terça-feira, 3 de abril de 2012
Quem consagrou Valdemiro Santiago? um POSSESSO?
Veja este vídeo e tire as suas conclusões! COBRA GERA COBRA.
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Os 7 mandamentos do homem de Deus
Se confiar apenas no seu trabalho de comunicação para que sua igreja se desenvolva, seu fracasso será inevitável
Por Bispo Edir Macedo
Para que o trabalho do homem de Deus seja profícuo, ele tem que juntar o seu pranto no altar pelas almas com os meios de comunicação disponíveis. Isso fará o seu trabalho se desenvolver mais rapidamente e, o que é mais importante, com qualidade. Se confiar apenas no seu trabalho de comunicação para que sua igreja se desenvolva, seu fracasso será inevitável, tendo em vista que o espírito de acomodação se apossará dele. Considerando que o homem de Deus tem realmente a sua vida no altar, ou seja, corpo, alma e espírito, verifiquemos os seus sete mandamentos:
Primeiro: Ter para com o povo exatamente a mesma consideração que tem para com Deus, pois está escrito: "Se alguém disser: Amo a Deus, e odiar a seu irmão, é mentiroso; pois aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê" I João 4:20.
Segundo: Chorar na luta pelo povo que Deus lhe tem enviado. Cada homem de Deus representa o Senhor Jesus, e cada pessoa que chega na igreja é enviada pelo Espírito Santo, a fim de que Seu servo lhe mostre o caminho da salvação. Uma vez salva, ela irá glorificar o Senhor Jesus. Foi por isso que Ele disse: "Ninguém pode vir a mim se o Pai que me enviou não o trouxer..." João 6.44.
O Senhor Deus disse:"Chorem os sacerdotes, ministros do Senhor, entre o pórtico e o altar, e orem: Poupa o teu povo, ó Senhor, e não entregues a tua herança ao opróbrio, para que as nações façam escárnio dele. Por que hão de dizer entre os povos: Onde está o seu Deus?" Joel 2.17.
Terceiro: Jamais fazer a obra de Deus relaxadamente. O profeta Jeremias disse: "Maldito aquele que fizer a obra do Senhor relaxadamente..." Jeremias 48.10. Fazer a obra de Deus relaxadamente é como enfrentar o pior inimigo com uma arma qualquer.
Quarto: Ter fome e sede de ganhar almas. Enquanto isso não acontece, o homem de Deus se sente tal qual Sara, Raquel e Ana. Elas sentiam amargura de alma, vergonha e humilhação. Esses sentimentos estão sempre importunando o homem de Deus estéril. Por isso, ele não se envergonha de chorar diante de Deus, pedindo almas.
Quinto: Ter alegria e o gozo ao ver, diante dos seus olhos, as pessoas nascerem de novo. Não há satisfação maior para aquele que tem a vida no altar do que ver pessoas que outrora pertenciam ao reino das trevas, hoje terem a plenitude do Espírito Santo, com semblantes limpos, alegres e felizes, glorificando o nome do Senhor Jesus Cristo.
Sexto: Não ter ciúme e nem inveja do desenvolvimento do seu colega de ministério. Pelo contrário, se regozijar com o seu crescimento, e orar para que ele dê ainda mais frutos. Como aquela mulher da parábola da dracma perdida, conforme ensinou o Senhor: "Ou qual é a mulher que, tendo dez dracmas, se perder uma, não acende a candeia, varre a casa e a procura diligentemente até encontrá-la? E, tendo-a achado, reúne as amigas e vizinhas, dizendo: alegrai-vos comigo, porque achei a dracma que eu tinha perdido" Lucas 15.8-9.
Sétimo: Não se preocupar apenas em ganhar as pessoas para o Senhor Jesus, mas, sobretudo, fazê-las discípulas. Esta, aliás, é a característica mais acentuada do homem de Deus consagrado. Ele se preocupa em fazer discípulos mais do que qualquer outra coisa, pois sabe que o desenvolvimento do Reino de Deus neste mundo depende de homens que tenham o mesmo caráter do Senhor Jesus.
