quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Dudu Camargo diz que sucesso no SBT veio após fazer propósito no Templo de Salomão

O apresentador Dudu Camargo, que comanda um telejornal matinal no SBT, afirmou que o sucesso de audiência conquistado depois de ter feito um propósito no altar do Templo de Salomão, da Igreja Universal do Reino de Deus.
Dudu Camargo apresenta o programa Primeiro Impacto, mas foi convidado do Inteligência e Fé, apresentado pelo bispo Renato Cardoso na Record TV, e revelou que aceitou o desafio de comandar um telejornal na emissora de Silvio Santos e levar o programa a um patamar de audiência acima da concorrência.

“Eu já estava há nove anos ali na carreira artística, batalhando, conseguindo um trabalho aqui, um acolá, mas nada fixo. A direção que eu recebi aqui transformou a minha vida, e eu posso dizer para vocês: entrei aqui desconhecido, no Templo de Salomão, e foi transformada a minha vida”, disse o apresentador.
“No primeiro mês eu enfrentei dificuldade, não aceitei aquela situação. Fiz um propósito numa das reuniões, apostei, coloquei no altar aquele problema que eu estava enfrentando. Deus transformou! De lá para cá a audiência foi crescendo a cada mês”, acrescentou.
A essa altura, o bispo Renato Cardoso, constrangido por ver um fiel da Igreja Universal falando a respeito de suas vitórias de audiência sobre a Record, expressou certo constrangimento: “Aí a gente criou um outro problema para nós, porque a Record agora está competindo”, afirmou, rindo.
Dudu, não satisfeito, continuou a tripudiar: “Eu concorro com o Balanço Geral e com o São Paulo no Ar e já tentaram todo mundo ali. O primeiro foi o Luiz Bacci, que começou a perder e fugiu pra noite, pra fazer o Cidade Alerta. Daí colocaram o William Travassos, que também perdeu. Trocaram, colocaram o Matheus Furlan. Tiraram o Furlan, colocaram o Bruno Peruka, que está atualmente, mas eu não deixo ele em paz”, festejou.
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sábado, 3 de novembro de 2018

Por que devemos viver em espírito de oração

Por meio da novela Jesus – exibida pela Record TV, de segunda a sexta-feira, às 20h50 -, nós temos adquirido inúmeros aprendizados para a área espiritual

Mas, a novela também nos concede a oportunidade de refletirmos sobre o comportamento do Senhor Jesus no dia a dia. Na cena abaixo, por exemplo, podemos observar que, constantemente, Ele priorizava a oração e o jejum. Confira:


Essa consagração que o Senhor Jesus realizava fazia toda a diferença quando era necessário enfrentar os espíritos malignos.
Certa vez, por exemplo, os discípulos não conseguiram libertar um rapaz da ação do mal. Então, Cristo lhes afirmou: “… esta casta de demônios não se expulsa senão pela oração e pelo jejum.” Mateus 17.21
Outro momento, na Bíblia, que ilustra a falta de consciência dos discípulos de se manterem separados deste mundo e conectados com o Reino de Deus, foi quando o Senhor Jesus disse para Pedro, Tiago e João orarem, no monte Getsêmani.
“E, voltando para os Seus discípulos, achou-os adormecidos; e disse a Pedro: Então nem uma hora pudeste velar comigo? Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca.” Mateus 26.40-41
Demorou algum tempo para que os discípulos tivessem a compreensão de que era necessário manter a comunhão com o Senhor constantemente.
Sobre o tema, o apóstolo Paulo, em sua carta aos Colossenses, orienta:
“Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra; Porque já estais mortos, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus.” Colossenses 3.1-3
Por isso, cuidado com o seu comportamento diário. Faça uma autoavaliação e verifique se você tem vivido em espírito de oração ou ainda tem perdido tempo com as futilidades deste mundo.

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Trump liga para Bolsonaro e diz ter tido uma 'ótima conversa' com eleito

Donald Trump afirmou que Estados Unidos e Brasil trabalharão juntos em comércio, forças armadas e 'tudo mais'


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ligou para o presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro (PSL), na manhã desta segunda-feira (29/10) para parabenizá-lo pela vitória. Nas redes sociais, o americano disse que teve uma “ótima conversa” com o capitão reformado. 

