terça-feira, 30 de agosto de 2011

Conquistas financeiras - Jonas Bastos venceu na vida

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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Usou drogas dentro da igreja

Claudio Moraes conta que vivia de aparência, pois pensava que havia tido um encontro com Deus
Nesta semana que antecede a Santa Ceia do filho pródigo, que acontecerá em todos os Cenáculos do Espírito Santo do Brasil, no próximo domingo (28), um depoimento vem ilustrar bem a realidade de muitos: uma vida de aparências.
Durante a programação da IURD TV desta última segunda-feira (22), Claudio Moraes revelou detalhes da vida ilusória que vivia, mesmo estando na presença de Deus e servindo como obreiro na Igreja Universal do Reino de Deus.
Chegada à IURD
“Eu me envolvi com drogas aos oito anos de idade e com o tempo passei a estar no meio dos traficantes. Fiz pequenos furtos. Como vi que nesse meio dava para ganhar dinheiro fácil comecei a traficar. Nisso, a minha vida complicou ainda mais, porque, além do medo de enfrentar a polícia, tinha que estar atento às facções rivais que poderiam se apossar do ponto”, revela.
Claudio disse que viveu um período conturbado, no qual o sossego não existia. “Comprava muita droga e acabei contraindo dívida com um dos traficantes que me jurou de morte. Vivia num estado de pânico, pois, quando me drogava, ficava alucinado, em alerta o tempo todo. Qualquer barulho me deixava vigilante”, disse.
Durante esse período, Claudio começou a frequentar a Igreja Universal a convite de uma colega. “Ia todos os dias e num determinado momento o traficante foi em minha casa cobrar a dívida. Quando fui pagá-lo, ele não aceitou e me contou que a minha dívida estava paga. Eu não esperava aquela atitude”, revelou.
Ao chegar à IURD, Claudio começou a participar dos encontros do Força Jovem e também das reuniões de libertação. “Eu dava a minha vida, buscava as almas e fui mudando, até que eu achei que havia sido batizado com o Espírito Santo, mas, na realidade, era puro sentimento”, afirmou.
A queda
Ele chegou a exercer o trabalho voluntário de obreiro, entretanto, não havia tido um encontro com Deus. Por causa disso, as funções que cumpria passaram a ser vistas como um fardo.
“Tinha o apelido de ‘Ambulância’, porque levava um monte de gente doente para a igreja, mas eu não tinha prazer de colocar o uniforme. Teve uma vez que eu comprei droga, levei para dentro do banheiro da igreja, usei e voltei para trabalhar como obreiro no salão. Depois que me afastei minha vida virou um inferno”, comentou.
Sem emprego, Claudio começou a furtar objetos de dentro de casa para manter o vício. “Quando me afastei da IURD, minha mãe me expulsou de casa e disse que eu era a desgraça da vida dela.”
Sem ter para onde ir, Claudio se tornou um andarilho e percorreu diversos estados brasileiros. “Morei em alberguesem São Paulo, virei mendigo no Paraná e assim fui sobrevivendo. Quando fui para o Mato Grosso, cheguei a comer esterco no meio do pasto de tanta fome. Em Dourados, no Mato Grosso do Sul, tive de beber águaem valeta. Exalava um fedor insuportável e as pessoas tinham medo de mim”, explanou.
A volta
Claudio revelou ter se sentido solitário e achava que Deus não o queria mais. Esse pensamento só mudou quando se lembrou da parábola do filho pródigo. “Voltei para São Paulo, mas não consegui me firmar na Igreja, porque achava que todos iam ficar me olhando. Eu me casei, mas nossa vida era um inferno. Depois de um tempo, decidi dar um basta àquela situação e fui até a IURD. Pedi ajuda a um pastor, pois queria ter minha comunhão com Deus”, relatou. E completou: “Lembrei que já tinha brincado com Deus, mas falei para Ele que dessa vez ia fazer tudo certo. Voltei ao primeiro amor, comecei a buscar ao Senhor e tive um encontro com Ele. Voltei a ser obreiro, tenho prazer em ganhar almas e minha esposa se converteu. Para mim, o Senhor é tudo e sem Ele não sou nada”, assegurou.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Consagração do Pastor Jean Madeira Líder do Força Jovem