"Fui abusado pelo meu próprio tio"
Veja o depoimento de um homem que resgatou a dignidade na IURD, através da fé, após ter sido violentado sexualmente na infância
É muito difícil para uma pessoa abrir seu coração e trazer à tona lembranças de um passado não muito feliz; trágico, na verdade. Vítimas de pedofilia são pessoas que carregam um fardo pesado e levam marcas da violência praticada por gente que muitos preferem nem chamar de ser humano. A seguir, o relato do advogado José Luiz Santos (*), de 33 anos, que teve a infância marcada pelo trauma de ter sido violado até pelo tio, mas que recuperou a autoestima através da fé em Deus.Como e com que idade você foi abusado sexualmente?
Por volta dos meus 6 anos. Fui violentado sexualmente por um homem muito próximo da minha família, que não despertava nenhum tipo de suspeita. Hoje, situações desse tipo são comuns de serem denunciadas, e até vão parar nos jornais e noticiários. Porém, quando aconteceu comigo, isso não fazia parte das preocupações dos pais e mães daquela época, o que tornava as pessoas que praticavam barbaridades desse tipo ainda mais invisíveis.
Como foi a abordagem do pedófilo?
As imagens que tenho na minha memória são desse homem me levando para “brincar” em sua casa, com o consentimento de minha mãe, que não fazia ideia do que aquilo representava. Lá, lembro-me que ele se despia, e a mim também, e praticava coisas comigo que fugiam completamente do meu entendimento do que era certo ou errado até então. Não lembro nem mesmo o nome desse homem. Recordo que, de uma hora para outra, ele foi embora, mudou de cidade. Mesmo depois de adulto, nunca perguntei dele para a minha mãe.
Infelizmente, você foi vítima de abuso sexual, novamente. Sendo que desta vez o homem em questão era seu tio, não é?
Por volta dos meus 8 anos, uma situação semelhante voltou a se repetir comigo. Dessa vez, o meu algoz estava bem perto. Ele era o meu tio. Obviamente, a proximidade entre nós era algo natural, já que ele frequentava a minha casa, e eu a dele, como qualquer parente faz. Éramos vizinhos.
No começo, ele fazia certas brincadeiras que sempre terminavam com abraços ou que, de alguma forma, permitiam um contato físico entre nós. Algum tempo depois, ele disse que queria me mostrar algo em sua casa. Sem desconfiar de nada, fui até lá e acabei sendo impedido por ele de sair do local. Inicialmente, meu tio procurou estabelecer uma relação de cumplicidade, dizendo que aquele seria “o nosso segredo”, e que não poderíamos contar nada do que iria acontecer para ninguém, caso contrário, meus pais iram brigar comigo.
Quantas vezes esses encontros aconteceram?
Lembro que essa situação se repetiu algumas vezes. Não me recordo exatamente quantas. Ele encontrava formas de ficar a sós comigo e, assim, me usar como um objeto sexual. Isso aconteceu durante 1 ano, provavelmente. Talvez por medo de ser descoberto, meu tio deixou de me procurar. A violência física cessou. No entanto, as feridas deixadas por essas duas experiências que eu vivi já tinham me marcado profundamente.
Que sequelas psicológicas foram deixadas por conta dos abusos?
Não sei precisar o quanto tudo isso foi prejudicial para mim. Quando me lembro da minha infância e adolescência, vejo o quanto fui retraído, reprimido e até sentia certa culpa pelo que aconteceu. Tinha dificuldades de me relacionar com outras crianças, ou mesmo com alguns adultos, e questionava o porquê de essas coisas terem acontecido comigo. Minha relação com o meu pai não era nada boa, pois para mim era como se ele soubesse do que tinha ocorrido comigo e me rejeitasse.
Depois de tudo o que aconteceu, eu criei certa ojeriza com relação à figura masculina. Fiquei com a sensação de que qualquer homem poderia me abordar com a intenção de me molestar. Esse trauma fez com que eu me tornasse um jovem emocionalmente instável. Além disso, era constantemente criticado e rejeitado pela minha família e pelas pessoas mais próximas, pelo meu comportamento reservado. Essa insegurança e desconfiança a respeito dos homens levaram-me a fazer de minha mãe uma espécie de porto seguro. Desenvolvi uma relação de total dependência, pois tinha muito medo de perdê-la.
Você atribui a quê a virada que deu em sua vida?
Foi justamente no momento mais difícil da minha vida que eu recebi a ajuda da maior fonte de poder que existe: Deus. E Ele usou uma amiga como canal para que eu pudesse ser reconduzido ao meu caminho. Ela, sem saber dos meus problemas e complexos, chamou-me para uma reunião na Igreja Universal do Reino de Deus.