Além disso, Trump afirmou que os Estados Unidos e o Brasil trabalharão juntos em comércio, forças armadas e “tudo mais”. “Excelente ligação, desejei-lhe parabéns”, comentou o americano no Twitter.

Nacionalistas conservadores 
Em uma entrevista publicada pelo jornal Folha de S.Paulo nesta manhã, o ex-assessor de Trump, Steve Bannon, disse que os dois países serão ainda mais próximos durante o governo. Bannon deu boas-vindas ao brasileiro ao clube de nacionalistas conservadores que chegaram ao poder nos últimos anos. O ex-estrategista de comunicação de Trump também ressaltou as semelhanças entre o presidente americano e o brasileiro.
 
"Vejo três principais pontos em comum entre esses líderes: em situações muito confusas, conseguem identificar quais são os principais problemas e articular as soluções. Por serem autênticos, eles conseguem se conectar com o público de massa, particularmente com a classe trabalhadora e classe média, de modo muito visceral. E, em terceiro lugar, eles têm carisma", disse. 
 
Ele também destacou que os dois empregam a estratégia de "usar declarações provocativas para conseguir ser ouvido em meio ao barulho". "Ambos são especialistas em se conectar com as massas", ressaltou. Entre as semelhanças, as redes sociais foram o principal meio de comunicação de Bolsonaro durante a campanha, assim como foram de Trump há dois anos, quando foi eleito.  "Se não fosse pelo Facebook, Twitter e outras mídias sociais, teria sido cem vezes mais difícil para esse populismo ascender, porque não conseguiríamos ultrapassar a barreira do aparato da mídia. Trump conseguiu fazer isso, Salvini e Bolsonaro também", explicou Bannon.

Com informações da Agência Estado 
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Jornalista da Globo diz que oração por Bolsonaro “causou preocupação”

Miriam Leitão enfatizou que “separar Estado de Igreja é fundamental”

Miriam Leitão fazendo comentários na Globo.
(Foto: Reprodução / Globo)
Logo após o TSE anunciar a vitória de Jair Bolsonaro como novo presidente do Brasil, o político ignorou a grande imprensa e fez um pronunciamento nas redes sociais. Sua opção incomodou a Rede Globo, que reclamou da “quebra” de protocolo.
Minutos depois, Bolsonaro foi para a frente de sua casa, onde um repórter representando um pool de emissoras da TV aberta e também de canais pagos mostraria a primeira declaração oficial do 38º presidente do país. Porém, antes de falar, o capitão reformado participou de uma roda de oração, puxada pelo senador Magno Malta.

Tudo foi transmitido ao vivo em rede nacional de televisão. “Os tentáculos da esquerda jamais seriam arrancados sem as mãos de Deus”, enfatizou Malta durante sua prece. Também citou o texto bíblico de João 8:32 – “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” – adotado como slogan de campanha por Bolsonaro.

O  jornalista Merval Pereira, da Globo News, deixou claro que não gostou do que viu.  Em seguida, Mirian Leitão disse que aquilo gerava “um pouco de preocupação” porque, enfatizou, separar Estado de Igreja é fundamental”.
“O Estado brasileiro é laico. Um grupo de cristãos… Aquilo [a oração] cria um pouco de preocupação. O compromisso de um estado laico é fundamental. É conquista da reforma protestante, inclusive. Separar Estado de Igreja é fundamental”, destacou Leitão.
Não é a primeira vez que a jornalista reclama do fato de Bolsonaro falar sobre sua fé. Em um texto publicado no jornal O Globo, ela reclamou da aproximação dele com pastores. “Essa mistura jamais dará um bom resultado. Púlpito e palanque devem estar distantes”, escreveu. Também avalia que “O uso da Bíblia e da religião serve para atemorizar ou enganar eleitores. Isso ameaça a soberania do voto”.
Aparentemente, para a Globo a oração de um presidente cristão incomoda muito. Quando Fernando Haddad (PT) foi a uma missa em São Paulo, comungou e depois fez um discurso inflamado na escadaria do templo, não houve críticas abertas dos jornalistas da maior rede de comunicação do país.
Assista:

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quinta-feira, 25 de outubro de 2018

O candidato Fernando Haddad continua a atacar cristãos (Mais uns Processos)

O petista faz acusações infundadas contra a Igreja Universal e já responde na Justiça por seus ataques e mentiras.     