Pastor Jean Madeira foi consagrado, neste último domingo (21), pelo bispo Romualdo Panceiro, em São Paulo

O 21º primeiro dia do segundo Jejum de Daniel vivido pela Igreja Universal do Reino de Deus em todo mundo foi marcado por uma data de avivamento, batismo, renovo espiritual e também a consagração do coordenador da Força Jovem Brasil, pastor Jean Madeira.

Durante o culto das 9h30, no Cenáculo do Espírito Santo da Vila Mariana, zona sul da capital paulista, o bispo Romualdo Panceiro realizou a cerimônia de consagração, na qual serve para confirmar a unção ministerial dada por Deus àqueles que fazem a Obra no altar. 

Antes do momento tão especial para o pastor Jean e para a esposa, Vanessa Madeira, o bispo Romualdo fez questão de apresentar a Deus o azeite da unção, determinando, pela fé, que o mesmo poder que estava no óleo que desceu sobre a cabeça do rei Davi, no passado, estivesse presente também naquele elemento. 

História de sofrimento

Aos 34 anos de idade, casado com Vanessa Madeira e pai de Amanda, de 8 anos, pastor Jean conta que chegou à Igreja Universal sofrendo com problemas financeiros, familiares e um imenso vazio no coração. (foto ao lado)

“Eu havia perdido a razão de viver e por várias vezes pensei em acabar com minha vida. Certa vez, ao sair da escola, ouvi uma voz dizer: Se mata! No mesmo instante, parecia que algo ia empurrando meu corpo para uma avenida movimentada”, lembra.

O ano era 1994, e graças à fé inteligente que colocou em prática o jovem Jean, de apenas 16 anos, mudou a história da vida dele de toda a família. “Naquele mesmo dia, fui à casa de uma tia e lá ganhei um jornal Folha Universal. Lembro-me que neste jornal havia o testemunho de uma menina que tinha sido curada de um tumor, o que me chamou a atenção. Então, reconheci que Deus existia e que também poderia mudar minha vida”, recorda o pastor.

A partir do testemunho, a fé que estava adormecida no coração do jovem despertou e, na Igreja Universal, ele recebeu o alimento espiritual para transformar os sonhos em realidade. “Fui a uma reunião da IURD, e ali tomei a decisão de me entregar ao Senhor Jesus. No mesmo instante, houve uma transformação. Os pensamentos de morte, a tristeza, o vazio foram embora e ali mesmo, naquele dia, me lancei nas mãos de Deus e nunca mais saí de Sua presença”, conta.

O grupo jovem

Com apenas quatro meses, Jean se tornou líder do grupo jovem local. Em pouco tempo, o jovem de Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, seria levantado a obreiro e a pastor, levando a mensagem do Evangelho a todo o Brasil.

“Entrei no Força Jovem e como me coloquei à disposição do Espírito Santo, pouco tempo depois já era líder de grupo. Fui levantado a obreiro, fiz núcleo e cada vez Deus usava minha vida para levar mais jovens ao Senhor Jesus. Então, quando eu já estava casado com Vanessa, que também era obreira, não hesitamos em aceitar o chamado para servir a Deus no Altar. Desde então, o amor pelas almas só aumentou e cremos que agora, com essa consagração, seremos ainda mais usados pelo Espírito Santo”, afirmou o pastor Jean.

A Consagração 

O pastor Jean afirmou que a consagração é a aprovação de Deus sobre o trabalho desenvolvido com a juventude brasileira: “Vejo que o trabalho do Força Jovem Brasil foi aprovado diante de Deus, da Igreja e de todo o povo.” 