Antes de falar da minha experiência na IURD, é importante revelar que fiz primeira comunhão e fui coroinha na Igreja Católica. Quando cheguei à Universal, não imaginava que um culto religioso pudesse ser algo mais profundo, mais intenso, onde a ajuda vinha de uma maneira mais humana, urgente. Na Católica, era tudo meio engessado e formal. Não me sentia nem um pouco à vontade para relatar meus problemas ao padre, pois tinha receio de ser repreendido, de ele achar que eu estava inventando uma história.
Você procurou alguém especificamente? Como você foi ajudado na IURD?
Lembro-me como se fosse hoje. À vontade na IURD e confiante de que seria ajudado, procurei uma obreira para falar sobre meu problema. A pessoa em questão era “tia” da Escola Bíblica Infanto Juvenil (EBI). Foi uma surpresa saber que o sobrinho dela havia passado pelo mesmo problema. Por sua experiência, ela me ajudou de forma incondicional, até por ser uma situação que vivenciou em casa.
Mais integrado e cada vez mais próximo de Deus, passei a fazer parte de correntes de da Força Jovem Brasil, onde encontrei adolescentes que já tinham passado por dramas semelhantes, alguns muito piores do que o meu. Um pastor também foi fundamental para a retomada da minha autoestima. Ele me ajudou muito com propósitos de oração.
Ter dado um testemunho de libertação ajudou de que forma na sua recuperação?
O momento que marcou a minha libertação foi quando eu dei um testemunho através de uma transmissão radiofônica. Devia ter uns 13 anos, na época. Lembro-me que estava passando um feriado na casa de uns amigos, pois era aniversário de um deles. A gente acordou cedo pra ligar para um programa de rádio da IURD com o intuito de enviar uma mensagem de parabéns para ele, ao vivo. Daí eu liguei e consegui desejar os votos de felicidade. O pastor que estava comandando a atração falou que queria a opinião dos ouvintes sobre uma carta que ele havia recebido de uma pessoa que dizia ter sido abusada sexualmente. Não sei o que deu em mim, mas acabei falando que tinha vivenciado a mesma situação, e que tinha conseguido superar o problema. Nem todos na casa sabiam da minha história. Apesar do choque de alguns, todos elogiaram a minha coragem. Falei em rede estadual de rádio. Até hoje não sei se a minha mãe ou algum parente ouviu.
Como está a sua vida hoje?
Posso dizer, de todo o coração, que sou livre do fardo pesado que carregava comigo, e que é possível ser feliz e construir uma nova história. Sou casado, tenho uma família abençoada e sou eternamente grato pelo que Deus fez em minha vida. Sem Ele, não consigo imaginar o que seria de mim hoje em dia. Espero que o meu relato sirva de alerta para os pais, familiares e para toda a sociedade, sobre o perigo que uma criança corre de ter roubada de sua infância algo muito precioso: sua inocência.
redacao@arcauniversal.com
(*) O autor do depoimento pediu para ter o nome preservado, por isso foi usado um pseudônimo
sexta-feira, 30 de março de 2012
Bispo Macedo no Facebook
Campanha Bispo Macedo no Facebook: Acesse facebook.com/BispoMacedo e Clique em CURTIR.
"O conquistador se distingue por sua determinação. Sua natureza é idealista. Obstinado na sua crença. Perseverante na sua fé. Firme e consistente na sua posição. A morte não o assusta. Está pronto para sacrificar tudo por aquilo que acredita.
O conquistador é obediente e disciplinado. Suas emoções são servas de sua razão.
O Espírito de Deus está à procura de gente assim."
Obrigado pela seu Comentário!
"O conquistador se distingue por sua determinação. Sua natureza é idealista. Obstinado na sua crença. Perseverante na sua fé. Firme e consistente na sua posição. A morte não o assusta. Está pronto para sacrificar tudo por aquilo que acredita.
O conquistador é obediente e disciplinado. Suas emoções são servas de sua razão.
O Espírito de Deus está à procura de gente assim."
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Posso fazer doações utilizando o dízimo?