O candidato à Presidência da República pelo Partido dos Trabalhadores (PT), Fernando Haddad, voltou a ofender os cristãos, chamando a fé dos que creem na Bíblia de “fundamentalismo charlatão”. O insulto foi disparado nesta terça-feira (23), durante sabatina a jornalistas do Grupo Globo.
Para o ex-prefeito de São Paulo, púlpitos de templos da Igreja Universal do Reino de Deus estariam sendo utilizados para “difamar adversário”. Ele ainda acusou o Bispo Edir Macedo de “usar uma concessão de TV para fazer campanha aberta para um candidato”, ao se referir a uma entrevista concedida à RecordTV pelo candidato Jair Bolsonaro.
Neste caso, Haddad deveria dirigir sua revolta ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que aprovou a realização da entrevista quando julgou pedido de censura prévia formulado pelo candidato do PT. Um tipo de censura típico de regimes totalitários, daqueles que não têm apreço pela democracia e pela liberdade de imprensa.
Sobre a acusação do petista de que bispos e pastores estariam pedindo voto no altar, jamais, em qualquer outra eleição, uma instituição religiosa foi tão fiscalizada e vigiada pela Justiça Eleitoral, Ministério Público Eleitoral, partidos políticos e pela imprensa quanto a Universal neste ano de 2018.

UOL, “Folha de S. Paulo”, “O Estado de S. Paulo”, “O Globo”, BuzzFeed, BBC e tantos outros veículos e comunicação social passaram as últimas semanas visitando templos, entrevistando fiéis e simpatizantes da Universal na esperança de encontrar uma mísera infração à Lei Eleitoral: um pedido de voto, um ataque a candidato, um santinho distribuído em local proibido. Não encontraram nada, absolutamente nada.
O candidato já responde na Justiça por seus ataques aos cristãos, à Universal e ao Bispo Edir Macedo em ações por danos morais, em queixa-crime por calúnia, injúria e difamação e em representação pelo crime de intolerância religiosa, perante o Ministério Público Federal.
Talvez o único ponto que se pode concordar com a fala de Fernando Haddad na sabatina seja quando ele afirma que “quem fica mentindo, não pode ser cristão”. É verdade. O povo cristão sente a mentira de longe.
Este deveria ser o maior temor do candidato.

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terça-feira, 23 de outubro de 2018