Há três anos, o pastor Jean Madeira é coordenador nacional do Força Jovem, braço social da Igreja Universal do Reino de Deus que conta com mais de 250 mil voluntários em todo o País. 

“Onde quer que estejamos os jovens têm aceitado a proposta de mudança de vida que oferecemos. Milhares já foram batizados em todo o Brasil. E a cada dia mais pessoas vêm se tornando um elo forte dessa corrente do bem”, finalizou o pastor Jean Madeira.

Abaixo você pode assistir o vídeo que mostra o momento da consagração:
 
Arca Universal

AMY, DROGAS E A MALDIÇÃO DOS 27


Muito se fala na “idade maldita do rock”, curiosa tendência de morte de músicos aos 27  anos, sempre citando a   associação do rock com drogas e um estilo de vida arriscado.
Pois bem. Antes de começar a falar da ida de Amy Winehouse para o outro lado do mistério, vamos deixar algumas coisas bem claras.
Primeiro: não foram as drogas que fizeram as vítimas da sina dos 27 serem geniais. OK, não dá para descartar a relação entre criatividade e uso recreativo de entorpecentes, mas ela é muito comentada e pouco estudada a sério. Facto é que nenhuma droga faz brotar um génio dentro de uma mente boçal – para bem e para mal, elas apenastrazem à tona ideias que uma mente sóbria não se arriscaria a colocar em prática.
Do mesmo jeito, a morte prematura não transforma Amy na maior cantora do século XXI – ainda que seus dois discos muito bons, além de um terceiro rejeitado pela gravadora (e que, claro, deve logo chegar às lojas), evidenciem o potencial que ela não viverá para atingir.
Com a notícia que era infelizmente tida como questão de tempo, dado o ciclo de autodestruição digno de um Sid Vicious em que a intérprete de Rehab vivia mergulhada, talvez se veja menos os escândalos que a mantinham nas capas dos tablóides e mais a voz que era o seu grande dom. Infelizmente, algumas histórias só fazem sentido depois do final trágico. Ao morrer recentemente, com 27 anos, a cantora Amy  Winehouse se junta ao grupo de artistas famosos que também morreram com essa mesma idade.
Outra coincidência é que, assim como Amy, grande parte deles foram encontrados mortos sozinhos em casa ou em quartos de hotéis. Veja alguns deles:

Fonte: Folha Universal Moçambique


segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Usuários estão ficando entediados com suas redes sociais

Segundo pesquisa, um dos motivos é a preocupação com a privacidade das informações postadas online

De acordo com um levantamento da empresa de tecnologia e pesquisa Garther, divulgado nesta segunda-feira (15), as pessoas estão começando a se sentir entediadas com suas redes sociais favoritas. Entre os usuários cadastrados, 24% estão usando menos, hoje em dia, esses sites de relacionamento, do que na época em que se cadastraram.
Apesar desse resultado, o percentual ainda é menos expressivo do que o dos internautas que continuam acessando essas páginas tanto quanto antes (39%), e dos que aumentaram o tempo gasto nesses sites (37%).
A pesquisa tomou por base os usuários de onze países, entre eles o Brasil, que apresentou resultados diferenciados da média geral. Em nosso País, 30% dos entrevistados disseram que estão passando menos tempo navegando por redes sociais. Na Rússia, esse índice chegou a 40%. No caso da Coreia do Sul e da Itália, o uso aumentou, segundo quase 50% dos usuários que responderam à pesquisa.
O levantamento foi realizado entre dezembro de 2010 e janeiro deste ano. Ao todo, foram ouvidas 6.295 pessoas, que demonstraram ter perfis diferentes de acordo com as faixas etárias. Os mais novos e os aficionados em tecnologia, por exemplo, somam a maior parte dos usuários que estão passando mais tempo nas redes sociais.
É preciso mais criatividade
Na avaliação de Brian Blau, diretor de pesquisa da Gartner, será preciso muita criatividade desses sites para conseguir criar um impacto significativo na web. "Trinta e um porcento (31%) dos aspirantes (mais jovens, fãs de mobilidade e consumidores conscientes) indicaram que estão ficando cansados com as redes sociais, um fato que deveria ser monitorado pelos criadores das redes, uma vez que eles vão precisar inovar e diversificar seu portfólio se quiserem manter a atenção dos clientes", declarou.
Apesar de nenhum fator ter se mostrado muito mais relevante do que outro, na tentativa de desvendar os motivos que estariam afastando os usuários das redes sociais, o estudo descobriu que 33% dos entrevistados demonstram preocupação com a privacidade das informações postadas online. Entre os adolescentes, esse percentual é mais baixo (22%).
Da Redação
redacao@arcauniversal.com