Este ato de solidariedade não é correto diante de Deus
O dízimo não pode ser usado aleatoriamente, ainda que seja em benefício de pessoas carentes e necessitadas. A administração do dízimo cabe exclusivamente à igreja. O cristão sincero conhece a necessidade de sua igreja e por isso jamais empregaria o seu dízimo de maneira incorreta, mesmo que isso tivesse aparência de gesto piedoso.
Resposta retirada do livro " Como ser um Dizimista Fiel" do bispo Edir Macedo.
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O dízimo não pode ser usado aleatoriamente, ainda que seja em benefício de pessoas carentes e necessitadas. A administração do dízimo cabe exclusivamente à igreja. O cristão sincero conhece a necessidade de sua igreja e por isso jamais empregaria o seu dízimo de maneira incorreta, mesmo que isso tivesse aparência de gesto piedoso.
Resposta retirada do livro " Como ser um Dizimista Fiel" do bispo Edir Macedo.
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Coração: aliado do diabo
Bispo Edir Macedo alerta àqueles que vivem pelas emoções. Confira:
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Minissérie Rei Davi 20° Capítulo - Completo
Rei Davi 30/03/12 quinta feira completo,em alta qualidade
quarta-feira, 28 de março de 2012
Minissérie Rei Davi Capitulo 19 - Completo
Davi elogia a beleza de Bate-Seba. Eles se olham apaixonados e ao mesmo tempo sabem que não é certo. Eles bebem juntos. Mical pressiona Josias para saber que mulher entrou no quarto do rei. O servo diz que é uma concubina, mas Mical continua desconfiada. Joabe está preocupado com a ausência de Davi na batalha contra os amonitas. Josias fica tenso quando Aitofel o encontra com uma bandeja de jantar. Aitofel repara que há algo estranho. Bate-Seba tenta resistir, mas se rende ao beijo de Davi. Mical vê que nenhuma das esposas e concubinas está com o rei. Bate-Seba tenta resistir. Davi insiste e eles começam a fazer amor.
Uma serva de Mical a leva até Allat, que tem medo do seu passado de idolatria. A esposa de Davi finge ser sua amiga e diz para Allat ser uma de suas servas. Ela afirma que o rei não vai notá-la. Allat tem medo, mas Mical é firme e não dá escolha. Amanhece e Laís ainda espera sua filha. Aitofel chega e ela fica ainda mais tensa. Davi e Bate-Seba acordam com remorso. Josias chega para acompanhá-la com segurança para fora do palácio. Ela cobre o rosto. Mical a intercepta e tenta descobrir quem é. Aitofel chega e a interrompe. Mical desiste e vai embora. Ela pede que um servo siga a mulher.
Davi chega em meio a uma aula de Absalão e Amnon com Natã. Seus filhos são ainda crianças. Davi dá muita atenção para o primogênito, Amnon. Absalão sente ciúmes. Natã comenta que o mais novo é mais dedicado, mas Davi diz que o importante é que Amnon é seu primeiro filho e será rei. Laís está furiosa com Bate-Seba e diz que ela pode ser apedrejada. Aitofel apresenta Husai a Davi. O rei não consegue encarar o avô de Bate-Seba. Allat se arruma, se alimenta e ganha roupas de Mical. Ela pede que a feiticeira a ajude a engravidar.
Ziba chega a Jerusalém. Ele rouba algumas coisas de comerciantes sem ser visto, inclusive Itai, ferreiro filisteu e amigo de Davi. Mical obriga Allat a fazer uma poção para seduzir Davi e coloca um servo a vigiando. Mical vai a casa de Bate-Seba, que fica sem ação. Laís chega e Mical diz a que veio. Ela estremece, mas defende a filha. Mical procura Davi, que diz que não tê-la chamado. Ela o confronta e deixa claro que sabe quem era a mulher que estava com ele. Mical percebe que não foi só uma noite. Bate-Seba tem pesadelos.
Davi pede que Josias entregue uma joia a Bate-Seba, mas desiste. O tempo passa. Bate-Seba diz à mãe que está arrependida. Davi recebe o recado de que Bate-Seba quer vê-lo. Eles se encontram em um local afastado e ela diz que está grávida.
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segunda-feira, 26 de março de 2012
Você Está Preparado Para Morrer?
Esta é a pergunta que muitos fogem de responder, mais um dia todos vamos morrer, e você está pronto?
sexta-feira, 23 de março de 2012
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