“Apoio de Bolsonaro a Israel é a chave desta eleição”, afirma pastor

Josimar Salum lembra que o mesmo ocorreu com Donald Trump nos EUA

O pastor Josimar Salum, líder da Kings Net [Rede dos Reis], é um brasileiro radicado nos Estados Unidos, mas que mantém laços estreitos com igrejas daqui. Acompanhando as campanhas eleitorais tanto de Donald Trump quanto de Jair Bolsonaro, vê muitas semelhanças entre elas.
“Deus tem um plano eterno para o Brasil. Seus planos são de paz e não de mal, para dar ao país um futuro e esperança”, afirmou o líder evangélico em entrevista ao Gospel Prime.
Ainda segundo, Salum, existe um princípio espiritual em jogo, que a maioria dos políticos ignoram. “Deus diz em sua Palavra: Eu abençoarei aqueles que te abençoarem”, destaca, avaliando que “não vejo nenhum homem ou nenhuma nação na história da humanidade que não tenha sido abençoado por abençoar Israel”.
Ele acredita que a vitória de Trump em 2016, contra todos os prognósticos, teve seu início quando o bilionário incorporou em sua campanha a promessa de mudar a embaixada para Jerusalém e reconhecer a cidade como capital israelense.
“Israel é a chave desta eleição no Brasil! Foi assim nos Estados Unidos. Bolsonaro esteve em outubro de 2017 em nosso encontro de pastores aqui na Nova Inglaterra, berço dos grandes avivamentos. Ele prometeu que Jerusalém será sede da embaixada do Brasil em Israel”, lembra.
Bolsonaro tem dito repetidas vezes que vê no uso da tecnologia israelense uma solução para a seca do Nordeste. O clima desértico de ambos é muito parecido. “O Nordeste florescerá como floresceu os desertos de Israel”, antevê o pastor Salum.
Aliança profética
A boa relação do Brasil com Israel foi abalada pelas decisões tomadas pelos governos de Lula, Dilma e Temer. Além de reconhecer a Palestina como nação independente, votaram consistentemente contra Israel nas Nações Unidas.
“Isso será revertido”, insiste Salum. “Quando o Brasil, na pessoa do embaixador Osvaldo Aranha liderou a sessão da ONU, em 1947 preparou o caminho para o nascimento do Israel moderno, uma aliança foi forjada. Não há como o plano eterno de Deus ser frustrado”, destaca.
Seu desejo é que a Igreja permaneça vigilante e continue intercedendo, não por depositar sua esperança em um candidato, mas por entender que o que está acontecendo no Brasil nos últimos anos é uma resposta de oração.
“Deus age dependendo das ações de seu povo. São anos e anos de busca intensa ao Senhor, de vigílias e jejuns sem número, e chegamos até aqui. Somos 40 milhões de evangélicos. A Igreja precisa de um grande arrependimento para receber um grande avivamento. Mas eis espalhados em todo canto um remanescente fiel. Deus ouve as orações e tem compaixão de Sua nação”, sentencia.

Queda da corrupção

Obviamente, Israel não é a única pauta dessas eleições. O mais constante é o combate à corrupção, assunto que ocupa a mídia desde que teve início o trabalho da Lava Jato, que expôs ao mundo o que ocorria nos bastidos do poder no Brasil.
Tendo participado de movimentos de oração nesse sentido há muitos anos, Josimar acredita que ainda veremos “uma reação violenta das trevas”. Este é um desafio para a Igreja brasileira. “Não é preciso ter medo. Um espírito de medo tem sufocado milhões de vozes no país, mas isso está sendo destruído”, assegura.
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sábado, 20 de outubro de 2018

“O objetivo final da China é eliminar toda forma de religião”, denuncia padre católico


Líder de igreja chinesa pede que o Vaticano reconsidere acordo com o governo comunista


O padre que pede para ser chamado de “Paulo”, lidera uma igreja católica na província de Hebei. Falando à International Christian Concern, ONG que monitora a perseguição religiosa, está denunciando que “objetivo final do atual regime chinês é eliminar toda religião”.
Como prova, Paulo apontou para o “Regulamento Revisado sobre Assuntos Religiosos”, implementado em fevereiro pelo Partido Comunista da China e que resultou no fechamento de igrejas, prisão de fieis, Bíblias sendo queimadas e estudantes sendo forçados a assinar documentos renunciando à sua fé.
Não foram apenas os cristãos que sofreram retaliações. Milhares de muçulmanos foram enviados para os chamados “campos de reeducação”, onde realizam trabalhos forçados e só podem sair após renunciaram à sua religião, segundo relatos.
Padre Paulo disse estar inconformado com o acordo celebrado entre o Vaticano e o governo comunista. Ele explica que os funcionários estatais estão exigindo que os católicos restrinjam suas atividades religiosas “para proteger os interesses do governo”.
O controverso acordo do Vaticano em questão permite que o governo chinês selecione seus próprios candidatos a bispo. A Santa Sé anunciou em setembro que chegou a um acordo provisório que acabaria com sete décadas de conflito com a China.
Algumas lideranças católicas acreditam que o Vaticano não deveria legitimar as ações de um regime ateu.
Pastor chama acordo de ‘traição aos cristãos’
O pastor Bob Fu, presidente da missão evangélica China Aid, acrescentou que o acordo terá consequências sobre todos os que professam o cristianismo no país. “Trata-se de uma traição aos milhões de cristãos perseguidos na China e da Igreja católica global”.
Para ele, “Isso pode ser uma repetição da Alemanha de Hitler na década de 1940, quando a igreja estatal alemã consentiu com a perseguição e massacrou milhões de judeus”. “Como o Vaticano pode responder em boa consciência a este acordo enquanto o Partido Comunista da China acaba de lançar uma guerra secreta prometendo acabar com católicos e protestantes que considera ilegais? “, questiona Fu.
O papa Francisco, no entanto, prometeu assumir total responsabilidade pelo movimento, chegando a dizer que recebeu “sinais de Deus” que o ajudaram a decidir pela assinatura do acordo provisório. Ainda assim, o líder católico admitiu que “ambos os lados [perderão] algo”.
Com informações de Christian Post