Trair faz mal à saúde

Longa é a história da infidelidade. Tão longa quanto a do amor, têm andado de mãos dadas desde sempre. Mas é tanta a curiosidade que levanta estes fenómenos quanto a impossibilidade em medi-los com exatidão, pois é difícil quantificar as vivências relacionadas com a sexualidade e a conjugalidade. Diz-se que os homens exageram nas suas perfomances e as mulheres tendem a retrair-se, preservando mais a intimidade. Por norma são elas as traídas e eles os traidores. Elas sentem-se sós no casamento e quando traem, fazem-no pelo afeto. Eles querem experiências apenas físicas, traem pelo sexo. Mas nem sempre é assim e o retrato da infidelidade está a mudar. As mulheres, integradas num mercado de trabalho mais amplo, passaram a estar em contacto direto com um maior número de homens e as mudanças sociais e culturais, com hábitos diferenciados, afastaram para longe o sentimento feminino da culpa.
Ainda que a infidelidade conjugal seja uma prática geralmente condenada, o certo é que quase todas as pessoas em alguma altura da vida acabaram por ser infiéis.
Portugueses a descoberto
Aquele que pode ser considerado o mais detalhado estudo alguma vez realizado em Portugal sobre a sexualidade – Saúde e Sexualidade – da autoria da investigadora Sofia Aboim, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, colocou a descoberto a intimidade dos portugueses. Também a fidelidade, ou a falta dela, foi tratada e o estudo chegou à conclusão de que 12% dos portugueses são infiéis. Neste grupo, foram os homens que em maior percentagem tiveram relações ocasionais: 15,7% e 21,8% dos homens afirmaram que o último e o penúltimo parceiros, respetivamente, foram ocasionais, contra 4,5% e 5,9% entre as mulheres.
Relativamente à infidelidade conjugal, os 12% dos inquiridos a viver em casal confirmam ter tido outros parceiros sexuais fora do casamento durante os últimos cinco anos. A infidelidade foi admitida por 16,9% dos homens e apenas 7,1% das mulheres.
O gene da traição?
Apesar da infidelidade ter outras causas, como psicológicas, ambientais e comportamentais, para a professora de Química Orgânica e Química Farmacêutica e Medicinal, na Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto, a infidelidade radica, em parte, em razões químicas. “Homens com menor tendência para o casamento, ou com maior tendência para o adultério, ou ainda com maior propensão para o divórcio demonstram frequentemente um nível médio e alto de testosterona”, escreve Madalena Pinto, no seu livro Química do Amor e do Sexo.
Já os investigadores do Instituto Karolinska, na Suécia, identificaram a infidelidade com um gene, o alelo 334, que é responsável pelo receptor de argininavasopressina, uma hormona se encontra no cérebro de grande parte dos mamíferos. Segundo a investigação, os homens são mais fiéis quando carecem deste alelo.
Leia na íntegra na versão PDF ou adquira a “Folha de Portugal” no CdAE mais perto de si!

