho Mundo. Proeminentes judeus de várias origens reuniram-se na Basileia, importante cidade suíça, sob liderança do jornalista judeu austro-húngaro Theodor Herzl, no que ficou conhecido como o Primeiro Congresso Sionista, em 1897. 
Nos preparativos para o evento (reconstituído em um cenário no Museu Herzl, em Jerusalém, como mostra a foto ao lado), aquele que viria a ser o braço-direito de Herzl e segundo presidente da Organização Sionista, o empresário lituano David Wolffsohn, se viu diante de uma dúvida: que bandeira pendurariam no salão do Congresso? Um encontro de tal monta não poderia passar sem um símbolo. Em seus escritos, Wolffsohn explicou que ele já existia. “Já temos uma bandeira, e ela é azul e branca. O talit (manto judaico de orações) com o qual nos cobrimos quando oramos: esse é o nosso símbolo. Vamos tirá-lo da sacola e desenrolá-lo perante os olhos de Israel e de todas as nações.” Wolffsohn encomendou uma bandeira nas cores do talit e mandou pôr em seu centro um símbolo presente na história dos judeus por milênios: o Maguen David, que conhecemos como a Estrela de Davi, com um significado bastante amplo: além dos guerreiros daquele rei de Israel a ostentarem em seus escudos, ela já era presente nas sinagogas e nas capas dos livros da Torá – mesmo que, décadas depois, na época da Segunda Guerra Mundial, viesse a ser motivo de medo e humilhação, o que os próprios judeus reverteram. A Estrela simboliza, por meio de suas seis pontas, que Deus reina acima (nos Céus), abaixo (o povo) e nos quatro pontos cardeais (o mundo físico). A da bandeira do Congresso Sionista tinha em seu centro o desenho de um leão, símbolo da tribo de Judá. “O símbolo recebeu o nome de Davi, que sempre confiou no Reino de Deus em todos os cantos do mundo e, por essa razão, não temia reis de carne e osso”, justificou Wolffsohn. Quando o Estado de Israel foi oficialmente estabelecido, em 1948, logo após os horrores do Holocausto, o novo país adotou uma bandeira de desenho mais simples, baseada na do Congresso Sionista. A mesma que vemos tremular representando não só Israel, mas o orgulho do povo judeu ao redor do planeta. “E falou o SENHOR a Moisés e a Arão, dizendo: Os filhos de Israel armarão as suas tendas, cada um debaixo da sua bandeira, segundo as insígnias da casa de seus pais; ao redor, defronte da tenda da congregação, armarão as suas tendas.” Números 2:1-2
Símbolo de guerreiros A Estrela de Davi e a bandeira israelense representam hoje um povo que deixou de ser vítima. As forças armadas de Israel são respeitadas em todo o mundo. Novamente, os guerreiros descendentes de Abraão as ostentam em seus uniformes e equipamentos, em conflitos armados que estão longe de acabar. Conflitos esses previstos há milênios nas Escrituras, assunto da reunião ministrada pelo bispo Edir Macedo todos os domingos, às 18h, o Estudo do Apocalipse, transmitido para outros templos da IURD por videoconferência, pela IURD TV, na internet, e pela Rede Aleluia, no rádio (99,3 FM - em São Paulo).
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