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quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Frente Parlamentar Evangélica oficializa apoio a Jair Bolsonaro

Nesta quinta feira (4), a Frente Parlamentar Evangélica, da Câmara dos Deputados, oficializou apoio a Jair Bolsonaro, candidato à presidência da República, pelo PSL. O apoio foi oficialmente estabelecido por meio de carta, que será entregue ao candidato, pelo presidente da frente, Hidekazu Takayama, deputado pelo PSC-PR.

O grupo de 199 deputados e 4 senadores acredita que Jair seja a figura mais apropriada para defender suas pautas. “Mais que uma questão natural, é uma questão espiritual. Está acima de qualquer doutrina partidária”, pontua um trecho do texto.
A carta ainda aponta a esperança da frente em lutar, ao lado de Bolsonaro, por valores éticos e em proteção da família, mas sobretudo, em favor das crianças brasileiras. “Entendemos que a defesa dos valores cristãos, da vida e da família estão acima de tudo. Proteger nossas crianças de um futuro desastroso é nosso dever como legisladores e homens de bem”, informa a carta.
O texto ainda reitera o compromisso da frente com cristãos de todo o País. “Portanto, certos de nosso compromisso com os quase 86,8% de cristãos de todo o território nacional, declaramos nosso amplo apoio aos candidatos da frente (parlamentar evangélica) do Brasil, bem como a Jair Messias Bolsonaro”, diz o texto.
Além disso, a carta ainda destaca que a decisão também foi tomada para evitar o agravamento da crise que se instalou no País durante os mais de 13 anos de poder da esquerda. “Nosso intuito é evitar que candidatos filiados a extrema esquerda assumam, mais uma vez, a direção do país causando ainda mais crises do que as que atravessamos nos últimos anos”.

Por Rafaela Dias / Foto: Antonio Cruz - Agência Brasil

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quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Arca de la Alianza: un misterio para la ciencia, bendición para la fe

El Arca de la Alianza es uno de los objetos bíblicos que ha sido el foco de atención de varios científicos. Muchos intentan averiguar su paradero y el porqué de su poder. Pero pocos se centran en la importancia y el misterio divino que la rodea.
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El Arca de la Alianza es uno de los objetos bíblicos que ha sido el foco de atención de varios científicos. Muchos intentan averiguar su paradero y el porqué de su poder. Pero pocos se centran en la importancia y el misterio divino que la rodea.
¿Qué es el Arca de la Alianza?
En sí se trataba de un gran cofre cuyo diseño, forma y componentes se hicieron según las instrucciones del propio Dios. Hecha de madera de acacia, el Arca estaba revestida de oro por dentro y por fuera. Sobre su cubierta, a modo de tapa, llamada Propiciatorio, traía dos querubines de oro, uno frente al otro e inclinados con sus alas extendidas hacia el centro. En medio de ellos, Dios se manifestaba a los sacerdotes que oraban frente al Arca (Éxodo 25).
Dentro del Arca se resguardaron tres objetos sagrados que testificaron la acción del poder de Dios en medio de Su pueblo:
  • La vara del almendro de Aarón, la cual reverdeció y fructificó a pesar de estar seca. También mostraba la dirección a seguir.
  • La vasija que contenía el maná, el alimento divino con el cual Dios sustentó a Su pueblo durante 40 años en el desierto.
  • Las tablas con los 10 mandamientos, las enseñanzas de Dios.