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Trajetória de sucesso

Jovem conta que perdeu os pais na infância, envolveu-se com o tráfico de drogas, mas conquistou uma vida transformada através da IURD
A bancária Adriana Souza, durante o programa do bispo Macedo na IURD TV, desta quinta-feira (18), testemunhou sua transformação de vida. A jovem, que perdeu os pais quando ainda era criança, contou sobre sua terrível trajetória antes de chegar à Igreja Universal.
“Quando estava entre os 4 e 5 anos de idade, minha mãe alugou um espaço em nosso quintal, para ser a casa dos encostos. Assim, desde pequena me via envolvida com eles. Por conta disso, eu era uma criança totalmente perturbada. Eu via o diabo sempre em meus sonhos. Fui até levada ao psiquiatra.”
Adriana conta que seus pais expulsaram a mãe de encosto após uma briga que tiveram. “Naquela mesma semana, minha mãe morreu vitimada por um derrame cerebral. Meu pai, por sua vez, foi definhando até morrer”, recordou-se.
Após a morte dos pais, Adriana e sua irmã Solange, na época com 6 e 10 anos, respectivamente, foram morar com uma tia, mas, para piorar o sofrimento, o tio abusava sexualmente delas. “Não contamos para nossa tia porque não tínhamos para onde ir. Minha irmã sofreu ainda mais, pois, além de tudo, tinha que fazer todas as tarefas de casa no lugar da minha tia. Meus tios eram religiosos, todos os domingos nós íamos à missa”, disparou a bancária.
“Tive a minha infância roubada. Além disso, eu não saía, vivia enclausurada. Nós nunca fomos a um passeio da escola porque meu tio não deixava, nem podíamos passar o fim de semana com parentes. Quando eu estava com 16 anos e minha irmã com 20, fugimos de casa. Fomos morar numa vaga, um lugar onde a gente só tinha o direito a dormir.”
O tempo passou e nada mudou na vida de Adriana (foto ao lado). Ela começou a buscar nas noitadas coisas que a fizesse esquecer a amargura em que vivia. “Eu cresci uma pessoa muito vazia, saía todos os dias tentando preencher esse vazio. Ia para baladas, traficava drogas e me prostituía. Na verdade, eu queria uma vida de glamour. Minha irmã chegou a dizer que tinha nojo de mim, pois eu havia me tornado uma pessoa insuportável”, contou.
“Quando cheguei à igreja, eu estava desenvolvendo sintomas de depressão. Já havia tentado o suicídio, tomado vários remédios. Na primeira vez que entrei na IURD, uma moça me deu uma Bíblia e eu já percebi a diferença. Vi amor nas pessoas, coisa que não tinha no mundo”, enfatizou a jovem.
Mesmo estando na igreja, Adriana confessa que ainda frequentava baladas, mas tinha a consciência de que precisava abandonar os maus hábitos. “Eu era sincera e pedia para Deus arrancar aquele desejo, e aos poucos Ele foi tirando. Levei dois anos para me converter de verdade. O mal me atormentava dizendo que eu não ia conseguir”, lembrou-se.
Durante o programa, bispo Macedo perguntou à jovem se foi fácil receber o Espírito Santo. “Não, bispo”, respondeu. “A pessoa tem que querer e tomar atitude. Tive que arrancar o sentimento para ter a minha salvação. Só depois de dois anos buscando, lutando que recebi o selo com o Espírito Santo”, destacou Adriana.
Hoje, com a vida completamente transformada e uma conduta exemplar, Adriana afirma que conquistou o amor e o carinho da irmã e o respeito de seus familiares. “Eu tinha vergonha dela. Ela se orgulhava de coisas que eu repudiava. Hoje, ela se comporta de forma decente. Eu não tinha família, mas, agora, eu posso falar que tenho uma irmã que me ajuda espiritualmente”, contou a irmã Solange Fernandes (foto acima).
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