Estos objetos atestiguaron los momentos impactantes de la relación de Dios con el pueblo de Israel.
Cabe mencionar que en las esquinas del Arca se colocaron cuatro anillos de oro, a través de los cuales se introducían dos varas recubiertas del mismo material para transportarla, ¿por qué? Según las Santas Escrituras, si el Arca era tocada por alguien impuro, moría fulminado. En una ocasión, los filisteos la capturaron como botín de guerra y la pusieron en el templo dedicado a su dios, Dagón. Al tercer día, encontraron la figura pagana tirada y rota; además, durante siete meses, el pueblo filisteo fue azotado por enfermedades y si las personas no morían, padecían tumores. Esto provocó que el Arca fuera devuelta a Israel (1 Samuel 5 y 6).
Pero su poder no era netamente destructivo. “El Arca de la Alianza simbolizaba el pacto de Dios con Israel. Era llevada por el pueblo escogido como un trofeo eterno”, explica el obispo Edir Macedo, fundador de la Iglesia Universal del Reino de Dios. Este objeto era el más sagrado de la Tierra porque representaba al propio Dios. Por tal motivo estuvo al frente de cada batalla. Él era el primero en todo, era como el estandarte de guerra que demostraba que Dios estaba al mando. Por eso los israelitas vencían.
Entonces, ¿este símbolo era adorado? No, en sí “el Arca no es para ser adorada, sino para recordar a quién debemos adorar: a Dios”, dijo el obispo Djalma Bezerra, coordinador del trabajo de la Universal en México. Por tal motivo, el 21 de octubre, el Arca Oficial del Templo de Salomón, en Brasil, llegará a México y será recibida con un magno evento en la Arena Ciudad de México que abrirá sus puertas a las 7 a. m. para recibir a quien esté deseoso de tener una experiencia con Dios. ¡Contamos con tu presencia!

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quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Maria Madalena é vista possuída pelo demônio

Por Redação (*) / Fotos: Reprodução R7
No capítulo da #novelaJesus41, que vai ao ar nesta quarta-feira, 19 de setembro, a partir das 20h55 (em função do horário eleitoral), pela #RecordTV, Judas Iscariotes pede para seguir Jesus. Pilatos diz que Helena o entenderá um dia. Petronius e Maria Madalena se beijam.
Ami conhece Edissa. Tiago diz para Deborah não dar atenção ao que Jesus diz. Em conversa com André, Pedro diz não ter gostado de #JudasIscariotes. João fala sobre a filha de Pedro com seu irmão Tiago. Sara aconselha sua neta.
Petronius fala sobre a irmã Cassandra com Madalena.  Gabriela conversa sobre João com Yoná. Caifás diz que o fabricante de tecidos, Levi, está lhe devendo e pede para Malco dar uma lição nele.
Petronius flagra Madalena deitada com Barrabás. Ela não entende como foi parar ali. Tiago Justo se coloca à disposição de Deborah. Jairo se mostra impiedoso ao ver um leproso ser expulso da cidade. Maria se recorda de quando foi humilhada. João e Tiago saem para pescar.
Madalena é perturbada por sete demônios e ofende Kesiah. Petronius treina com ódio. Caifás incrimina Levi, que é condenado ao apedrejamento. Arimatéia insinua que o fabricante de tecidos é inocente. Livona fica assustada ao saber da atitude de Caifás. Tomé pede para ser um dos discípulos de Jesus.
Caius e Longinus estranham a fúria de Petronius. Caifás confisca os bens de Levi. Livona é surpreendida ao saber que Judite arrumou uma nova serva, Basya. Zaqueu fala sobre Deborah e surpreende Arimatéia.
Joana e Hélio veem Maria Madalena possuída pelo demônio, grudada no teto do palácio. Livona é expulsa de casa e diz estar grávida. Claudia se surpreende ao saber que a amiga estava possuída. Diana vê Maria Madalena boiando, de barriga para baixo, na piscina do palácio. O leproso que foi expulso da cidade implora pela ajuda de Jesus.
(*) Sujeito à alteração de acordo com a edição dos capítulos

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